Desde os primórdios da eletrônica, quando ainda dependíamos de válvulas para que os equipamentos funcionassem, o maior problema sempre foi o aquecimento. Como dissipar o calor excessivo?

O problema é que todo equipamento eletrônico precisa de eletricidade e eletricidade gera calor. Mesmo com toda tecnologia disponível no mercado, esse ainda é um problema muito grande. Nos computadores de mesa, temos maiores chances de dissipar o calor porque os gabinetes são maiores e podemos instalar coolers adicionais que auxiliam nessa tarefa.

O processador é o item que mais aquece e um efeito colateral que ele apresenta quando ele não está sendo devidamente refrigerado é que o computador começa a travar. Isso ocorre também em notebooks, netbooks, ultrabooks, tablets, smartphones, enfim, em todos os equipamentos que possuam uma central de processamento.

Em notebooks o problema pode ser sentido na pele, literalmente. Quem possui o hábito de usar o notebook no colo, percebe logo o calor que ele emite. E o fato de você mantê-lo no colo faz com que o notebook não consiga a devida ventilação, fazendo o processador aquecer mais e sofrer riscos de travamento.

Quando o processador trabalha acima da temperatura ideal, os circuitos que o compõe entram em pane e não conseguem enviar os comandos aos dispositivos, fazendo-o travar. Em muitos casos ocorre até o perigo de queimar a peça.

Um notebook deve trabalhar em cima de uma superfície lisa, firme e fria, para que o sistema de ventilação e exaustão funcione adequadamente. Muito bom também utilizar exaustores externos, aqueles suportes com ventiladores que se coloca o notebook em cima e funcionam através das entradas USB.

Smartphones aquecem também, pois possuem como os demais equipamentos, um processador. Manter o aparelho o dia inteiro na tomada gerará um calor excessivo ao aparelho, que pode sim queimar. E outra coisa, equipamentos eletrônicos com excessivo calor são ninhos de insetos, principalmente formigas, que danificam o aparelho. Por isso, mantenha seu equipamento sempre em ambiente fresco e com os sistemas de resfriamento funcionando adequadamente.

Por Luciana Viturino

Computador superaquecendo

Foto: Divulgação


Alguns monitores, tanto aqueles antigos de CRT quanto os modernos de telas de plasma ou LCD, podem apresentar problemas para os desktops. São defeitos ou disfunções que são gerados pelo funcionamento contínuo ou pelo mau uso.

Alguns notebooks apresentam algumas falhas na tela, como a visualização do sistema comprometida em que o usuário tem mais dificuldade para utilizar o dispositivo e diagnosticar os problemas. Um dos problemas mais comuns é quando o monitor liga, mas a tela continua apagada. Esse defeito pode acontecer por causa de uma simples falha de conexão ou mau contato. O usuário precisa verificar se o cabo do monitor está ligado corretamente e se não há nenhum rompimento na sua extensão.

Caso o monitor não apresente qualquer problema de conexão, a falha pode ser em algum de seus componentes internos. Para conseguir o seu reparo, o usuário pode ligar na fabricante para verificar o seu prazo de garantia ou levar em uma assistência técnica especializada.

E quando o monitor desliga sozinho? O problema pode estar relacionado com a tensão na energia elétrica que é fornecida à tela ou com graves entupimentos em seu sistema de arrefecimento. Muitas vezes isso acontece quando o PC ou notebook fica inutilizado por um tempo. Para a recuperação da tela, o usuário precisa levar o monitor em uma assistência técnica para fazer uma higienização básica no interior do monitor ou do notebook, além de realizar uma checagem geral da atual condição dos itens internos do computador.

Alguns usuários reclamam do escurecimento da tela do computador. Isso pode ocorrer quando as lâmpadas do display do monitor queimam. O problema também pode ser mais simples do que muitos imaginam: pode ter ocorrido alguma alteração drástica nas configurações de brilho e contraste da tela. Para verificar se isso realmente aconteceu, basta o usuário ajustar as configurações de brilho e contraste nos botões da tela e no sistema de Calibragem de Cores do Windows.

Por Carolina Miranda

Monitores de computadores

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Um dos problemas que afetam o computador e que deixa muitas vezes o usuário “na mão” é aquela história de o computador desligar sozinho. Esse problema pode ser desde uma pequena falha no sistema operacional até a situação de ter um item danificado no computador que esteja causando esses desligamentos automáticos e restarts.

O primeiro problema e talvez o mais comum que causa o desligamento do computador é o superaquecimento de componentes internos como placa de vídeo, placa mãe e processador. O computador desliga sozinho como forma de proteção para não ocorrer danos irreversíveis a esses itens quando eles chegam a uma determinada temperatura.

Para identificar se o desligamento está acontecendo por causa do superaquecimento, tanto em PC como em notebook, o usuário precisa verificar se o cooler do processador está funcionando corretamente. Caso o item esteja fazendo ruídos acima do normal ou esteja com muita sujeira, o usuário precisa urgentemente limpá-lo, ou, se não melhorar, substituí-lo.

Outra questão que faz com que o computador desligue sozinho é quando o usuário realiza a troca de algum componente. É importante certificar-se de que a fonte de alimentação do mesmo possui a potência necessária para alimentar todo o seu conjunto de hardware.

O usuário consegue calcular a potência média dessa fonte e saber se realmente ela suporta todo o conjunto. O usuário precisa informar a configuração da máquina que está sendo montada para que o utilitário aconselhe a quantidade de Watts necessária para suprir todos itens de hardware.

A memória RAM também pode ser um dos fatores que realizam o desligamento automático da máquina. O usuário precisa verificar se os pentes de memória estão bem encaixados ou até mesmo certificar que se as memórias estão livres de sujeira. O computador ou notebook também aceitam o uso de programas e softwares específicos para a verificação e resultados de diagnósticos. No caso do Windows 7, há uma Ferramenta de Diagnóstico de Memória. 

Por Carolina Miranda

Computador

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Alguns acontecimentos inesperados são inimagináveis como possíveis problemas no disco rígido do computador. Quedas de luz, impactos físicos e desgaste natural podem ser alguns deles. Para verificar se o HD está ou não com falhas, o usuário pode realizar um processo rápido e que em geral pode ser feito com as ferramentas do próprio Windows.

O primeiro passo é realizar uma busca por falhas no disco rígido. Para verificar isso, é preciso entrar em “Computador”, depois, com o botão direito, clique em propriedades. Outra janela irá se abrir para mostrar informações mais detalhadas do disco rígido. Aí segue clicando em “Ferramentas”, depois “Verificação de Erros” e “Verificar agora…”.

Outra janela, novamente, vai se abrir. Nesse procedimento, o programa dá duas opções para o usuário, caso ele não marque nenhuma delas, o disco rígido vai buscar erros, mas não vai resolvê-los caso exista problemas. O recomendado é que o usuário marque pelo menos uma das opções para a resolução de algum problema. Para uma verificação completa, o usuário pode selecionar a opção “Procurar setores defeituosos e tentar recuperá-los”.

Caso não tenha nenhum problema, ele não vai abrir nenhuma janela e vai avisar. Caso a situação seja contrária e o disco rígido realmente tenha alguma falha, o programa vai abrir outra janela para mostrar isso ao usuário. Para fazer a correção do erro, o usuário vai selecionar uma ação para os erros encontrados, que pode ter solução ou não. Alguns erros podem estar em execução e não vai ter uma solução. Será necessário, então, agendar uma verificação e reiniciar sua máquina.

No “Setores Defeituosos”, o usuário também poderá observar algum problema. Nessa parte também pode haver problemas a serem corrigidos no disco rígido e, para que tudo seja feito com segurança, o usuário precisa fazer um backup dos arquivos presentes antes de pensar em tomar uma atitude. Alguns programas como o HD Tune Pro podem encontrar soluções para as partes defeituosas do HD. 

Por Carolina Miranda

Disco r?gido

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O maior pesadelo de uma grande companhia é ter de assumir total responsabilidade por um defeito de fabricação. A Sony, empresa japonesa de renome mundial, passou por uma enorme saia justa ao identificar que a bateria do modelo de notebook Vaio Fit 11a pode sofrer um superaquecimento e pegar fogo.

Felizmente, apenas dois casos foram registrados até o momento no Japão. Apesar de não terem ocorrido outros relatos ao redor do mundo, a companhia japonesa pede, por precaução, para que os clientes não utilizem o notebook até que uma solução seja definida. O fato acontece num momento extremamente delicado para a empresa, que resolveu vender toda a sua divisão de computadores para um fundo de investimento japonês. O modelo Vaio Fit faz parte da última linha de notebooks da companhia e possui uma tela de 11 polegadas que pode ser utilizada tanto no modo padrão quanto no modo tablet.

A falha grave foi detectada apenas em alguns modelos, mas a Sony afirma que não tem como saber exatamente quais são as unidades que apresentam o problema. Por conta disso, a Sony reitera que qualquer cliente que tenha adquirido o modelo Vaio Fit 11a interrompa a sua utilização imediatamente.

A Sony liberou ainda uma nota em seu site na qual afirma que as baterias utilizadas são provenientes de uma fornecedora terceirizada. No momento, a companhia trabalha para tentar identificar os números de série dos notebooks afetados e fará em breve um programa para recolher e corrigir os problemas nos notebooks afetados.

O Vaio Fit 11a foi lançado em fevereiro deste ano e aproximadamente 26 mil unidades do modelo defeituoso foram vendidas em 52 países. Só na América Latina foram 5.613 unidades distribuídas. Até que a empresa tenha uma solução definitiva para o problema, os notebooks devem ser mantidos desligados da tomada.

Realmente é uma pena saber que o último modelo da divisão de notebooks se despede causando dores de cabeça tanto para os clientes quanto para a própria Sony.

Por Ebenezer Carvalho

Sony Vaio Fit 11a

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O navegador Google Chrome nem acabou de receber atualizações e já pode causar problemas aos seus usuários. Um erro do navegador do Google pode permitir que invasores consigam acesso ao microfone do computador do usuário, sem que ele libere essa ação. Um especialista em tecnologia, Guy Aharonovsky gravou um vídeo e publicou em seu canal oficial do YouTube em que confirma o erro do Google e explica como o processo funciona no navegador dos usuários.

A invasão funciona com muita sutileza sem que o internauta perceba nada de diferente. Até mesmo o usuário que bloquear o acesso ao microfone, através das configurações do browser, pode ter seu equipamento rastreado por hackers. O bug do Google Chrome permite que uma pessoa mal intencionada utilize um site inteiro acessado pelo usuário em um microfone grande e transparente, sem que o internauta veja algo. Apenas uma imagem cinza aparece e, quando o local recebe um clique, o tal microfone começa a gravar todos os sons sem que o usuário tenha ideia que seu equipamento está sendo acessado por terceiros.

O erro não deixa o usuário ter nenhuma noção do que está acontecendo em sua máquina. O bug usa a antiga API de voz do navegador Google Chrome, o que não explicita o uso do microfone no quadro de endereços, apenas em um elemento de discurso que é semelhante a uma bolha. A falha permite ainda que o invasor altere o microfone para qualquer tamanho e opacidade, podendo ser colocado como transparente, além de que a ferramenta pode ser colocada fora do alcance de visão do internauta. O microfone pode ficar no modo invisível e ainda ser colocado longe do espaço do browser.

No vídeo exemplificado por Guy Aharonovsky, o especialista detalha toda a falha e como funciona o processo do erro. Aharonovsky demonstrou o bug em um Mac OS X do Google Chrome e postou a gravação no Facebook. Mesmo assim ele garante que o problema pode acontecer em qualquer versão do programa. O especialista também já reportou o erro ao Google. Agora é aguardar para que o problema seja rapidamente corrigido.

Por Carolina Miranda


Um dos grandes problemas de segurança nos dias de hoje em todo o mundo e também no Brasil são os chamados crimes virtuais e ataques cibernéticos.

Esta modalidade de atuação criminosa utiliza a internet e suas vulnerabilidades para aplicar golpes e cometer crimes das mais variadas espécies.

Por isso, o Brasil divulgou nesta semana que irá criar o Sistema Militar de Defesa Cibernética que será um órgão chefiado pelas Forças Armadas e que terá como principal missão proteger os brasileiros de ataques cibernéticos.

O SMDC pretende evitar este tipo de situação em eventos importantes no país como a Copa do Mundo e as Olimpíadas além de criar estruturas de inteligência para a investigação deste tipo de atividade no território nacional.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A Justiça Eleitoral do estado de São Paulo determinou uma multa para o Google no valor de 2,2 milhões de reais.

O motivo da penalidade é porque a empresa de informática não retirou do ar um blog que criticava a prefeita Darcy Vera reeleita para governar a cidade de Ribeirão Preto; além disso, o gigante de buscas também teria se negado a fornecer informações sobre o dono do blog para as devidas punições pela justiça.

De acordo com o juiz responsável pela sentença, o conteúdo presente no blog era difamatório e realizava campanha eleitoral de forma irregular.

Agora, o Google tem o direito de recorrer desta decisão ou efetuar o pagamento da multa para finalizar definitivamente esta questão.

Por Ana Camila Neves Morais


O recente massacre de crianças em uma escola dos Estados Unidos além de outros episódios parecidos tem em comum a paixão dos seus assassinos por vídeo-games violentos.

Por isso, o governo norte-americano irá por meio de uma comissão chefiada pelo vice-presidente Joe Biden, controlar o uso e repercussões deste tipo de diversão nos jovens do país para tentar diminuir a violência nos Estados Unidos.

Deste modo, esta comissão irá atuar tanto para controlar o uso deste tipo de jogos como também em outras áreas como a liberdade para a aquisição e uso de armas além de aconselhamento e serviços de saúde mental.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última segunda-feira usuários do Facebook, do Gmail e de outros serviços oferecidos pelo Google foram surpreendidos pela instabilidade dos aplicativos e pela queda da rede social, que ficou fora do ar por alguns instantes.

Para quem tentou acessar serviços, tais como Google Chrome, Gmail e Gtalk, depararam-se com lentidão durante as tentativas de acesso, travamento, ou mensagens de erro.

Na terça-feira, 11 de dezembro de 2012, o engenheiro Tim Steele, do Google, explicou em um fórum de desenvolvedores que um erro de sincronização em um servidor do Google foi o motivo para a falha global que deixou o Gmail fora do ar por volta de 20 minutos.

Já a rede social desenvolvida por Mark Zuckerberg ficou fora do ar em diversos países por quase 30 minutos, impossibilitando seus usuários de acessarem suas contas no Facebook.

Durante esta terça-feira, o Facebook anunciou a causa do problema acontecido na noite anterior. De acordo com a empresa, a pane foi causada por uma mudança nas configurações de nome do domínio.  O Facebook preferiu não dar maiores informações sobre a causa e as proporções da falha ocorrida.

Por Paulo Andrade





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