Foi um termo que surgiu não faz tanto tempo assim, talvez propagou-se mesmo de uns 2 anos para cá. Viral. Termo esse conhecido popularmente por doenças provocadas por vírus letais, como o Ebola, que apesar de ser bem velho ganhou os palcos agora, depois de provocar mais de 6.000 mortes desde sua reestreia na humanidade. Mas o vírus que estamos tratando são os vídeos que rapidamente se alastram pela internet e recebeu carinhosamente o título de viral, ou seja, espalha rápido e é difícil de deter.

Esses vídeos, dos mais variados tipos, espalham-se rápido, muito rápido. Pode ser um bebê chorando e rindo ao mesmo tempo, um tombo bem levado, uma frase engraçada, um amigo desdentado tentando falar “uatizápi” e bebendo cerveja pelo meio dos dentes. Qualquer coisa geralmente sem noção tem potencial para se tornar um vídeo viral e ganhar espaço.

Se você recebe um desses vídeos pelo Facebook e tem 800 amigos, imagine o potencial se um desses amigos, com mais mil amigos compartilhar, e por aí vai. Virarão milhões de visualizações. Imagina esse vídeo carregando alguma propaganda? Pois é. O mercado não é bobo e já se aproveita disso. Mas esses inocentes vídeos que fazem você rir por um ou dois minutos também podem te prejudicar. Um viral pode literalmente carregar um vírus. Tudo no prazeroso mundo digital pode carregar um vírus. Daí você está lá, inocentemente se divertindo e um vírus carregado de más intenções está fazendo a festa no seu computador ou aparelho similar.

Isso porque esse vídeo já rodou muito e pode ter saído de uma máquina já infectada e carregado a sementinha do mal com ele. Os vírus podem simplesmente deixar seu computador mais lento, ou causar danos mais severos nos equipamentos.

Existem bilhões de vírus, isso mesmo, bilhões. 

Por Luciana Viturino

V?rus no computador

Foto: Divulgação


Em 1971 um programador de computadores – daqueles enormes computadores que você já deve ter ouvido falar e visto imagens e que serviam no início mais para uso militares, de cálculos e etc. – desenvolveu o primeiro vírus. Foi um teste de programação que deu certo. Ele entrava no sistema, dizia uma mensagem engraçada, tipo: Me pegue se conseguir – e seguia seu caminho para outro computador, exibindo a mesma mensagem. Foi um sucesso. Logo em seguida, no mesmo ano, um outro programador tentava desenvolver um programa que encontrasse essa mensagem e a deletava. Pronto. Haviam sido criados o vírus e o antivírus, nessa ordem.

E é nessa ordem que as coisas estão até hoje: o vírus sempre na frente e os antivírus sempre um bocadinho mais atrás. Sempre chegam atrasados, quando chegam. Existem, claro, empresas sérias dedicadas a combater essas infecções virtuais, que gastam muito tempo e dinheiro tentando impedir que suas fotos íntimas vazem na internet (caso tenha alguma, lógico). Mas não é tarefa fácil. Os produtores de vírus surgem a cada segundo e produzem vírus cada vez mais letais, capaz de destruir tudo na sua máquina, além de roubar senhas e dados que você não quer compartilhar com ninguém.

Um bom antivírus no mercado é o McAfee. Produzido pela empresa de mesmo nome ele foi criado por John McAfee, uma figura no mínimo excêntrica. Após a fama e fortuna pelo antivírus, passou a viver isoladamente em uma ilha cercada de drogas e dançarinas, além de armas e guerrilheiros. A história de sua vida vai virar filme. Deve valer a pena assistir.

Outros antivírus também são bons. O segredo de um antivírus se resume ao seu banco de dados. Quanto maior e mais utilizado melhor. Como assim? Simples, o banco de dados de um antivírus são linhas de códigos com os tipos de vírus existentes na rede. Quantos mais vírus ele é capaz de reconhecer, melhor para o seu computador ou dispositivo, e melhor para sua segurança virtual.

Por Luciana Viturino

V?rus

Foto: Divulgação


Nas últimas semanas o malware GOZ (GameOver Zeus) causou preocupação em milhões de internautas que utilizam os sistemas operacionais Microsoft Windows e Microsoft Server. O GOZ pode ser usado por cibercriminosos para roubos de dados e informações bancárias de internautas.

A contaminação provocada pelo malware é realizada por meio de mensagens de spam e phishing (tipo de fraude, na qual busca através de mensagens falsas obter informações sigilosas dos usuários de internet). O GOZ é considerado um dos malwares mais perigosos e sofisticados do momento.

Uma das alternativas para detectar a contaminação é utilizar uma página de teste desenvolvida pela empresa de antivírus F-Secure. Através de um clique o internauta pode verificar se o computador foi contaminado. Mais Informações na página  http://campaigns.f-secure.com/en_global/zeus/ols/

O processo de verificação realizada pela nova ferramenta capta as informações do usuário e insere um código. Com a interpretação sobre atuação do GOZ, é possível entender os mecanismos de funcionamento do malware e focar na prevenção.

Segundo a F-Secure, a página de teste é programada para extrair o código malicioso do malware quando o usuário estiver infectado.

A infecção provocada pelo GOZ é comprometida a computadores com navegadores de 64-bits ou Linux. Entretanto, o computador pode ser infectado, mas – de certa forma -, o browser muitas vezes não apresenta traços da infecção.

Para proteger o seu computador, os pesquisadores da área recomendam as seguintes dicas de segurança:

– É importante manter o software antivírus sempre atualizado, pois a ferramenta reconhece e protege o computador contra os vírus mais perigosos.

– O usuário precisa alterar as senhas com frequência.

– O uso de ferramentas anti-malwares é importante para identificar e eliminar uma infecção.

– A atualização dos sistemas operacionais e software de aplicativos também devem estar sempre em dia.

– Outra dica apontada pelos especialistas é a instalação de correções de software, o que pode evitar que os invasores possam tirar proveito de problemas conhecidos ou vulnerabilidades no sistema.

Boa parte dos sistemas operacionais possuem atualizações automáticas.

Por Letícia Veloso

Foto: divulgação


Antigamente algumas pessoas criavam vírus inofensivos. Era a época em que a rede do computadores era bem menor e alguns usuários criavam os chamados “vírus do bem”, que continham mensagens divertidas, que podiam assustar ou mesmo ajudar internautas ao redor do mundo. Infelizmente hoje os tempos são outros.

Na verdade, a maioria dos usuários que são mais novos não devem se lembrar desses primeiros “vírus” que correram o mundo. O primeiro deles foi o Harmless Specimen. Ele foi criado em 1971 e era um malware inofensivo que enviava mensagens aos computadores “infectados”. Os poucos equipamentos que existam naquela época recebiam um texto dizendo “Eu sou o estranho (creeper): me pegue se puder”. O vírus não causava nenhum dano a máquina, apenas rodava nos computadores que já continham uma cópia dele para entrar em outros.

Outro que não causava nenhum problema aos computadores ficou conhecido como o vírus “drogado”. Ele foi visto pela primeira vez em 1988 na Nova Zelândia e enviava uma mensagem aos usuários: “Seu computador está Drogado agora. Legalize a maconha”.  Já o Cruncher fazia um “bem” aos internautas. Ele usava um algoritmo que compactava o arquivo infectado que liberava mais espaço no disco rígido do computador. Para desfazer o feito, o usuário conseguia facilmente descomprimir o arquivo.

O vírus mais inteligente e mais do “bem” que se conhece é o Welchia. Ele ajudava a eliminar o vírus Lovesan, conhecido também como Blaster. Se o Welchia encontrasse o vírus maligno, ele apagava o Blaster do HD. Além disso, o vírus do “bem” ainda analisava se existia algum resquício do vírus e se existia alguma atualização que poderia reparar a vulnerabilidade que deixou o computador disponível a invasão. Se o Welchia não encontrasse mais nada que pudesse levar risco ao equipamento, ele próprio iniciava um download a partir do site da fabricante e logo após se autodestruía.

Por Carolina Miranda


Os dados de clientes da empresa Ingresso.com vazaram após uma falha ou invasão em seu sistema. Muitas pessoas utilizaram o site Reclame Aqui para relatar o problema, que também foi repassado ao site Olhar Digital por alguns leitores.

Aparentemente o problema começou na última terça-feira, dia 11, quando alguns usuários começaram a receber e-mails sobre um sorteio de ingressos para a Copa do Mundo. No seu texto, muito bem escrito e com layout convincente, era dito que o destinatário havia sido um dos ganhadores e precisava entrar num site para ativar um cupom. A página para qual o usuário era redirecionado era bem feita e também levava a acreditar que seria pertencente à Ingresso.com, porém, pede para o usuário baixar um arquivo malicioso para efetivar o resultado do sorteio.

O golpe provavelmente passaria despercebido por boa parte dos usuários que receberam o e-mail, não fosse o fato de que os dados sigilosos são listados para dar veracidade à coisa toda. Nome completo, data de nascimento, CPF, RG, nome da mãe, sexo e até mesmo o endereço dos clientes foram vazados.

Onde fica a segurança aos usuários e a credibilidade da empresa? Milhares de pessoas utilizaram o site Ingresso.com para adquirir ingressos para os jogos da Copa do Mundo, inclusive, em algumas etapas, devido à grande procura, a FIFA realizou sorteios para saber quem teria o direito de compra. O golpe foi muito bem bolado e se aproveitou deste fato para enganar as pessoas, já que muitas delas estavam realmente aguardando um e-mail confirmando se foram ou não sorteadas para comprar os ingressos.

O site ainda não se posicionou sobre o vazamento dos dados dos usuários e até o momento, o que se sabe, é que foram vazados dados pessoais, porém, existe um risco ainda maior, visto que muitos usuários efetuaram o cadastro com dados dos cartões de crédito, o que pode causar diversos prejuízos.

Por Jaime Pargan


Foi criado e “jogado” na rede recentemente um novo malware para o sistema operacional Mac OS X. Esse novo tipo de vírus, já ocasionou vários problemas para muitos usuários dessa plataforma.

Segundo a empresa de segurança digital Bitdefender, o malware tem como principal ação tirar printscreens (fotos da tela) de páginas acessadas por usuários e enviá-las para um servidor até agora desconhecido que pode estar hospedado na Romênia.

A nova ameaça, identificada como MAC.OSX.Backdoor.KitM.A pela empresa de segurança foi descoberta por um ativista da Angola que caiu em um golpe dos famosos pishings.

A empresa ainda divulgou a forma que o malware acessa as informações, que acontece por meio de um Backdoor do sistema e possui uma funcionalidade muito simples, tirando apenas as “fotos” e enviando para o servidor. Além disso, a identidade do desenvolvedor do vírus já pode ter sido descoberta, trata-se de um desenvolvedor de aplicativos para a própria Apple, que já teve sua licença cancelada pela empresa.

Para evitar a propagação do malware, indica-se o uso de algum tipo de antivírus, para que ele consiga identificar e eliminar a ameaça antes que ela afete seu sistema.

Por Henrique Nicolau


A Karpesky, empresa russa especializada na produção de softwares para segurança na internet, descobriu um potencialmente nocivo cavalo-de-tróia que se espalhará pelo Skype. Recentemente, a microsoft aposentou o Windows Live Messenger, solicitando aos usuários a migração para o Skype. É nesse processo de substituição onde os usuários ficam vulneráveis ao ataque.

O usuário recebe mensagens contento texto como "sua foto não está muito boa" ("Your photo isn’t really that great") e ao clicar no link apresentado é redirecionado a um site que baixa automaticamente módulos maliciosos para o PC. O email é recebido por alguém de sua lista que foi infectado e o vírus faz o mesmo utilizando sua conta e assim por diante.

Segundo a Karpesky, o malware tenta roubar senhas da vítima e pode inclusive instalar um gerador de Bitcoins na máquina infectada, tornando o sistema lento e instável.  Chegaram a contar mais de 170 mil cliques e possíveis infecções em uma única hora.

O principal sintoma de que o computador está infectado é alta na taxa de processamento, ou seja, o computador ficar frequentemente utilizando toda sua capacidade. Se isso acontecer, o usuário precisa de um bom antivírus para detectar e resolver o problema.

Por Bruno Hardt


Um dos grandes problemas de segurança nos dias de hoje em todo o mundo e também no Brasil são os chamados crimes virtuais e ataques cibernéticos.

Esta modalidade de atuação criminosa utiliza a internet e suas vulnerabilidades para aplicar golpes e cometer crimes das mais variadas espécies.

Por isso, o Brasil divulgou nesta semana que irá criar o Sistema Militar de Defesa Cibernética que será um órgão chefiado pelas Forças Armadas e que terá como principal missão proteger os brasileiros de ataques cibernéticos.

O SMDC pretende evitar este tipo de situação em eventos importantes no país como a Copa do Mundo e as Olimpíadas além de criar estruturas de inteligência para a investigação deste tipo de atividade no território nacional.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Um servidor que disponibilizava internet para os computadores que foram contaminados pelo vírus DNSChanger foi desligado pelo FBI. De acordo com a BBC, mais de 300 mil máquinas ficaram sem internet em vários países.

O DNSChanger é um vírus que muda todas as configurações de DNS dos computadores e redireciona as páginas e resultados de pesquisas dos usuários para os sites que estão infectados ou que possuam origem maliciosa. O vírus ainda bloqueia o acesso a links que tentem oferecer alguma solução para limpar as máquinas desta ameaça.

No final do ano passado as autoridades americanas prenderam seis pessoas na Estônia, responsáveis pela criação e por espalhar o DNSChanger. O próprio o FBI informou que o malware atingiu cerca de 100 países, sendo que só nos Estados Unidos foram mais de meio milhão de máquinas infectadas, e no Brasil foram seis mil.

Para tentar erradicar o vírus, o FBI conseguiu uma ordem judicial para conseguir trocar os servidores que foram infectados por novos e contratou uma empresa privada para instalar dois servidores para limpar as máquinas em que o vírus foi instalado. O único problema é que essa medida de segurança teve seu prazo vencido no dia 09 de julho.

O FBI desligou os servidores infectados e pediu que os usuários que foram vítimas do malware limpassem seus computadores para evitar que os servidores fossem desligados novamente. Até  o momento a ação foi eficaz.

Por Guilherme Marcon


O gigante das buscas na internet não para de inovar. O Google anunciou recentemente que deu início a uma campanha global para eliminar o trojan DNSChanger, responsável por modificar o DNS do computador infectado, o que leva os usuários a páginas falsas capazes de infectar o computador com vários malwares ainda mais devastadores, responsáveis por roubar informações presentes no seu sistema.

Segundo o site especializado Ars Technica, o Google vai agir como um antivírus ao identificar a contaminação automaticamente quando alguém fizer uma pesquisa no buscador, alertando o usuário sobre o problema.

Além da identificação do trojan, o Google também vai tornar disponível um link para levar o usuário até um site no qual será possível encontrar instruções detalhadas para a eliminação da praga.

A decisão da companhia vem juntamente com o anúncio por parte do governo americano de impedir a conexão com a internet de todos os computadores infectados. Ainda segundo a empresa, cerca de 500 mil computadores em todo o mundo estão infectados, e esse número tende a aumentar mais ainda caso nenhuma atitude seja tomada.

Os usuários que suspeitarem da infecção de suas máquinas pelo DNSChanger podem seguir as dicas para a detecção e  eliminação no site DNS Changer Working Group.

Por Ebenézer de P. Carvalho


Uma das notícias que mais circulou pela mídia foi o vírus chamado de Flashback, que infectou um número gigante de computadores Mac no mundo todo. Porém, a informação atual é de que ele teria sido espalhado através de vários blogs do WordPress que foram contaminados, o que os fez espalhar o malware por todo o mundo.

A informação partiu de mais uma pesquisa realizada pela Kaspersky, que identificou que os usuários de Mac que tiveram suas máquinas infectadas, foram invadidos após instalar um utilitário com nome de “ToolsPack”, que redirecionava automaticamente os usuários para alguma página que estava infectada com o Flashback.

Não foi só o número de Macs infectados que foi alarmante, pois o número de blogs em WordPress contaminados chegou a 100 mil. Ainda, a pesquisa indicou que 85% dos blogs infectados eram dos Estados Unidos, o que resultou no índice de 78% dos Macs atacados serem deste país.

A tragédia do Flashback foi alarmante, porque ele foi responsável por criar a maior rede botnet já criada em computadores Mac, o que impôs à Apple a disponibilização de um leque de correções na segurança do Java destes aparelhos.

Por Guilherme Marcon


Como já divulgado por diversos sites, a empresa Kaspersky Lab afirmou que mais de 600 mil computadores Mac foram infectados pelo vírus FlashBack em todo o mundo, e mais de dois mil computadores estão no Brasil. Sendo assim, a Apple divulgou um comunicado oficial declarando que irá disponibilizar uma ferramenta para os usuários conseguirem identificar o malware e eliminá-lo da máquina.

Mesmo com o comunicado, não foi definida uma data para a liberação do download do novo software, mas já foi liberada uma atualização do Java, que corrige a falha que estava permitindo a entrada do vírus nas máquinas.

A Kaspersky já havia disponibilizado em seu site oficial, uma página específica sobre o assunto, onde os consumidores podem fazer uma análise do seu computador para identificar se foram infectados pelo FlashBack ou não. Além da página, já existe um programa da empresa para a remoção do vírus dos Macs, disponível para utilização.

No Brasil, a maioria dos clientes infectados com o vírus são usuários domésticos, bancos e também empresas de comunicação, conforme dados divulgados da análise feita pela Kaspersky Lab brasileira.

Enquanto o software da Apple não sai, vale a pena utilizar o site da Kaspersky e o seu software para remoção do vírus.

Por Guilherme Marcon


De acordo com a empresa Kaspersky, até o início dessa semana, mais de 2,3 mil Macs foram atacados pelo vírus FlashBack Mac OS X no Brasil. Este malware é disseminado através de uma espécie de rede zumbi e já conseguiu infectar mais de 620 mil computadores Mac em todo o mundo.

A pesquisa realizada pela empresa de antivírus Kaspersky indicou que 18% do total de computadores infectados encontra-se na América Latina, onde o México ocupa o primeiro lugar com 13 mil máquinas infectadas e o Brasil o segundo lugar com 2,3 mil.

Conforme afirmação de Dmitry Bestuzhev, diretor na Kaspersky Lab da América Latina, os dados coletados são baseados nos números de IP dos computadores infectados e eles indicam que algumas das vítimas da infecção foram veículos de comunicação, bancos e outras empresas.

A atuação do vírus FlashBack Mac OS X se dá sequestrando a navegação de buscas feita pelos usuários e redirecionando-a para seus servidores próprios, tendo em vista que a infecção acontece por uma fragilidade do Java. Os primeiros dados de infecção com este malware começaram em setembro do ano passado.

A Apple já corrigiu a falha do Java responsável por “permitir” o ataque no início de abril, e o Mozilla comunicou que passará a impedir qualquer navegação que não seja segura do Java para o Windows.

Por Guilherme Marcon





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