Ferramenta Reactions permite que o usuário escolha outras opções para interagir com a postagem.

Desde muito tempo, os usuários do Facebook têm pedido outras opções para o botão “Curtir”. Alguns pedem até mesmo a opção de “Descurtir”, como forma de interagir melhor com as postagens e publicações da rede.

Pensando nisso, o Facebook começou a testar desde o dia 8 de outubro, a ferramenta que foi batizada de “Reactions”. A ferramenta permite que o usuário escolha entre opções como um coração e uma risada, para interagir com a postagem.

A explicação dada por Mark Zuckerberg em sua rede social é a de que nem sempre os sentimentos provocados por um momento são expressados por um simples “curtir” e as opções vêm com o intuito de diversificar os momentos dos usuários.

A novidade vem com seis botões adicionais, que incluem emoticons de tristeza ou raiva, por exemplo. O botão “não curti” ainda não chegou, mas já é uma boa forma dos usuários demonstrarem seu descontentamento com alguma postagem que lhes cause algum desconforto.

Segundo Zuckerberg, “Reactions” dá ao usuário o poder de demonstrar facilmente sua tristeza e empatia.

A novidade foi lançada inicialmente na Irlanda e na Espanha, para testes, e somente depois disso chegará a outros mercados, como o brasileiro.

Enquanto a ferramenta não chega ao Brasil, os usuários continuam interagindo como podem: a opção de comentar com um emoticon já está disponível, e por enquanto é um bom substituto para o botão “Reactions”.

O grande problema da ferramenta “Reactions” é que cada vez mais a interatividade na internet está ligada a somente um clique. Se antes era necessário comentar uma postagem, para demonstrar sua indignação ou seu descontentamento, agora basta um clique para que um emoticon faça esse trabalho por você. Uma boa funcionalidade, todos concordam, mas que pode afastar cada vez mais as pessoas, e silenciar cada dia mais as opiniões.

Por Rodrigo Silva

Reactions


A rede social mais comentada da atualidade, o Facebook, criou uma nova ferramenta. Ela será implementada na rede com o intuito de ajudar muitas pessoas que estão passando por situações complicadas. O intuito da ferramenta é colaborar na luta mundial contra o suicídio. 

A sua função é bastante discreta. Para que ela funcione, é necessário que as pessoas reportem para o Facebook possíveis mensagens suicidas publicadas nos perfis dos amigos.

A rede social começará a distribuir o novo recurso dentro de poucos meses para o público norte- americano. De acordo com o Facebook, a ferramenta deverá ser aprimorada para ser apresentada para outros paises.

A ferramenta parece "mais um" adereço da rede, no entanto, ela possui uma conotação bastante importante e pode ajudar a salvar vidas no mundo inteiro.

O funcionamento é bastante simples: se uma pessoa perceber no seu feed de notícias que um amigo publicou uma mensagem de desespero ou que seja traduzida num possível suicídio, ela poderá reportar a publicação para o Facebook.

Na próxima vez que o amigo fizer login, ele receberá uma mensagem gerada de forma automática oferecendo auxilio. A ajuda prestada pelo Facebook será dada questionando se a pessoa quer falar com alguém ou se precisa de dicas de apoio.

O Facebook já oferece o serviço de apoio ao suicida, no entanto, ela é apresentada de forma mais trabalhosa. Para reportar o post suicida é necessário entrar em contato com a rede, encaminhando o link do perfil ou até mesmo o print da tela contendo a mensagem suspeita. Agora, com o novo mecanismo, ficará muito mais rápido e fácil reportar à equipe.

Outra novidade é que os profissionais responsáveis por esta área estarão disponíveis 24 horas dos sete dias da semana.

Se estiver precisando de ajuda para suportar uma situação difícil, entre em contato pelo 141 com o Centro de Valorização da Vida (CVV).

Por Melina Menezes

Foto: divulgação


Um dos maiores desafios do Facebook, praticamente desde sua fundação, é acertar no algoritmo do feed de notícias. Tanto para perfis pessoais, como para administradores de página, o resultado das notícias que aparecem para os outros usuários não é cem por cento satisfatório.

Para isso, o Facebook criou uma versão especial da rede social, com alguns usuários reais convidados, formando um grupo de 30 pessoas, para que conteúdos significativos para elas apareçam em sua timeline.

Apesar do conteúdo aparecer de forma aleatória e sem classificação específica de ordem, a intenção é que o usuário observe apenas uma história/feed por vez. A meta é que esses avaliadores olhem 100 postagens por dia, sendo pagos por unidades.

Ao final de cada dia, esses mesmos convidados devem responder a oito perguntas sobre a experiência de uso de cada um e, ao término, é necessário que escrevam algo falando o que sentiram ao lerem ou visualizarem as histórias específicas de cada feed.

A pesquisa já trouxe alguns resultados. Entre eles, já foi observado que os usuários da rede social dão mais importância para conteúdos publicados por familiares ou amigos próximos, incluindo mensagens e imagens.

Outra descoberta, que pode parecer óbvia, mas não havia sido notada pelos diretores do Facebook, foi que não é sempre que uma pessoa clica em ‘Curtir’ signifique que ela tenha real interesse no que foi publicado, e sim, apenas uma maneira de tentar se aproximar da pessoa que postou o conteúdo que foi curtido.

Agora, uma constatação das pesquisas, que já havia sido notada por muitos administradores de página, e foi realmente confirmada, é que as pessoas não se interessam tanto pelos anúncios pagos pelas empresas, que muitas vezes incomodam os usuários.

Apesar de ser uma das formas do Facebook manter sua renda, é algo que não agrada aos usuários da rede social, e não estão dando retorno para as empresas, uma vez que a quantidade de aparições do anúncio não é grande, o valor cobrado é considerado alto e as pessoas raramente clicam nos anúncios.

Por Felipe Villares

Foto: divulgação


As redes sociais são, de forma incontestável, a grande febre desse século. E, se elas não se atualizarem, perderão espaço para a concorrência. Depois de inúmeras sugestões, o Twitter finalmente incrementou novos recursos em sua plataforma.

A novidade fica por conta de duas ferramentas: a função de captura de vídeo (e upload) pelo celular, e a função de mensagens diretas em grupo. Apesar do anúncio feito pela empresa na terça-feira, 27 de janeiro, os recursos ainda não estão disponíveis para todos os usuários.

No recurso de captura de vídeo por celular, a ferramenta oferece a possibilidade de inserir vídeos em uma conversa sem a necessidade de sair do aplicativo, podendo ser realizada na mesma hora em que as imagens são capturadas.

Diferente de outra rede social, o Instagram, no caso do Twitter é possível fazer upload de vídeos com até 30 segundos de duração, que também inclui uma opção de edição linear dos vídeos. Além disso, para visualizar o vídeo antes do upload não é necessário abri-lo, pois ele pode ser pré-visualizado em miniatura, e para reproduzir é necessário apenas um toque pelo aplicativo.

O outro novo recurso disponível também se tornou muito interessante: agora é possível assistir ou ler a tuíter determinados, porém conversar de forma particular sobre cada um deles.

Também será possível transformar uma conversa pública em conversa privada com um grupo menor, selecionando as pessoas que você deseja que façam parte dessa conversa restrita.

Com essa função de grupos, os usuários terão uma nova maneira de interação, pois o novo recurso abre a possibilidade de um usuário iniciar uma conversa com qualquer um de seus seguidores, mesmo que ele não o siga.

Quem for adicionado a uma conversa privada através da nova ferramenta de mensagens privadas em grupo, deverá receber uma notificação em sua conta, para saber que está participando de um novo bate-papo.

Apesar de simples, essas duas novas ferramentas farão muita diferença para os usuários do Twitter, que gostariam de interagir mais com seus seguidores.

Por Felipe Villares

Foto: divulgação


A notícia de que o supercomputador Watson irá vasculhar a rede de microblog veio pelo próprio site do Twitter. Trata-se de uma parceria entre a empresa do pássaro azul e a IBM, dona da inteligência artificial que derrotou humanos em um programa de perguntas e respostas.

O propósito de Watson nessa nova parceria é simples: vasculhar a rede do microblog para analisar e fazer um perfil das preferências, opiniões, desejos e comportamentos dos usuários. Tudo para fins corporativos, ou seja, essas informações serão vendidas para empresas interessadas em aprender mais sobre os consumidores.

Isso tem seu lado positivo. Empresas aprenderão mais rapidamente o que está agradando ou desagradando seus clientes. Lançarão produtos mais correspondentes com nossos desejos e necessidades. O problema, dentro desse raciocínio, é que o Twitter pode ser uma fonte um tanto questionável, ou no mínimo limitado, para se aprender sobre as pessoas.

Partindo para a esfera mais "ética", muitos usuários podem se sentir desconfortáveis ou violados ao saberem que estão sendo o tempo todo observados por um computador com inteligência artificial. Mas, sabemos sabemos que em qualquer rede social gratuita nossas informações são a mercadoria para gerar lucro.

Não é novidade que tudo o que postamos na Internet é usado pelas empresas. A diferença agora é qual tecnologia está sendo empregada.

Para entender melhor, é preciso conhecer o Watson mais de perto. Ele foi desenvolvido a partir da ideia de criar um computador que pudesse vencer no programa norte-americano Jeopardy. Para isso, seria necessário um software que pudesse responder qualquer pergunta. Ele analisa uma massa de dados em linguagem natural, oferecidos pelos desenvolvedores.

No nível ético não podemos saber com certeza de como nossas informações serão usadas. O mais correto por parte do Twitter seria que pudéssemos escolher quais informações queremos compartilhar com o Watson. Mas será que valeria a pena para os negócios?

Já em termos mais "apocalípticos", o Watson fará um trabalho digno dos pesadelos de qualquer fã de ficção científica distópica. Há tempos, muitos se preocupam com os rumos que a inteligencia artificial pode tomar.

Será que, ao varrer redes sociais como o Twitter, o Watson é mais um passo rumo à "Skynet", o pesadelo apocalíptico que povoa o imaginário popular da geração tecnológica?

Por Alexandre S.T.

Foto: divulgação


Uma nova rede social vem se tornando a sensação da internet nos últimos dias. O público alvo são aqueles usuários insatisfeitos com o Facebook, considerado a maior rede social do momento, mas que pelo visto não tem agradado a todos.

A plataforma Ello garante mais privacidade aos usuários, além de se declarar contrária ao abuso de campanhas publicitárias. Ainda em teste, a nova rede social criada em 2013, somente aceita convidados, por enquanto. Mas se você tem interesse em ser um desses convidados basta acessar o endereço da rede ello.co e solicitar um convite, embora não dê para saber quando seu pedido será atendido. A demora na aceitação dos convites é reflexo da grande demanda sobre a novidades, bastantes pessoas estão interessadas na nova rede, seja por insatisfação com as atuais ou mesmo só por curiosidade.

De acordo com o fundador da Ello, Paul Budnitz, a rede chegou a receber mais de 30 mil pedidos de inscrição em apenas uma hora, e ainda, de acordo com o noticiário do site BetaBeat a cada três ou quatro dias dobra consideravelmente o tamanho do portal.

A Ello está localizada em Vermont, nos Estados unidos, e foi lançada por um grupo programadores e artistas, liderados por Budnitz, para ser uma página “simples, linda e livre de publicidade". Com um investimento inicial de US$ 435 mil do fundo de investimento de capital de risco FreshTracks Capital pretende adotar algum modelo de negócios rentável para dar lucro aos investidores.

Por enquanto, a plataforma adota uma versão “freemium", gratuita, porém com restrições, algumas funções do portal ainda dependem de pagamento. Ainda não se sabe que funcionalidades poderiam ser ou não cobradas e qual será essa valor, já que a Ello ainda apresenta recursos básicos nos perfis dos usuários.

Em comparação ao seu principal concorrente, o Facebook, a Ello possui uma postura antipublicidade e se propõe a abrir mão de regras restritivas, como exigir que os usuários criem perfis com seus nomes verdadeiros.

Por Vivian Schetini

Ello

Foto: Divulgação


Hoje, as redes sociais são as plataformas mais visitadas e usadas pelos internautas. Existem redes que reúnem pessoas em geral, como o Facebook, como redes que agrupam pessoas de uma determinada área, como é o caso da Designoteca. Ela é uma rede social que junta designers para exposição de artes e projetos, como uma vitrine para mostrar trabalhos. O consumidor pode entrar e escolher o seu desenho preferido e pedir a entrega do objeto físico na sua própria casa.

Essa rede social existe há dois anos e não exige nenhum tipo de cadastro para que o consumidor possa conhecer melhor os trabalhos dos profissionais, isso facilita a interação e a compra dos materiais. Para quem se interessa em desenhos autorais, alguns desses podem ser vendidos ou até mesmo baixados de graça no próprio site.

O Designoteca funciona de uma forma simples e criativa. O usuário baixa o conteúdo pela própria rede e depois pode solicitar para uma das empresas cadastradas (são 10 ao todo) que faça a impressão em 3D do desenho escolhido pelo usuário. O trabalho é feito e entregue na casa do cliente muitas vezes com um preço muito mais competitivo do que os cobrados em lojas exclusivas de designers.

O site se divide em seções para facilitar a escolha do usuário, que pode escolher entre os modelos “Chic”, “Clássico”, “Prático”, “Divertido”, “Consciente” e “Inovador”. O usuário consegue ver os trabalhos sem qualquer tipo de cadastro, contudo os usuários cadastrados têm páginas próprias com link personalizado, em que pode realizar postagens e comprar os produtos.

O interessante da rede social é que ele é um ambiente colaborativo. Além da interação com o cliente, os criadores também podem ajudar um ao outro em seus projetos. Podem tanto dar opiniões no projeto do outro quanto construir projetos juntos, tudo de forma amigável e respeitosa.

O consumidor que se interessou em projetos de um designer ou mais, pode também segui-lo para apreciar mais trabalhos dele e até mesmo curtir e comentar como no Facebook. 

Por Carolina Miranda

Designoteca

Foto: Divulgação


A rede de relacionamentos profissionais LinkedIn está se consolidando como uma boa fonte de troca de informações neste aspecto.

Um reflexo disto reside no fato de que diversas empresas atualmente estimulam seus empregados a utilizarem esta rede social.

Para melhorar esta questão, o LinkedIn oferece a possibilidade de criar embaixadores sociais se tornando colaborador de uma marca ou empresa e auxiliando, assim, em uma maior visibilidade e fortalecimento dos negócios de uma marca ou organização.

Fonte: R7.com

Os embaixadores sociais nesta rede podem oferecer conselhos sobre o uso de redes sociais, incentivar o uso do LinkedIn bem como reforçar a importância de manter perfil atualizado para obter maiores resultados externos.

Por Ana Camila Neves Morais


A rede social Twitter abriu um novo espaço de possibilidade para as empresas. Agora, as organizações que desejarem enviar mensagens pessoais para grupos de seguidores já podem preparar suas campanhas.

Algumas marcas globais como a Coca-Cola, British Airways, The Washington Post e Wendy's, já utilizavam o recurso em parceria com o microblog antes de este ter disponibilidade para todos os usuários. A ferramenta que permite o uso desta função será o de tweets promovidos.

As mensagens instantâneas poderão ser enviadas para seguidores e não seguidores das marcas, o que pode ser traduzido no aumento da quantidade de spams. Estes anúncios são marcados com a cor laranja embaixo do tweet, visando mostrar ao usuário que trata-se de uma propaganda livre.

O Twitter é uma rede social que proporciona aos blogueiros compartilhar pequenas frases sobre os momentos em que eles vivem. É possível publicar fotos, links e integrar sua conta a outras redes. O site ficou conhecido também pelo contato direto com as celebridades e pelos Trending Topics, que indicam os assuntos mais "quentes" do dia no mundo.

Para conhecer um pouco mais sobre a rede social, acesse o site www.twitter.com.

Por Tadeu Goulart


A rede social do momento anunciou esta semana mais uma parceria para aumentar ainda mais o interesse pelo Pinterest. Ela já é a terceira mais acessada nos Estados Unidos, perdendo apenas para o Facebook e também para o Twitter e está sempre em busca de melhorias no seu site para fazer com que as pessoas não percam interesse pela marca.

A novidade desta vez é uma parceria com o principal concorrente do YouTube, o Vimeo, para exibir vídeos por streaming.

Os vídeos do YouTube já estavam sendo aceitos pela rede social desde o ano passado, mas os links do Vimeo ainda não tinham sido associados no painel do Pinterest. Agora, com essa integração, os usuários têm mais uma opção para colocar no seu Dashboard.

A expectativa é que esta integração aumente o número de “pins” do site, especialmente nos Estados Unidos onde o Vimeo tem mais audiência do que em outros países.

Além disso, no comunicado oficial feito pela equipe do Pinterest, foi dito também que existe uma conexão forte entre a rede social com o Vimeo, já que os dois serviços são feitos para pessoas que buscam um conteúdo mais diferenciado, com design mais agradável e artístico.





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