Venda de Smartphones continua crescendo, enquanto a de Notebooks e Computadores Pessoais seguem em Queda.

Desde que os smartphones surgiram por aqui, os brasileiros se encantaram com os dispositivos que viraram uma verdadeira febre. Em 2016 alcançamos o número de 168 milhões de aparelhos, um grande aumento em relação aos 152 milhões que estavam em uso no ano de 2015. A pesquisa é realizada anualmente pela FGV-SP para medir os dados de uso e vendas de smartphones no país. Apesar dos bons resultados com smartphones, o mercado para computadores e tablets teve uma quedinha.

Expectativas Futuras:

Espera-se que o mercado de smartphones só vai crescer nos anos que chegam. Segundo a pesquisa, até 2018 o Brasil deverá ter pelo menos 236 milhões de smartphones por aí, o que dá mais de 1 celular para cada habitante.

Também foi constatado que os smartphones estão cada vez mais populares entre o público jovem, inclusive mais populares que notebooks. Isso quer dizer que se alguém estiver com o dinheiro para comprar um notebook, provavelmente optará por um smartphone mais sofisticado.

Para acessar a internet a maioria dos brasileiros já utiliza seus dispositivos móveis, o que explica a queda na popularidade do notebook, que pelo jeito está sendo substituído.

Outros dispositivos:

O número de notebooks e tablets nas casas de brasileiros também é alto, 160 milhões, mas não chega aos pés dos smartphones. Mesmo assim, estamos acima da média mundial, por aqui são mais ou menos 4 dispositivos para cada grupo de cinco habitantes, já a média para o resto do mundo é 78 dispositivos para cada 100 pessoas.

Devido à crise, provavelmente teremos de esperar para atingir a meta de ter um dispositivo móvel por brasileiro. Mesmo assim, até 2020 talvez consigamos chegar lá. Em 2015 as vendas de computadores teve uma queda de 30%. A culpa pode ser da alta do dólar. Mesmo que o preço médio de fabricação dos computadores continue o mesmo, eles chegam caros para o Brasil quando o real está baixa. Claro que os consumidores perdem o incentivo para comprar notebooks que estão mais caros, especialmente em tempos de insegurança e crise econômica.

Os tablets sofreram ainda mais: sua venda caiu 38%. A FGV-SP prevê que o mercado para esse tipo de produto deve ser recuperar em 2016 e prevê crescimento de vendas de 7%.

Gizele Gavazzi


Expectativas para o setor indicam que a queda para este ano está prevista para 8,7%, impulsionada pela crise econômica pela qual o Brasil está passando.

A crise financeira que o Brasil vem enfrentando está desaquecendo o comércio em diversas áreas. O mercado de informática também está sofrendo as consequências da desaceleração da economia, segundo o que foi apurado pela companhia de pesquisa IDC.

A companhia já havia feito uma estimativa, mas após revisar seus números confirmou que a queda na venda de computadores pessoais será ainda maior neste ano. A análise foi feita após a companhia avaliar o grande número de notebooks em estoque nas lojas e também avaliar o real impacto na valorização do dólar para o comércio de PCs.

Na última quarta-feira (dia 26), a empresa informou que a crise nesse setor não se estabilizará tão cedo e provavelmente se estenderá até o ano de 2017. A previsão da IDC é de que as vendas tenham uma queda de aproximadamente 8,7% neste ano. A previsão anterior apontava uma queda 2,5% menor, de 6,2%.

Ainda em sua declaração, a companhia afirmou que acredita que o segundo trimestre do ano tenha sido um período em que a indústria de informática tenha passado por uma transição. A maioria dos vendedores e clientes está se preparando para a chegada do novo sistema Windows 10, no segundo semestre o que pode ter desacelerado novas compras para o setor.

A possibilidade de atualização dos dispositivos antigos para o novo sistema operacional é um dos fatores que diminuem as vendas, assim como o aumento do número de smartphones e suas funcionalidades. Em um cenário de recessão econômica, é natural que o cliente se afaste do consumo desnecessário. E se sua máquina antiga terá acesso ao novo sistema operacional gratuitamente, as novas compras só serão motivadas por motivos mais graves, como obsolência completa do antigo computador do usuário, defeitos, ou mesmo o fim de seu funcionamento.

Ainda segundo a pesquisa, o número de vendas, que só se estabilizará em 2017, trará uma nova tendência: o aumento cada vez maior dos computadores portáveis (notebooks) e uma queda ainda maior nas vendas dos modelos desktop.

Por Patrícia Generoso

Computadores

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Segundo dados levantados pelo instituto IDC Brasil na quinta-feira (18), as vendas de computadores pessoais no Brasil caíram 25% no terceiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. A queda é expressiva e mostra a desaceleração deste tipo de produto para os consumidores brasileiros.  

De acordo com o levantamento da IDC, foram vendidos no terceiro trimestre cerca de 1,6 milhão de notebooks, 23% a menos em comparação anual, e 974 mil desktops, queda de 28% na mesma comparação.  

Os resultados apresentados ficam em linha com as projeções levantadas pelo próprio instituto, que estimou que as vendas iriam recuar 25% no fechamento do ano de 2014, para 10,4 milhões de PCs, sendo 3,9 milhões de desktops e 6,5 milhões de notebooks.

A estimativa da IDC foi piorada em 1% em comparação à anterior, que previa uma queda de 24% nas vendas de PCs em território brasileiro. Já para o próximo ano, a consultoria prevê uma recuperação, mesmo que leve, apresentando um crescimento de 1%.

Segundo Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil, um trimestre desafiador já era esperado, devido ao impacto das eleições nas compras do setor público e nos investimentos da empresas. Além disso, os PCs estão enfrentando uma concorrência cada vez maior de outros dispositivos, como o caso dos smartphones e tablets, que são mais baratos e mais portáteis que notebook e desktops. Ainda, de acordo com Hagge, os desktops e notebooks têm vida útil maior, retardando o processo de troca. Em todo o mundo a desaceleração de PCs é real. Mesmo com o lançamento de notebooks cada vez mais finos e potentes, além de ultrabooks híbridos, as empresas não conseguem reverter o quadro de queda no número de vendas destes equipamentos.  

O mercado de tablets, segundo estimativa da IDC, fechará as vendas de 2014 com uma forte alta de 17%, acima de 10 milhões de unidades. Já para o próximo ano é previsto uma alta ainda considerável de 10%.

Por William Nascimento

Computadores

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O Pinterest é uma ótima opção para o proprietário de uma loja de comércio eletrônico. Com a rede social é possível compartilhar um produto para que os consumidores se interessem pelo bem. As mídias sociais têm intensificado a maneira com que as empresas e os profissionais atuais realizam suas vendas em seus empregos.   Um profissional que trabalhe em alguma instituição de vendas que utiliza a internet para promover seus produtos e serviços deve estar familiarizado com a possibilidade de realizar vendas ou expor produtos nas principais redes sociais. Para conseguir sucesso é necessário ser criativo e manter um bom relacionamento com os clientes que irão interagir com o perfil de sua empresa.  

Para ajudá-lo, elaboramos 3 dias importantes de como vender mais utilizando o Pinterest:  

1. Disponibilize um catálogo dos principais produtos de seu estabelecimento:

O Pinterest é uma ótima ferramenta para expor produtos. Além da foto é importante inserir as características, incluindo o valor, para que o consumidor possa se manter informado para uma possível compra. Tente disponibilizar os produtos de maneira mais clara e transparente possível, para que o seu consumidor não se decepcione ao comprar algo que imaginava ser bem diferente.  

2. Exiba as informações de seu estabelecimento:

Infelizmente a confiança na internet não é das maiores. Por isso é importante manter seu perfil atualizado sobre o endereço de seu empreendimento, além de telefone e e-mail de contato. Desta forma o cliente poderá entrar em contato para solicitar maiores informações ou para comprovar a veracidade de seu negócio.  

3. Fale com seu público:

Se você conseguiu um bom úmero de seguidores no Pinterest deve interagir com eles. Isso é importante. Muito importante. Ao receber um comentário em um determinado produto, responda seu cliente de maneira profissional e educada. O ambiente online permite que você elabore boas respostas para conseguir cativar seu público. Não seja uma empresa que apenas posta seus produtos no Pinterest esperando por clientes. Traga eles até você por meio de uma interação eficiente.

Por William Nascimento

Pinterest

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A empresa de Consultoria IDC Brasil, informou na última quinta-feira, 23 de outubro de 2014, os dados do Estudo “PC Monthly Tracker”, onde o mesmo indica que houve uma queda no número de computadores comercializados em todo o território nacional nos meses de julho e agosto deste ano, chegando a uma marca aproximada de 1,5 milhão de unidades vendidas.

Durante o mês de julho, foram vendidos 787 mil PC’s (computadores pessoais), onde 324 mil unidades comercializadas eram de computadores de mesa (desktops) e outras  464 mil unidades de notebooks. Ou seja, 41% das vendas representaram os desktops e 59% os notebooks. Se comparado ao mês de julho de 2013, a queda no percentual das vendas chegou ao de 35%.

Já no mês de agosto, a queda indicada no estudo chegou aos 27%, se comparado ao ano anterior.  No mês, 760 mil computadores foram comercializados, sendo que deste total, 293 mil unidades vendidas foram apenas de desktops, enquanto a quantidade de notebooks negociados foi bem superior, chegando às 467 mil unidades durante o mês.

Isso significa que foram vendidos 61% de computadores portáteis contra 39% de computadores convencionais.

De acordo com Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil, este resultado já era esperado, por se tratar de um período que antecedeu o primeiro turno das eleições desde ano.

Outro detalhe que contribuiu negativamente para este desaquecimento das vendas foi o fato de ter havido uma diminuição da concorrência entre preços das empresas (fabricantes e comércio), já que este fator de disputa de valores se faz totalmente relevante quando o consumidor pretende adquirir um produto.

Até o final deste ano a estimativa da consultoria não é boa para o mercado. De acordo com os levantamentos realizados pela empresa, esta queda ainda pode atingir os 24% das vendas, sendo esta a mais acentuada já registrada nesta área.

A IDC Brasil é uma empresa que presta serviços de consultoria para indústrias de T.I (Tecnologia da Informação), telecomunicações e mercados de consumo em massa de produtos e serviços tecnológicos.

Por André F.C.

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A gigante americana Microsoft, liderada pelo CEO Satya Nadella, divulgou hoje os resultados financeiros referentes ao último trimestre. A empresa superou as expectativas dos analistas, alcançando um crescimento de 25% na sua receita em relação ao mesmo período do ano anterior. Os benefícios serão reduzidos em 13% por causa de custos de reestruturação. 

A responsabilidade primária dos bons números tem a ver com as vendas do Surface Pro 3. Mas não é somente o Surface que ajudou nos bons números. Diversos outros setores da empresa parecem estar prosperando.  

As vendas do Microsoft Surface tem batido os recordes de vendas neste último trimestre, disponibilizando para a empresa uma receita de 908 milhões de dólares. Isso representa um aumento de 127% em relação ao mesmo período do último ano fiscal.

Grande parte destas vendas estão relacionadas ao último modelo do produto, o Pro 3. Outro produto da empresa que apresentou um ótimo crescimento foi o Xbox One. Neste trimestre a Microsoft vendeu 2,4 milhões de consoles no mundo todo, o que representa um crescimento de 102%.

Anteriormente conhecido como Nokia Lumia, agora Microsoft Lumia, também teve um peso importante no bom desempenho financeiro da companhia. Cerca de 9,3 milhões de unidades do smartphone, em seus diversos modelos, foram vendidas. Com este desempenho, a Microsoft consegue remover o não tão bom resultado apresentado no trimestre anterior.  

Em relação aos softwares desenvolvidos pela empresa, o Office e o Windows apresentaram um crescimento de 5 e 10%, respectivamente. O serviço de nuvem Office 365 apresentou um ótimo crescimento. Os bons resultados apresentados se traduziu em não apenas vender softwares, mas em vender mais dispositivos aos consumidores. 

Os números apresentados pela Microsoft com certeza foram bons para a indústria de smartphones e computadores em geral. O mesmo não acontece com a Amazon, empresa americana considerada referência no e-commerce mundial.

Liderada por Jeff Bezos, a companhia apresentou péssimos resultados no balanço do último trimestre, com quase meio bilhão em prejuízos. As ações da Amazon apresentam queda devido aos números divulgados.

Por William Nascimento

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Os tablets e smartphones estão dominando o mercado e a cada novo lançamento chegam modelos que oferecem mais espaço, maior velocidade e mais opções. Tudo isto, somado à praticidade que estes aparelhos oferecem, tem feito com que os usuários adotem um novo estilo de vida, ou seja, se antigamente, praticidade era poder ter um notebook para transportá-lo para todo lugar, hoje o notebook foi praticamente deixado de lado e, na hora de escolher um aparelho tecnológico para usar fora de casa, tablets e smartphones são os favoritos!

Em casa, o computador continua sendo o preferido, apesar das quedas na venda, mas ainda continuam sobrevivendo ao novo mercado. Para usar fora de casa, além de mais caro, o notebook é maior, mais pesado, por isto vem perdendo espaço rapidamente.

Muitas são as empresas que estão tendo que lidar com esta nova realidade e a Samsung é uma delas.

A marca sul coreana é uma das empresas líderes em se tratando de smartphone, mas no mercado de notebook a Samsung não vê mais motivo para continuar e já decidiu que vai abandonar este mercado, primeiramente na Europa.

E várias empresas estão seguindo este mesmo caminho. A Toshiba já anunciou que vai rever sua atuação no mercado de computadores, a Sony já vendeu a Vaio, uma divisão de notebooks.

A Samsung está decidida a investir onde ela mais tem lucro, ou seja, os novos televisores e os dispositivos Android, que são os mais procurados do mercado atualmente e pesquisas indicam que a tendência é que as vendas cresçam ainda mais nos próximos meses.

Na Europa, a Samsung tinha notebooks top de linha, modelos ultrafinos, além de oferecer naquele mercado os modelos intermediários, mas agora não vai mais continuar com este investimento.

Para o próximo ano, apesar das vendas em baixa, o mercado de PC's conseguirá garantir algum lucro, porém, o mercado de notebook tem as piores previsões, enquanto que o mercado de tablets e smartphones irá continuar crescendo.

Com a queda na venda dos notebooks, a Samsung poderá abandonar este mercado em vários países, ainda neste final de ano.

Por Russel

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Segundo a IDC (International Data Corporation), o Brasil vendeu mais tablets do que computadores e notebooks no ano de 2013. Apenas no último trimestre de 2013, foram vendidos cerca de 3 milhões de dispositivos sem teclado (um aumento de 149% se comparado com 2012), contra 2 milhões de notebooks.

Foi a primeira vez que isso aconteceu aqui no Brasil e possivelmente as estatísticas irão continuar a favor dos tablets. Para a IDC, o fator crucial desse aumento nas vendas deve-se ao fato de que os aparelhos sem teclado são oferecidos por um preço baixo se comparado com os computadores convencionais ou os notebooks.

Ao longo do ano passado, somaram-se um total 8,4 milhões de tablets vendidos no Brasil, a expectativa para 2014 é de que esse número chegue à casa dos 11,1 milhões e que possivelmente supere a venda de notebooks e computadores convencionais juntos.

O tablet hoje é um divisor de águas quando se fala em inclusão digital, muitas pessoas afirmam ter no tablet a primeira experiência com um aparelho que possui capacidade computacional. “Esses tablets de entrada aceleram a inclusão digital no Brasil. 

Muitas empresas também estão de olho na fabricação de tablets temáticos, pois uma boa parte desses aparelhos será fabricado com vistas ao público infantil, é o caso da Candide, que fabrica tablets. “Essa galerinha já nasce interessada nesses produtos hoje em dia, antes mesmo de aprenderem a ler. Ao invés de simplesmente deixar eles mexerem na Internet e nos aplicativos do jeito que estão, achamos melhor trabalhar na criação de um produto que proteja e oriente a experiência infantil. É claro que os pais precisam entender que a Internet é um ambiente hostil, mas uma interface adaptada é muito importante”. Disse André Rincoto, gerente de desenvolvimento da Candide. Portanto, o mercado dos dispositivos sem teclado promete crescer muito nos próximos anos.

Por Marcos V. Milani


Os Notebooks começaram a perder terreno desde que os tablets chegaram ao mercado. Porém, apesar dessa realidade, o fato é que muita gente ainda prefere ter um bom Note, que pode auxiliar a pessoa tanto para seu lazer como em termos de trabalho; e, pensando nessas questões, as principais marcas de notebooks chegaram ao veredicto de que, nesse ano de 2014, muita coisa precisa mudar e ser feita para que mais consumidores e clientes possam ser conquistados.

Seja bem como for, levando em conta o Brasil, a verdade é que nosso país ainda é um dos maiores compradores  de notebooks do mundo. A questão foi que, após a IFA, que é a conferencia de eletrônicos que ocorreu em Berlim, os especialistas perceberam que esses aparelhos precisam de novas funções.

Até porque, diga-se de passagem, o fato é que os smartphones e os tablets estão sempre se reinventando e lançando novidades no mercado de tecnologia. Sendo assim, para não ficar para trás, os notebooks estão começando a criar novas configurações e estilos diferenciados que pretendem alcançar um número ainda maior de clientes.

Um exemplo desse novo quadro, com efeito, é o IdeaPad Yoga 2 Pro da Lenovo que além de bem bonito tem uma tela de 13 polegadas com resolução de incríveis 3200 x 1800 pixels. Seja lá como for, vale dizer que muitas marcas também estão seguindo esse caminho de atualização.

A Sony, por exemplo, também inovou bastante com seu novo ultrabook da linha Vaio que, de uma forma surpreendente, chamou a atenção do  público por ter vários recursos bacanas e um dos designs mais bonitos da atualidade em termos de notebooks.

O grande segredo do momento é investir em novas tecnologias, melhor performance, funções cada vez mais inovadoras, qualidade dos serviços e uma conectividade cada vez mais rápida e eficiente. Agora é esperar para ver se essas Tendências vão pegar.

Not?cias.


Depois de um ano e dois meses no Brasil, a norte-americana Amazon iniciou as vendas de produtos físicos em seu site brasileiro. Até então a empresa vendia apenas bens digitais. Com isto o Brasil se torna o primeiro país da América Latina onde a Amazon possui vendas de bens físicos.

A partir do dia 7 de janeiro já é possível comprar o Kindle, com preços entre R$ 299 e R$ 699, no site amazon.com.br.

O Kindle era apenas comercializado por parceiros da marca americana, como Ponto Frio, Extra e Girafa. O acordo feito entre as marcas permite que os parceiros continuem a comercializar os produtos normalmente.

Com o lançamento do e-commerce no Brasil, a Amazon quer que os brasileiros tenham uma experiência diferente com seus produtos, a começar pelo Kindle Toch e o PaperWhite.

Por volta das 9h o site entrou no ar já anunciando a entrega dos Kindles comprados na residência do comprador.

Alex Szapiro, gerente-geral da Amazon no Brasil, comenta: “A expectativa do consumidor brasileiro com o comércio de maneira geral não é muito alta. O que queremos fazer é aumentá-la. Meu papel e de todo mundo que trabalha na Amazon é trazer essa experiência positiva para o Brasil, e quem vai julgar é o consumidor”, afirmou.

Szapiro, disse ainda que antes de iniciar as vendas de bens físicos, a empresa passou por um árduo trabalho em processos internos, como criar padrões de atendimento, estruturar processos de logísticas e de armazenamento. "A gente dá um passo quando achamos que estamos prontos para dá-lo", disse o gerente.

Em 2014 a companhia quer incentivar a compra em seu e-commerce, aumentar o número de parceiros para que sejam encontrados cada vez em mais lugares.

Por enquanto o site brasileiro não oferece outros produtos a não ser o Kindle e livros digitais. Contudo a Amazon tem intenção de em breve disponibilizar todos os seus produtos.

No lançamento da loja, a companhia aproveitou e fez a divulgação de números atuais do seu catálogo de livros digitais em português. Segundo a marca, o acervo nacional de cópias digitais chegou aos 28 mil títulos, um grande crescimento comparado aos 13 mil livros em português no ano de 2012.

Já os livros grátis dobraram de quantidade em menos de dois anos. Passou de 1550 para 2,6 mil no mesmo período.

Conforme Szapiro, o crescimento no Brasil é vertiginoso. “Nós queremos ter a certeza de que estamos trazendo a melhor experiência de compra para o consumidor brasileiro, pois estamos com as melhores ofertas, a melhor seleção de livros, agora o melhor canal de vendas”, finaliza o líder da companhia no país.

Por Ageu da Rocha

Kindle ? venda no site brasileiro da Amazon

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Nos últimos anos os tablets se tornaram febre entre a população mundial e independente do modelo se tornou uma forma prática e rápida para o acesso da Internet.

Quantas vezes não nos deparamos em diversos locais com pessoas das mais diferentes classes sociais acessando os seus e-mails, redes sociais ou até mesmo lendo um dos seus livros favoritos, que agora são chamados de e-Books.

Os tablets inicialmente foram tidos como os sucessores dos notebooks e netbooks, mas em um mundo onde a tecnologia a cada dia que passa ganha novos horizontes, uma parcela da população faz a opção por um enquanto que outros fazem a opção pela outra tecnologia. Seja qual o lado escolhido conseguimos ver bom resultados em notebooks, netbooks e tablets e bem administrados conseguem torna o seu dia-a-dia bem mais fácil, principalmente quando utiliza ao máximo a tecnologia de todos.

Um bom exemplo de tablete que tem uma tecnologia de ponta é o famoso iPad da Apple que apresenta funcionalidades que conseguem fazer com que as tarefas sejam executadas de uma forma bem mais rápida que o convencional, ou seja, um dos modelos mais conceituados é o  iPad Air que apresenta uma capacidade de wi-fi e também de wi-fi + celular classificada em 4 modelos diferentes que são: 16GB, 32GB, 64GB e 128GB para atender os mais diferentes gostos.

Tablets.

Para aqueles que ficam sempre procurando manter o seu aparelho em perfeito estado, principalmente referente à limpeza esse modelo consegue apresentar uma tela Multi-Touch de 9.7 polegadas que apresenta um revestimento contra impressões digitais e oleosidade.

Já em relação ao chip conta com o A7 que tem uma arquitetura de 64 bits e um coprocessador de movimento M7 que aumenta o desempenho do aparelho, fora as câmeras FaceTime HD e iSight que conseguem transformar qualquer vídeo ou foto em uma perfeita obra-prima, principalmente para aqueles que tem poucos manejos com tecnologias mais avançadas.

Esse produto tem um consumo de energia e bateria que consegue suportar uma utilização em torno de 9 a 10 horas dependendo do procedimento executado.

Para obter maiores informações acesse o site http://www.apple.com/


O mercado de tecnologia, principalmente no que diz respeito à venda de microcomputadores e notebooks, não possui muito o que comemorar em lucratividade. Isso foi o que informou a consultora em tecnologia IDC, acrescentando que só no Brasil, a queda na comercialização desses produtos chega a 10%.

No entanto, o órgão avisa que não se trata apenas de Brasil o aquecimento, uma vez que em torno do mercado global, a redução das vendas de computadores de mesa e portáteis como os notebooks amargam a média de 13%.

Neste primeiro mês do ano de 2014, já foram vendidos 3,4 milhões de computadores, mas, no ano de 2013, era se comemorado a marca de 3,8 milhões, sendo que ao longo do mesmo ano de 2012 ocorreu a franca queda nas vendas.

Contudo, não há o que se reclamar de todo, afinal, nesse mesmo passo aumentou-se consideravelmente as vendas de tablets, aparelho pelo qual, acreditam os consumidores, ser melhor para se jogar games, navegar pela internet e aproveitar todos os tipos de aplicativos. Mesmo assim, afirma o IDC, os usuários têm preferido a compra de tables que estejam com preços mais em conta – aqueles que reúnem maiores características do que se chama de custo x benefício.

O momento não é de boa notícia, infelizmente, o IDC adianta que durante todo o ano de 2014 pode ter uma diminuição de 8% nas vendas, ao mesmo passo que os tablets continuarão experimentando uma ótima fase por ter boa capacidade de locomoção (eles estão cada vez mais leves), potentes e com uma variedade de preço que cabe dentro de todos os orçamentos.

Funcionais e com capacidade para desenvolver as mesmas atividades de um computador de mesa e notebook, é compreensível entender a razão dele estar tão em alta no comércio da tecnologia, superando em boa parte a preferência do público que é fã de uma boa tecnologia.

Por Michelle de Oliveira

Vendas de computadores

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Os computadores estão sendo menos privilegiados no mundo da tecnologia e o público é quem diz isso.

De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de tecnologia Gartner, as vendas caíram no último trimestre. As remessas de PCs totalizaram US$ 80,3 milhões no último trimestre, o menor nível desde 2008. Os números apresentaram uma queda de 8,6% nas vendas, o que confirma a preferência pelos tablets. Aliás, essa mudança no gosto do consumidor beneficiou a Apple e o Google, mas em compensação, a Microsoft e a Intel foram bastante afetadas.

Computador

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"A transição dos consumidores de PCs para os tablets para consumo diário de conteúdo continuou a reduzir a base instalada de PCs tanto nos mercados emergentes quanto nos maduros", disse Mikako Kitagawa, principal analista da empresa pesquisadora. "Uma maior disponibilidade de tablets Android, mais baratos, atraíram novos consumidores nos mercados emergentes, e serviram como dispositivos suplementares em mercados maduros”, informa.

Na Europa, Oriente Médio e África, a queda foi ainda mais drástica: um total de 13,7%. A Ásia-Pacífico apresentou 11,2% de recuo. Por outro lado, o mercado dos Estados Unidos cresceu 3,5%, impulsionado por baixos estoques sendo preenchidos e a popularidade dos modelos com chips mais novos da Intel.

Por Jaime Pargan


A Lenovo, fabricante chinesa de computadores, smartphones, tablets e demais aparelhos eletrônicos afirmou que será a líder de vendas no mercado brasileiro, superando a Positivo. Atualmente a empresa ocupa a segunda posição com 9,7% do mercado nacional, ultrapassando a Acer e a Samsung.

Segundo dados do IDC, a Positivo possui 16,5% do mercado nacional. Isso se deve, principalmente, pela conquista do varejo em várias lojas. Para alguns especialistas, dificilmente a Lenovo irá conseguir uma fatia tão grande do mercado nacional em um prazo tão curto. 

Mesmo com a perda me mercado para os tablets e smartphones, os computadores ainda possuem um público cativo. A Positivo detém a liderança de mercado desde 2005, fruto de acordos e parcerias com grandes lojas de eletrônicos.

O mercado da Lenovo tem crescido pela satisfação dos clientes quanto a marca e pela estratégia da empresa no país. Começou pela compra da CCE em 2012. Foi ofertado o valor de R$ 700 milhões pela empresa brasileira. A aquisição ocorreu após a Positivo recusar a oferta feita pela Lenovo em 2008. A Positivo também tem crescido, sobretudo por buscar novas alternativas, lançamento de novos produtos e entrada no mercado corporativo.

Por Robson Quirino de Moraes


Uma das última novidades da tecnologia, o tablet teve suas vendas diminuídas no 2º trimestre de 2013, comparado ao que foi vendido no 1º trimestre, de acordo com dados da IDC; um dos motivos para a crise seria a falta de um novo lançamento de um iPad no mercado (tablet da Apple).

Conforme explicou Tom Mainelle, um dos representantes da IDC, a Apple é como se fosse um termômetro na venda de tablets, e quando a empresa lança algum modelo novo, automaticamente os consumidores se voltam para o consumo de tablets, e isto contribui para a venda do aparelho, seja qual for a marca.

Nos seis primeiros meses de 2013, 45,1 milhões de tablets foram vendidos; mesmo com a queda no 2º trimestre de 2013, o montante do presente ao ano é 60% superior ao número de vendas de 2012.

À princípio, a Apple tinha a intenção de lançar seu mais novo modelo de tablet no início do ano, mais precisamente em março, no entanto, após estudos, seus diretores chegaram à conclusão que o lançamento deveria ser no final do 3º trimestre, de forma a coincidir com o período de festas do fim do ano, e assim se aumentar as vendas.

Por Vinicius Cunha


Com cerca de 67% da participação de tablets no segundo trimestre de 2013, o Android, do Google é o sistema operacional que está mais presente nos tablets comercializados no mundo. Segundo dados divulgados pela empresa de consultoria Strategy Analytics, foram vendidos, cerca de 51,7 milhões de aparelhos com o sistema operacional, ficando muito à frente dos principais concorrentes.

A Apple perdeu muito espaço em relação ao ano passado. O sistema iOS, desenvolvido pela empresa contou com uma participação de 28%, ante aos 47,2% do ano passado. Os números tiveram queda de 17 milhões para 14,6 milhões de unidades vendidas com o sistema operacional. Quem ainda perdeu espaço para os modelos com Android foi a Microsoft. A empresa de Bill Gates deteve apenas 4,5% do mercado de tablets no trimestre entre abril e junho, mesmo com a redução dos preços do Surface.

O Android tem ganhado espaço por conta dos parceiros de Hardware. Samsung, Google, Amazon e diversas marcas menores. O somatório das vendas desses tablets saltou de 18,5 milhões no segundo trimestre de 2012 (51,4% do mercado) para 34,6 milhões no mesmo período deste ano. Enquanto a venda de iPads foi de 14,6 milhões de unidades, o que representa uma queda de 14%.

Já a Microsoft vendeu pouco mais de 2,3 milhões de unidades dos tablets com sistema Windows RT. O número baixo em relação aos concorrentes se dá por conta do valor dos tablets, além da pouca oferta de aplicativos e do baixo interesse dos desenvolvedores em trabalhar com o sistema.

Por Robson Quirino de Moraes


Pesquisas realizadas pelas consultorias IDC (International Data Corporation) e Gartner revelaram um déficit no mercado de computadores pessoais.

Os dados colhidos pela Gartner apontam que o setor sofreu uma queda de 11,2% nas vendas, comparando o primeiro trimestre de 2013 ao mesmo período do ano passado. Segundo a empresa de pesquisa, um resultado tão negativo assim não é registrado desde 2001.

A IDC foi ainda mais trágica. Ela afirma que o declínio de vendas na área nunca foi tão baixo desde 1994, com uma baixa de 14%.

Os estudos feitos pela IDC também mostram os fabricantes mais afetados. Entre eles está a Hewlett-Packard (HP), líder no mercado com 11.997 unidades vendidas, que foi a mais prejudicada vendendo 24% menos do que no último ano.

Não são só nos dados que as duas consultorias divergem. Elas também acreditam em causas diferentes para o problema. De acordo com a Gartner, não é de se espantar que os PCs tenham perdido espaço com um crescimento tão grande dos dispositivos móveis. Já a rival acredita que o lançamento do Windows 8 no final do ano passado não surpreendeu as expectativas do consumidor, o que conduziu a crise nas vendas. 

Por Davi Pizelli


Uma das maiores lojas de comércio online do mundo, a Amazon sempre teve seu foco na venda de livros on-line. Foi também uma das pioneiras na comercialização em formatos digitais de conteúdo literário e muito antes da febre tos tablets multi-função se espalhar pelo mundo, o e-Reader lançado pela Amazon batizado de Kindle já existia na mão de milhões de leitores pelo mundo.

Recentemente, a Amazon iniciou suas atividades no Brasil e lança agora um novo dispositivo para leitura de seus e-books. O Kiindle Paperwhite já pode ser adquirido na loja da amazon e na versão mais básica custa R$ 479,00. Há também outro modelo com 3G gratuito para acessa a Amazon.com e Wi-Fi que sai por R$ 699.

Os diferenciais são o novo display cuja iluminação pode ser ajustada, e a longa duração da bateria que pode chegar a semanas dependendo do uso. Armazena cerca de 1100 e-books pesando pouco mais de 200 gramas. As dimensões são 169 milímetros de altura por 117 milímetros de largura e apenas 9,1mm de espessura. Para quem adquire o aparelho a amazon disponibiliza ainda milhares de e-books gratuitamente.

Por Bruno Hardt


Ao que tudo indica o futuro no mercado de processadores serão os modelos com oito núcleos e é com base nesta idéia a empresa AMD iniciou as vendas do seu modelo FX-8300.

Este processador é do tipo octa-núcleo com arquitetura Vishera de 32 nanômetros e um TDP de 95 W que proporciona um consumo menor.

Fonte: Techtudo

 

Além disso, o FX-8300 tem como características interessantes cachê L2 com 2 MB para cada um dos seus quatro módulos, modo TurboCore com 3,6 GHz, clock de 3,30 GHz, dentre outras.

Para quem deseja adquirir um processador como o FX-8300, a AMD já disponibilizou este produto no mercado mundial com valores a partir de 190 dólares.

Por Ana Camila Neves Morais


Aconteceu nesta quarta-feira, dia 26 de dezembro de 2012, mais uma edição do Boxing Day no Brasil.

Este evento consiste na oferta de produtos no comércio eletrônico após as compras de Natal e neste ano o e-commerce registrou um lucro de aproximadamente R$81,6 milhões com cerca de 201.573 pedidos realizados pela internet.

Este valor consiste em um crescimento de 39% em relação ao ano de 2011 com os produtos mais vendidos sendo os eletrodomésticos, roupas, acessórios e produtos de beleza.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


Neste ano de 2012, a THQ – empresa especializada no desenvolvimento de jogos eletrônicos decretou falência e está trabalhando sob a supervisão do Clearlake Capital Group até a finalização das vendas de seus bens e projetos nos próximos 30 dias.

Esta situação gerou o interesse de diversas empresas do ramo de games para adquirir os projetos e jogos da THQ. Uma destas interessadas, segundo rumores que circulam na internet, seria a Ubisoft.

A empresa francesa estaria interessada na aquisição de projetos como Metro e Darksiders e já teria iniciado as negociações, mas está aguardando o momento em que a THQ venda seus projetos a preços menores.

Por Ana Camila Neves Morais


A Microsoft está buscando ganhar um mercado do gigante de buscas Google: o serviço de e-mail.

Isto ocorre porque o Google informou que irá eliminar, de forma gradativa, a sincronização das contas de e-mail de novos clientes por meio do EAS (Microsoft Exchange ActiveSync).

Este serviço é utilizado por meio do licenciamento do EAS da empresa Redmond pelo Google e Apple para oferecer e-mail em smartphones e tablets além de realizar a sincronia entre calendário e contatos em várias situações.

Por isso, o Google Sync ficará restrito à contas grátis que já foram criadas e a clientes do Google Apps que pagam a partir de 30 de janeiro de 2013.

Com essa decisão a única organização que perde é a Microsoft já que o Google informou que não irá criar aplicativos do Gmail, Google Drive e outros voltados para o sistema operacional Windows RT ou Windows 8.

Por isso, a Microsoft está incentivando os usuários não pagantes do Gmail que utilizem o Outlook.com com a manutenção de seus endereços eletrônicos atuais.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última semana, um grande colecionador de jogos do game Super Nintendo fez uma grande venda: colocou à disposição no eBay todos os seus 721 jogos do console.

E estas raridades com a sua caixa original e em perfeito estado de funcionamento está sendo ofertada por um valor de 24,9 mil dólares que equivalem a cerca de 50 mil reais.

O objetivo do proprietário em vender todas estas raridades do Super Nintendo é para utilizar o dinheiro para comprar toda a coleção de jogos do SNES que foram lançados no Japão e na Europa.

Por Ana Camila Neves Morais


Segundo pesquisas da IDC, empresa contratada pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), foram comercializados no Brasil 2,8 milhões de tablets no ano de 2012. O número é muito alto comparado às vendas de 2011, quando foram comercializados apenas 1,1 milhão de tablets, ou seja, um aumento nas vendas de cerca de 153%.

Muitas pessoas acham que o tablet substitui o PC, o que é não é verdade. O tablet é um aparelho com utilidades mais simplificadas do que o desktop. Para quem precisa usar todos os dispositivos presentes no computador, é melhor não adquirir o tablet, que serve apenas para suportar demandas menores como acessar páginas da internet e ler e-books.

Um dos motivos para o aumento das vendas de tablets no país foi sem dúvida a nova lei aprovada em 2011 pela presidenta Dilma Rousseff. Essa nova lei define que os tablets também devem ter os mesmos benefícios da Lei do Bem, que tornou os computadores mais acessíveis no Brasil. Com isso, o governo quer estimular os fabricantes, tanto nacionais quanto estrangeiros, a fabricarem esses aparelhos no país.

Em 2013, os empresários e comerciantes podem ficar otimistas, pois a previsão da IDC é um aumento de 90% nas vendas do produto.

Por Nathalia Henderson


Quando a dona do Windows lançou o seu primeiro tablet, a sua meta era de vender entre dois e quatro milhões de unidades. Entretanto, parece que o “plano” foi por água abaixo.

De acordo com informações divulgadas por Detwiler Fenton, o número de vendas do Surface com Windows RT nem chegou ao marco máximo de 600 mil unidades vendidas e parece que essa quantidade não mudará muito.

Provavelmente a Microsoft deveria ter repensado algumas questões antes de iniciar a venda do tablet com uma expectativa tão alta de venda para os primeiros meses no mercado. Primeiro, a logística de distribuição do aparelho é muito ruim, pois está sendo feita somente pelas distribuidoras oficiais da empresa, que são poucas ao redor do mundo. Além disso, fora os pontos oficiais, o tablet somente pode ser comprado por meio do site oficial da Microsoft, o que limitou muito as possibilidades de compra.

Entretanto, apesar da alegação de Detwiler, como a Microsoft nunca divulga os dados de suas vendas com exatidão, há quem afirme que a meta de dois milhões de Surfaces vendidos já foi atingida.

Por Guilherme Marcon


Dezembro promete ser um mês bom para os fãs brasileiros da Apple. Quem está aguardando ansiosamente pelos novos lançamentos da companhia recebeu uma ótima notícia sobre este assunto.

Segundo o site G1, algumas lojas brasileiras já revelaram que venderão o  iPhone 5 e também o iPad 4, que deverão chegar antes do Natal. O único produto que ainda não tem previsão de chegada ao mercado brasileiro é o iPad Mini, que provavelmente chegará só em 2013 ao país.

Duas varejistas deram a confirmação sobre a venda dos produtos, mas apenas a Saraiva se identificou. A loja confirmou que o iPad 4 estará disponível antes das festas do final do ano, porém não revelou a partir de qual data ele começará a ser vendido, nem mesmo informações sobre os preços foram reveladas.

A expectativa é que o preço do novo tablet não seja muito mais caro que o iPad 3, que atualmente está sendo comercializado no Brasil por preços que vão de R$ 1,5 mil a R$ 2,3 mil.

O iPad Mini, como dito anteriormente, não teve seu lançamento confirmado no país, mas ele já foi homologado pela Anatel e deverá chegar no início do ano que vem.

Por Felipe Santos Bonfim


No dia 23 de outubro, a Apple finalmente revelou o seu iPad Mini, confirmando a especulação de que o aparelho realmente existia. O lançamento foi feito em um evento na Califórnia.

O iPad Mini é o menor tablet já lançado pela Apple até então, com tela de 7.9 polegadas. O sistema operacional é o recém-lançado iOS 6 e o design é exclusivo, sendo um pouco parecido com o iPod Touch, tendo 7.2 milímetros de espessura e pesando 308 gramas.

Na realidade, o iPad Mini não é simplesmente uma versão menor do iPad, porque além do design exclusivo, as configurações são inferiores ao iPad de terceira geração. O novo tablet possui processador de dois núcleos A5, resolução de 1024 x 759 pixels e compatibilidade com 3G, além de capacidade de armazenamento de 16 GB, 32 GB e 64 GB. Essas características são idênticas ao iPad de segunda geração. Entretanto, o iPad Mini supera o iPad 2 em outras configurações, como o 1 GB de memória RAM, bateria que é capaz de durar até 10 horas e câmera traseira de 5 MP. Mesmo assim, uma das principais características é o design exclusivo, que foi feito especialmente para o iPad Mini, com corpo leve e de alta resistência, nas cores branca e preta.

Uma jogada da Apple foi apresentar o iPad Mini como um ótimo leitor de e-books, o que amplia mais a sua concorrência com os famosos e-readers do mercado, indo além dos tablets. Com isso, o iBooks também foi atualizado e agora é compatível também com português.

O novo tablet da Apple chega às lojas dos EUA já no dia 26 de outubro, mas está em pré-venda no site da Maçã. O valor inicia em US$ 329, na versão com 16 GB e Wi-Fi, e vai até US$ 659, na versão completa com 64 GB, 3G e Wi-Fi.

Por Guilherme Marcon


No dia 24 de julho, um tribunal alemão proibiu a venda do Galaxy Tab 7.7 da Samsung em toda a Europa. De acordo com informações do site Daily Mail, esse mesmo tribunal também decidiu que a fabricante sul-coreana fez modificações suficientes no Galaxy Tab 10 e afirmou que o tablet não infringe nenhuma patente ou design da Apple, o que permitiu a volta das vendas do dispositivo.

O juiz afirmou que a parte de trás e as laterais do aparelho da Samsung possuem um design muito parecido com o da Apple, semelhança que é inaceitável e com isto ordenou que fossem interrompidas as vendas do tablet em toda a Europa. Tanto a Apple quanto a Samsung são as maiores fabricantes de eletrônicos de consumo do mundo todo e as duas disputam patentes em tribunais em dez países.

Porém, um juiz decidiu que era impossível que os consumidores se confundissem entre o tablet da Samsung e o da Apple. Como penalização a Apple teve que publicar um anúncio em seu site do Reino Unido, onde afirmava que a Samsung não copiou o design do iPad em seus tablets.

Por Guilherme Marcon


Com a evolução do mercado e a melhoria dos dispositivos disponibilizados para compra, o desejo por aparelhos finos e potentes é constante. Para as pessoas que não podem pagar dois mil dólares ou mais em um MacBook com tela de Retina, a saída perfeita são os ultrabooks.

Conforme o NPD Group, estes aparelhos estão colaborando na manutenção do mercado de notebooks dos Estados Unidos. Isso, porque os ultrabooks com Windows e preços acima de US$ 700 corresponderam a 11% das vendas no varejo dos EUA, nos cinco primeiros meses de 2012. Fato que também colaborou para uma queda de apenas 3% na venda de notebooks de linhas Premium com o sistema operacional da Microsoft e um crescimento de 39% (com relação a 2011) nas vendas de notebooks com valores superiores a US$ 900.

Ainda assim, de acordo com o NPD, a queda na venda de computadores que rodam com o Windows no mercado global foi de 17%, para máquinas com preços mais acessíveis. Estes números indicam que as pessoas têm investido mais em computadores melhores, do que se preocupado em economizar dinheiro quando se trata de um novo computador.

Por Guilherme Marcon


Tendo em vista uma grande gama de opções de compra em questão de tablets e a queda nos preços, os brasileiros vêm aderindo a este tipo de dispositivo cada vez mais. O número de vendas de tablets está crescendo e se aproximando dos notebooks e desktops.

Atualmente, mais de 370 mil aparelhos foram vendidos no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da IDC. Isso representa uma porcentagem de crescimento muito grande, que é 351%. Ainda, de acordo com a IDC, 2012 deve ser encerrado com um número de 2,5 milhões de tablets vendidos no Brasil, valor extremamente maior do que os 800 mil de 2011.

Conforme Attila Belavary, a taxa de crescimento dos tablets é muito maior do que de desktops e notebooks, no mercado brasileiro. Isso, tendo em vista que as vendas começaram com o valor de 110 mil em 2010, passando para 800 mil em 2011 e chegando agora à estimativa mencionada. Além disso, uma projeção feita pela IDC indica que, neste ano, para cada quatro notebooks, um tablet será vendido. Sendo que no ano passado, essa comparação era de dez notebooks para um tablet.

A grande explicação dada para esse súbito crescimento é a queda constante de preços. Várias empresas, como a Positivo, a Samsung e a Motorola, já entraram no Processo Produtivo Básico no Brasil, o que dá benefícios tributários às empresas e que reduzem os seus preços. Ainda, anteriormente, havia poucas opções de tablets no Brasil e, com isso, os preços eram muito elevados, mas agora com o número de concorrentes sendo grande, os valores começaram a cair muito.

Por Guilherme Marcon


De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner o número referente às vendas de tablets para o ano de 2012 deverá aumentar 98% em todo o mundo, o que totaliza um crescimento de 118,9 milhões de aparelhos. Em 2011 o número de tablets vendidos foi de 60 milhões. 

Ainda segundo o estudo, o sistema iOS da Apple continuará na liderança do segmento, a participação do iPad será de 61,4% se as previsões forem confirmadas. O segundo lugar será ocupado pela gigante de buscas, Google, com o seu sistema operacional Android, o número de tablets com o sistema representará 31,9% do total das vendas mundiais. O Windows 8, da Microsoft, terá participação de 4,1% no mercado, sendo que esse percentual deverá crescer até o final de 2016 e alcançar 11,8% de market share. 

Um fator que influenciou ainda mais esse resultado foi a venda de tablets para serem usados nas empresas, esse uso corporativo irá representar cerca de 35% da receita total até o ano de 2015. A pesquisa revelou que nem sempre a aquisição é feita diretamente por empresas, muitas vezes são os próprios profissionais que compram o equipamento e o utilizam em escritórios. Esse costume recebeu o nome de consumerização ou byod, a sigla em inglês para “bring your own device”. 

Por Joyce Silva


Somente em 2011, o mercado brasileiro vendeu 5 milhões de notebooks e teve um aumento de 60% em relação ao ano anterior, segundo dados de uma auditoria realizada pela GfK Consumer Choices.

A pesquisa revelou que mais de 1/3 das vendas deste aparelho estão abaixo do valor de R$ 1.000,00, o que alavancou a participação do canal generalista neste tipo de comercialização de produtos. Os supermercados, hipermercados e lojas de departamentos são responsáveis por 35% das vendas de informática no setor de varejo em 2011.

Outro dado importante foi a variedade de itens comercializados, foram 1.548 modelos, o que representou um crescimento de 37% em relação a 2010. Aparentemente o número parece alto, mas se comparado com outros países é relativamente baixo, a Rússia, por exemplo, comercializou 10 mil modelos e a Alemanha 9 mil, ambas em 2011.

A região Sul do Brasil apresentou a maior concentração de notebooks, com 57% das vendas, já o Nordeste teve 41% das vendas de desktops e a região Sudeste teve maior concentração de netbooks: 10%.

Os tablets, que já estão ganhando seu espaço, tiveram 5% das vendas do varejo brasileiro.

E o cenário mundial continua com boas projeções para o setor de eletrônicos. As previsões indicam que os consumidores poderão gastar mais de US$ 1 trilhão com esses equipamentos em 2012.

Por Natali Alencar


Agora que o iPad 2 foi lançado, fica a dúvida: quando ele chegará ao Brasil? Será que teremos que esperar até o Natal para por as mãos na segunda geração do tablet? Por enquanto não sei a resposta para essa pergunta. De certo, só que não será no primeiro lote de países no dia 25 de março.

Mas se serve de consolo, a Apple já atualizou a página do iPad no Brasil. Agora quem acessa o endereço www.apple.com/br/ipad se depara com todas as informações sobre o iPad, incluindo belas imagens e também alguns vídeos. Talvez isso indique que o lançamento do tablet por aqui desta vez não demore tanto.

A Apple também incluiu um botão chamado “Avise-me”. Uma vez clicado ele nos leva para uma página que permite cadastrar o e-mail e receber informações em primeira mão sobre a chegada do iPad 2 ao Brasil. Eu, claro, não perdi tempo e já me cadastrei.

Por Maximiliano da Rosa

 

Fonte: iTouchBR


A IDC Brasil, juntamente com dados apurados pela Receita Federal, informou à Folha os números referentes à importação legal de iPads no ano passado, que atingiu 64 mil aparelhos. Não foram contabilizados os iPads trazidos do exterior.

Para esse ano, espera-se que o número de tablets da Apple vendidos chegue a 300 mil apenas aqui no país. O número de lojas que comercializam o iPad é de aproximadamente 150, e mesmo com tablets de outras marcas, como o Galaxy Tab da Samsung já apontarem no mercado, a procura maior ainda é pelo iPad que teve grande procura durante o Natal.

Segundo Luciano Crippa da IDC Brasil, a realidade que se tem no Brasil não é um mercado consolidado de tablets e sim um mercado de iPads.

Por Andrea Gomes


Nem só os celulares fazem a cabeça do brasileiro. De acordo como uma pesquisa divulgada pela Abinee, Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, pela primeira vez na história o número de notebooks vendidos no país superou o número de desktops, ou computadores de mesa.

De acordo com a Associação, o número de notebooks vendidos aumentou 39% em relação ao ano passado com 7,15 milhões de unidades comercializadas. Já as vendas de desktops bateu o número de 6,8 milhões.

O setor de informática é um dos que mais cresceu neste ano e tem previsão de 13% de aumento no ano de 2011. Em relação a 2009, o aumento do segmento foi de 17%.

Por Camila Porto de Camargo

Fonte: Abinee


A demanda por tablets parece que não irá acabar tão cedo. Depois de lançar moda e virar objeto de desejo ao redor do mundo, o iPad finalmente possui um concorrente à altura. O tablet produzido pela Samsung, o Galaxy TAB, já bateu a marca das 600 mil unidades vendidas em um mês, segundo a fabricante.

Segundo a Samsung, se as vendas continuarem neste ritmo, provavelmente ele feche com folga a marca de um milhão de unidades até 2011. Uma das vantagens do Galaxy e que pode colocá-lo no topo em breve, é o fato de já estar disponível em mercados emergentes, como o Brasil.

Ao contrário do iPad, lançado em abril e que é vendido em países selecionados pela Apple, o Galaxy se mostra mais acessível.

Por Camila Porto de Camargo

Fonte: IDG Now!


O Natal está chegando. E as vendas de PCs devem acelerar. Certo? Quer dizer, depende. Segundo o instituto de pesquisas americano Gartner isso vai depender dos tablets. Segundo o levantamento da empresa as vendas de computadores nos Estados Unidos no terceiro trimestre caiu mais de 7% em relação ao mesmo período. Os número preocupam, pois era esperado um crescimento de 12 por cento nas vendas.

As vendas de laptops, especialmente os netbooks, também foram afetadas e caíram depois de dois anos de subidas constantes. Nesse caso, a culpa também é dos tablets. Não que esses dispositivos estejam vendendo tanto assim, já que o único modelo disponível até o momento é o iPad. O problema parece ser a espera pelos lançamentos dos tablets da concorrência.

É que muita gente está de olho nos novos tablets que serão lançados no fim do ano e início de 2011. Antes de comprar um novo PC ou um netbook, essas pessoas querem ver os tablets de perto.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: MacWorld


De olho na movimentação do mercado de informática com a chegada do Natal, a Sony anunciou o lançamento de mais dois modelos de notebooks para a consagrada linha Vaio. Investindo na sofisticação e configurações de respeito, os modelos VPC-EE23EB e VPC-EE25FB custarão R$2.399 e R$3.199 respectivamente.

O primeiro terá processador AMD Athlon de 2,1 Ghz, 320 GB de HD, placa de vídeo integrada, 4 GB de memória RAM, tela de 15,5 polegadas com resolução 1366x768p, HDMI, USB e virá com Windows 7 Home Basic. Já o segundo modelo terá drive Blu-ray, processador AMD Phenom II Triple-core de 1,8 GZ, 500 GB de HD, além de todos os itens do modelo mais em conta.

Ainda não há data certa para a chegada dos modelos ao mercado.

Por Camila Porto de Camargo

Fonte: Info Abril


Funcional, fino, elegante e atualmente o máximo em sofisticação e tecnologia, os Tablets chegaram com força total ao mercado de tecnologia e o sucesso do Ipad da Apple vai alavancar as vendas deste novo aparelho, que como todos os aparelhos tecnológicos se tornará indispensável principalmente por sua funcionalidade.

De acordo com recente pesquisa da Consultoria Gartner as vendas destas maquininhas fantásticas devem alcançar a marca de 19,5 milhões de aparelhos vendidos neste ano de 2010. E o sucesso, segundo as previsões, deverá se estender pelos próximos anos, pois para 2011 deverão ser vendidas, de acordo com as estimativas, 54,8 milhões de unidades. Atualmente o grande mercado consumidor é a América do Norte, responsável por 61% das vendas de tablets em 2010. Com a disseminação dos aparelhos pelo resto do mundo, conforme as estimativas da consultoria, a participação da América do Norte caia para 43%, ou seja, mesmo assim alcançando quase a metade dos tablets a serem vendidos no mundo.

Segundo os especialistas da Gartner o fato de reunir em um só aparelho uma série de aplicações que hoje são executadas por outros dispositivos eletrônicos como games portáteis, tocadores de vídeo e música e e-readers fará com que os tablets ganhem cada vez mais espaço por trazer a funcionalidade e a rapidez de todas as aplicações em um só aparelho eletrônico. Ainda de acordo com a Consultoria Gartner os netbooks serão os atuais aparelhos que mais perderão espaço com a queda do preço médio dos tablets, o que deverá ocorrer nos próximos dois anos.

Por Mauro Câmara

Fonte: Tecnologia IG


Um estudo confiado pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) assinalou que no 1º trimestre deste ano as vendas de computadores pessoais, pelo Brasil, sintetizaram quase 2,9 milhões de unidades, ascensão de 23% ante os primeiros três meses de 2009.

Informações mais específicas indicam que o crescimento foi alçado, principalmente, pelo segmento corporativo do país, com salto de 17%, pouco mais de 1,1 milhão de computadores comercializados no mercado. A entidade estima que durante 2010, 14 milhões de equipamentos serão vendidos, elevação de 17% em relação ao ano passado.

Conforme reportagem confeccionada pelo portal de notícias G1, o setor acreditava que os computadores pessoais teriam grande queda devido a alta nas vendas de notebooks. No entanto, as empresas têm preferido adotar desktops, indica a pesquisa.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.





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