Venda de Smartphones continua crescendo, enquanto a de Notebooks e Computadores Pessoais seguem em Queda.

Desde que os smartphones surgiram por aqui, os brasileiros se encantaram com os dispositivos que viraram uma verdadeira febre. Em 2016 alcançamos o número de 168 milhões de aparelhos, um grande aumento em relação aos 152 milhões que estavam em uso no ano de 2015. A pesquisa é realizada anualmente pela FGV-SP para medir os dados de uso e vendas de smartphones no país. Apesar dos bons resultados com smartphones, o mercado para computadores e tablets teve uma quedinha.

Expectativas Futuras:

Espera-se que o mercado de smartphones só vai crescer nos anos que chegam. Segundo a pesquisa, até 2018 o Brasil deverá ter pelo menos 236 milhões de smartphones por aí, o que dá mais de 1 celular para cada habitante.

Também foi constatado que os smartphones estão cada vez mais populares entre o público jovem, inclusive mais populares que notebooks. Isso quer dizer que se alguém estiver com o dinheiro para comprar um notebook, provavelmente optará por um smartphone mais sofisticado.

Para acessar a internet a maioria dos brasileiros já utiliza seus dispositivos móveis, o que explica a queda na popularidade do notebook, que pelo jeito está sendo substituído.

Outros dispositivos:

O número de notebooks e tablets nas casas de brasileiros também é alto, 160 milhões, mas não chega aos pés dos smartphones. Mesmo assim, estamos acima da média mundial, por aqui são mais ou menos 4 dispositivos para cada grupo de cinco habitantes, já a média para o resto do mundo é 78 dispositivos para cada 100 pessoas.

Devido à crise, provavelmente teremos de esperar para atingir a meta de ter um dispositivo móvel por brasileiro. Mesmo assim, até 2020 talvez consigamos chegar lá. Em 2015 as vendas de computadores teve uma queda de 30%. A culpa pode ser da alta do dólar. Mesmo que o preço médio de fabricação dos computadores continue o mesmo, eles chegam caros para o Brasil quando o real está baixa. Claro que os consumidores perdem o incentivo para comprar notebooks que estão mais caros, especialmente em tempos de insegurança e crise econômica.

Os tablets sofreram ainda mais: sua venda caiu 38%. A FGV-SP prevê que o mercado para esse tipo de produto deve ser recuperar em 2016 e prevê crescimento de vendas de 7%.

Gizele Gavazzi


De acordo com uma pesquisa feita pela Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, os usuários que leem livros ou artigos antes de dormir podem atrapalhar o sono e ter efeitos negativos sobre a saúde. 

Alguns pesquisadores da Universidade de Harvard compararam a diferença entre realizar uma leitura de livros de papel e outra em leitores digitais antes de dormir. Eles descobriram que as pessoas que possuem o hábito de ler livros digitais, consequentemente levam mais tempo para dormir e não tinham um sono de qualidade. E, por essa razão, se sentiam bem mais cansados ao acordarem na manhã seguinte.

Mas por que isso acontece? Segundo os pesquisadores, o motivo está na luz  azul (faixa de onda) emitida pelos aparelhos digitais (e-readers), que podem prejudicar o relógio biológico. A exposição excessiva à luz azul à noite desacelera ou impede a produção de melatonina, hormônio que regula o sono.

Esta pesquisa foi realizada com 12 pessoas que ficaram dentro de um laboratório na universidade por duas semanas. Eles passavam cinco dias lendo em um iPad e cinco dias lendo em livros de papel.

Logo após passar os dez dias, foram realizados exames de sangue que confirmaram que a produção de melatonina era menor quando as pessoas liam no tablet. Essas pessoas tinham um sono leve e se sentiam mais cansadas que as outras.

De acordo com o coordenador da pesquisa, Charles Czeisler, dormir mal aumenta o risco de doenças cardiovasculares, doenças metabólicas, como a obesidade, diabetes e o câncer. Por esse motivo, os resultados obtidos nesta pesquisa preocupam os médicos.

Czeisler comenta que há uma preocupação especial com os jovens que já possuem deficiência do sono e ficam ligados em seus aparelhos eletrônicos de madrugada. 

Segundo a pesquisadora Victoria Revell, que realiza pesquisas sobre o impacto da luz sobre o corpo na Universidade de Surrey, no Reino Unido, recomenda aos adolescentes que reduzam o uso excessivo dos dispositivos eletrônicos que emitem luz à noite, para evitar problemas de saúde futuramente.

Por Raquel Alice Moreira

Foto: Thinkstock


Todo aparelho eletrônico deve ter um cuidado especial, pois são frágeis e podem estragar facilmente e de diversas formas. Hoje a maioria das pessoas tem um computador, notebook e smartphone em casa, ou até mais.

Conheço pessoas que tem: PC, notebook (uns 3), netbook, tablet, smartphone e outros aparelhos que não sei o nome direito.

Cada hora inventam uma coisa nova e todos eles têm uma coisa em comum: precisam de muito cuidado. Eles podem se estragar com quedas, com energia elétrica, com calor, com sujeira, com água, com calor, com atrito e ufa! Acho que só. Pois é. São muitas as maneiras de colocar seus equipamentos em risco. Tem que cuidar.

Evite deixá-los nas beiradas das coisas (mesas, mesinhas, cadeiras, armários), pois você ou outra pessoa pode esbarrar e ele cair. Evite deixá-los ligados na tomada por muito tempo mesmo que seja para recarregar, pois eles aquecem e podem danificar o processador. Aí já era. Só o lixo mesmo. Sem falar que na maioria das cidades as quedas de energia são constantes e essas quedas causam ainda mais oscilações na corrente onde você carrega seu aparelho. Usamos uma energia suja e inconstante, uma das piores do mundo.

Agua. Está certo que ninguém lava o telefone embaixo da torneira, mas algumas formas da água estragá-lo são: deixá-lo no bolso enquanto vai ao banheiro e ele cair no vaso (fato bem comum e acontece com frequência); deixá-lo naquela mesinha ao lado da cama bem embaixo do umidificador (o acúmulo de vapor de água durante toda a noite em cima do aparelho pode danificá-lo); entrar no mar com o aparelho.

Enfim, siga os cuidados básicos e você terá um aparelho funcionando por muito mais tempo, pois sabemos que, por mais cuidado que tenhamos, eles não são eternos.

Por Luciana Viturino

Aparelhos eletr?nicos

Foto: Divulgação


As suítes de softwares para escritório da Microsoft estão disponíveis gratuitamente para tablets e smartphones equipados com iOS e Android. Disponibilizar o Word, Excel e PowerPoint gratuitamente é uma estratégia da Microsoft para seus produtos em nuvem.  

A suíte Microsoft Office Mobile já estava disponível gratuitamente para usuários Android e iOS desde março deste ano. O que a Microsoft fez foi separar as três aplicações, a fim de que, se você precisar somente do Word, poderá realizar o download do app.  

O iPad teve sua versão do Office melhorada e agora apresenta funcionalidades completas além de apenas editar textos. É possível utilizar os aplicativos de maneira bem parecida aos softwares da versão desktop. Para tablets Android, a Microsoft lançou uma prévia da versão beta do que será a suíte Office. À primeira vista, é muito semelhante à versão do iPad.  

Para dispositivos móveis, a Microsoft adicionou um novo sistema chamado de Reflow View, que permite ao usuário aplicar zoom nos documentos para que possam manipulá-los sem muita dificuldade. Com estas melhorias, trabalhar com qualquer aplicativo da suíte Office está mais prático e eficaz.  

As versões para iPhone e iPad já estão disponíveis. Já os usuários de dispositivos Android terão de esperar até o início de 2015 para contarem com as aplicações.

É necessário possuir um tablet entre 7 e 10,1 polegadas rodando a versão KitKat do sistema operacional do Google. Por enquanto, a Microsoft não está aceitando tablets com a versão 5.0 Lollipop.  

Clientes do Office 365 ainda contarão com vantagens. Algumas delas são a possibilidade de edição avançada e colaborativa, armazenamento ilimitado no OneDrive e integração com o Dropbox.  

O Dropbox também anunciou uma parceria com a Microsoft para integrar seu sistema de armazenamento em nuvem com mais intensidade dentro dos aplicativos do Office. A ação permitirá que cerca de 35 bilhões de documentos do Office, como planilhas e apresentações que estão armazenadas no Dropbox, possam ser acessados com facilidade a partir das aplicações móveis do Office para iOS e Android.

Por William Nascimento

Office para tablets

Foto: Divulgação


Foi-se a época em que um celular com internet era um sonho de consumo, hoje em dia todo mundo tem um celular seja com o sistema do Google ou da Microsoft, que é o caso dos aparelhos Nokia.

Imaginávamos que o mundo fosse evoluir mas não tão rápido, em 2000 um laptop era luxo, sem falar dos computadores e celulares enormes que mal cabiam no bolso. As tecnologias avançam a cada ano, em 2011 foi o ano dos tablets com o surgimento do iPad. Os tablets sumiram das prateleiras das lojas e o sistema só cresceu. Hoje se pode ter uma caneta que grava, um relógio que recebe chamada e SMS ou até mesmo um óculos que tira foto em tempo real, é muito para você que é jovem? Imagina para os nossos pais, que já se acostumaram com a indústria rotineira sem internet e sem tudo isso, sem falar que daqui a alguns anos provavelmente as pessoas nem se quer sairão de casa para ir comprar algo ou até mesmo trabalhar, será tudo virtual.  

Está a procura de um celular, mas não sabe qual escolher? Não sabe qual sistema querer, Android ou Windows? Aqui vão umas dicas para você não errar na hora de escolher seu novo celular. Dicas de celulares bons, com bom preço e que têm tecnologia de ponta.  

Se você está procurando em preços pequenos a dica é comprar celulares menores com a resolução da câmera menor que é o caso do Samsung Galaxy Star Trios. Ele tem a capacidade para obter 3 chips, tela de 3.14, Android 4.1 e câmera com resolução de 2 MP além de conter Wi-Fi, GPS, MP3 e Processador de 1 Ghz Single Core. O preço está na faixa de R$ 279,00.  

Agora se você não está preocupado com o preço e sim com a qualidade e modernismo a dica é a compra de um dos melhores dispositivos móveis já feito, o Xperia Z2, da Sony, com uma tela de 5.2 com uma resolução de 1920×1080 pixel com Wi-Fi e GPS e leitor de  leitor multimídia, rádio, videoconferência, e Bluetooth. Sem falar da memória interna de 16 GB com uma câmera de  20.7 megapixels que grava vídeos em Full HD e além de ter uma pulseira inteligente  que grava todas as atividades do usuário de fotos até músicas ou físicas o que o torna mais fantástico. O preço do celular está em média de R$ 2.249,10.

Dois celulares bons, com funcionalidades diferentes devido ao preço, porém ambas as opções são boas.

Agora vamos falar de algumas tecnologias que estão em lançamento do mercado de 2014 e 2015:

– Lançamento do Windows 9: há rumores de que o Windows 9 será lançado em abril de 2015 com novidades. O Windows novo vem sendo chamado de "Treshold" e conforme boatos a Microsoft não manterá muita coisa do antigo sistema, pois os usuários não estão muito satisfeitos.

– Entre os lançamentos de notebooks a Sony sempre inova e surpreende com um novo computador Vaio Type G que é a prova d´água pelo incrível sistema de drenagem que consegue escoar a água sem danificá-lo, além de ter uma resistência ótima e um sistema que permite que os arranhões na tela não atrapalhem a performance. Por enquanto  o notebook só foi lançado no Japão no valor de US$ 1.500, mas certamente esse notebook é perfeito para a leva de consumidores do Brasil.  

Por Cristiano Moreno Nascimento

Sony Xperia Z2

Sony Vaio Type G

Fotos: Divulgação


O uso de dispositivos móveis como celulares e tablets para escutar música é cada vez mais disseminado. Tanto pelas rádios quanto por sites como Youtube, Vevo (nos clipes) e mais recentemente o SoundCloud. Nessa linha de atuação surgiu o Spotify, um software altamente personalizável para quem quer acessar suas músicas via internet.

O Spotify atua como um serviço de Streaming musical que reproduz músicas de várias produtoras como Sony, Warner Music, Universal, EMI, etc. Através desse programa o usuário é capaz de encontrar músicas por estilos, artistas, álbum ou ainda playlists específicas. Tudo feito online com muita facilidade e acessibilidade. 

Vale lembrar que você não paga nada pelo serviço embora exista a versão "premium" que será discutida logo mais adiante. Na versão grátis para computadores e tablets, é possível usufruir de todos os recursos online do software, como tocar músicas específicas, gerar playlists baseadas na escolha de uma música ou banda, qualificar playlists, etc.

A versão dos celulares é mais modesta, permitindo que o usuário escolha um álbum ou playlist baseada no seu gosto mas que será reproduzida de maneira aleatória. Na versão "premium" você pode salvar as músicas de sua preferência para escutar offline, o que é muito bem vindo quando você perde o sinal do Wi-Fi e a versão do aplicativo para o celular fica bem mais ampla.

O aplicativo foi lançado originalmente em 2008 e hoje já tem cerca de 40 milhões de usuários dos quais, até maio de 2014, 10 milhões utilizam o serviço "premium". O aplicativo está disponível em quase todas as plataformas tanto de telefonia, quanto no que diz respeito aos tablets e computadores e tem sido muito difundido recentemente devido à variedade de músicas presentes e à qualidade do serviço que não apresenta slowdowns em conexões estáveis.

É possível se cadastrar usando o Facebook e outras redes sociais. Para usar basta acessar o endereço www.spotify.com/br e baixar o aplicativo.

Por Nosf

Spotify

Foto: Divulgação


A Lenovo está disposta a brigar com as grandes marcas do mercado de smartphone, lançando modelos exclusivos que visam facilitar cada vez mais para os usuários e apresentar novidades surpreendentes, como o novo modelo apresentado na IFA 2014, tratando-se de um smartphone ideal para a realização de selfies, além de um novo notebook que se transforma em desktop.

Os smartphones apresentados foram os X2, Z2 e Z2 Pro, sendo que a família dos Z2 são exclusivos para a realização de selfies, contando com um sistema exclusivo para atender este mercado que é tendência mundial, pois seja entre usuários comuns ou famosos, as selfies continuam em alta.

O Z2 e o Z2 Pro se destacam frente à concorrência porque são smartphones desenvolvidos exclusivamente para os usuários que gostam de tirar selfies, pois conta com uma ótima câmera dianteira, bem superior aos demais smartphones que hoje estão no mercado, contando com 8 megapixel enquanto a câmera traseira oferece 13 megapixel, além de vir com o Sony Exmor BSI, além de um ótimo sistema para estabilizar as imagens.

O modelo conta com tela de 5,5", resolução de 1280 x 720 px, processador Snapdragon quad-core 64 bit, 32GB de espaço interno e suporta até 2GB de memória. E o novo smartphone da Lenovo já vem atualizado com a última versão do Android, o KitKat 4.4 e a promessa de duração da bateria é para um dia de uso.

Os preços previstos são:

– Z2 – US$ 439 (R$ 780,43);

– X2 – US$ 399 (R$ 892,24).

Na linha de PC's a Lenovo apresentou o Horizon 2S que é mais leve que o All-in-One que hoje temos no mercado.

Outro lançamento de sucesso foi o ThinkPad Helix 2, uma espécie de 5 em 1 que é destinado às empresas, pelo fato de poder ser utilizado como um notebook ou se o usuário quiser, poderá ser transformado em um desktop, que é um computador de mesa.

Se a tela fica para fora funciona como um laptop, mas pode ser acoplado a um teclado e se transformar em um PC com tela de 11,6", Windows 8.1 e vem acompanhado de uma caneta especial para tocar a tela.

O preço do notebook que vira desktop ficará na casa dos US$ 999 (R$ 2.237,56).

Lenovo Z2 Pro

Lenovo Z2 Pro

Lenovo Horizon 2

Lenovo Horizon 2

Lenovo ThinkPad Helix 2

Lenovo ThinkPad Helix 2

Fotos: Divulgação


Segundo informações que circulam pela internet, a gigante mundial Microsoft, está trabalhando para seu novo lançamento tecnológico: uma tela sensível ao toque que desperta no usuário sensações físicas de verdade. Uma tecnologia, principalmente, útil para o display de tablets e celulares.

De acordo com um dos responsáveis pelo projeto, baseado em conceitos de eletrovibração, a novidade "funciona como mágica" e pode ser aplicada de diversas formas.

Há alguns anos atrás não era nada comum ver alguém utilizando um dispositivo com tela sensível ao toque, especialmente um celular. Atualmente, smartphones, tablets, GPS e até mesmo monitores que fazem parte do dia a dia trazem telas do gênero. Seja na rua ou dentro de casa, em caixas eletrônicos espalhados pela cidade, por exemplo, não é tão incomum ver alguém usando os dedos (ou uma caneta especial) para manipular o conteúdo mostrado no display.

Apesar de ter caído nas graças dos fabricantes e utilizadores há pouco tempo, a história das telas sensíveis começou há cerca de 50 anos, na Inglaterra, com o inventor E. A. Johnson. De lá pra cá, o conceito evoluiu bastante por meio de contribuições de vários cientistas ao redor do mundo.

Os touchscreens “táteis” foram elaborados para possibilitar que os usuários tenham sensações como a do clique de um mouse, mas ao tocar na tela. O artifício é capaz de fazer, por exemplo, com que a pessoa “sinta” o “peso” virtual das pastas (conforme o seu número de arquivos) ao arrastá-las no visor.
 “É muito, muito legal. É pegar um pequeno pedaço de vidro e fazê-lo ser algo diferente. É quase como mágica”, diz o desenvolvedor.

Segundo ele, o projeto foi criado para proporcionar aos usuários uma experiência “multisensorial”, que difere dos mecanismos de interação “bidimensionais” existentes até hoje. Para isso, eles aplicaram voltagem à superfície do display, o que cria uma fricção entre os dedos do usuário e a tela.

No entanto, essa tecnologia ainda está no estágio inicial e não tem previsão de chegar a dispositivos finais, por enquanto.

Por Michelle de Oliveira

Novidade tecnol?gica da Microsoft

Foto: Divulgação


Parte dos usuários que digitam por horas em smartphones e tablets acha desconfortável o teclado virtual que eles oferecem. Estes ainda preferem o teclado físico, pois permite maior produtividade, precisão e conforto.

Recentemente a empresa norte-americana Tactus Technology inventou uma nova tecnologia que parece mágica, segundo diversos sites internacionais. Trata-se de botões que surgem na tela sensível ao toque na hora da digitação e desaparecem quando o usuário termina de digitar, voltando a ser uma tela plana touchscreen normal. Estas informações foram dadas pelo CTO da empresa, Micah Yairi, em Las Vegas, durante a Consumer Electronics Show (CES) 2014, em uma entrevista para o site Business Insider.

Essa nova tecnologia possui a capacidade de se adaptar a qualquer tela sensível ao toque. É possível implantar a nova tela apenas fazendo a substituição da camada superficial do dispositivo. Além disso, não é necessário uma adaptação na estrutura do aparelho no momento da substituição. Quando se toca na tela sensível, fluídos passam por diversos microcanais que expandem rapidamente a camada de polímeros, fazendo os botões surgirem. Estes só aparecem na hora da digitação, sendo inutilizáveis em aplicativos como jogos e desenhos.

Segundo a empresa, “a sensação de tocar é cinco vezes mais rápida que a da visão”. Dessa forma, o novo sistema vai agradar tanto usuários que gostam dos botões como os que não sentem falta deles. A tecnologia deve ser lançada ainda no ano de 2014, mas não há data prevista.

Ela deve ser incorporada em smartphones e tablets produzidos por diversas empresas nacionais e internacionais. Ainda não se sabe os custos para ter uma tela dessa em um dispositivo. Porém, ela ainda precisa de alguns polimentos antes de ser lançada no mercado.

Ainda está havendo estudos detalhados em laboratório para o seu ótimo funcionamento. A nova missão da Tactus é fazer com que o sistema já saia de série no futuro.

Por Danilo Gonçalves

Smartphone com botões que somem

Foto: Divulgação


Após ser anunciada em junho de 2012, a tecnologia que gera alto relevo em telas sensíveis ao toque foi exibida durante a CES 2013, que aconteceu em Las Vegas.

A tecnologia foi apresentada no estande da Tactus, que estava localizado no Eureka Park, e ela traz a promessa de proporcionar efeitos de alto relevo nas telas de smartphones e tablets. No estande foi exibido um tablet que possuía a tecnologia.

De início, há certa estranheza ao ter que apertar um botão de alto relevo que na verdade não deve ser apertado e sim apenas tocado. A tecnologia funciona de forma que há uma espécie de sensor em microcanais que percebe quando os reservatórios devem se encher de um líquido específico para o alto relevo, formando os botões.

Até então, conforme a Tactus, a novidade só funciona com botões, mas a ideia é que no futuro seja possível aplicar uma matriz completa com microcanais que sejam capazes de criar qualquer forma na tela.

Ainda não há nenhum aparelho que seja compatível com a tecnologia, somente alguns que foram hackeados pela equipe de desenvolvedores da Tactus. A empresa informou que está negociando com algumas fabricantes de gadgets para lançar um dispositivo com a tecnologia.

Por Guilherme Marcon





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