Parece que teremos mudanças no padrão de busca do Firefox. Há mais de 10 anos, quando foi lançado como alternativa ao Internet Explorer, o navegador de código livre mais famoso da internet tinha o Google como padrão de busca. Isso por que, o Google ajudava financeiramente a entidade no valor de 300 milhões de dólares.

Porém, isso irá mudar. A Mozilla fechou um acordo com o Yahoo. A parceria durará cinco anos e a mudança deve começar agora em dezembro, ao menos na terra do Tio Sam. Ainda sobre o Google, a fundação Mozilla ressaltou que o Google sempre será uma opção. Ou seja, não muda muita coisa visto que os usuários sempre optaram pela Google (Sim, o Yahoo era opção).

Uma coisa bastante curiosa é o rumo que o Yahoo! vem tomando com sua CEO, a bonitona Marissa Mayer. Após a mesma assumir, o Yahoo conseguiu firmar este acordo importante e também adquiriu diversas empresas, inclusive o lançador de Android Aviary.

Ainda sobre o acordo, alguns prints foram divulgados. Percebe-se a clara inspiração no Google. O Yahoo irá ter algumas mudanças. Para a empresa, por mais que não seja a melhor opção e a mais usada entre os usuários, as buscas são parte importante do Yahoo. Claramente, o domínio é do Google, porém serviços importantes como o Yahoo Mail são usado há anos por milhões de usuários, inclusive brasileiros.

Possivelmente o que chamou a atenção da empresa de Marissa são as centenas de bilhões de buscas realizadas pelo Firefox. Isso o colocaria na frente do Bing, por exemplo, considerado por muitos como o concorrente natural do Google Search.

O sucesso da parceria só será desvendado nos próximos meses. Não se deve esquecer que a Mozilla tem o Baidu também como parceiro de busca lá na China.

O valor do acordo ainda não foi divulgado por nenhuma das partes envolvidas.

Por Leandro de Souza

Buscador Yahoo para o Mozilla

Foto: Divulgação/TechCrunch


A rede social Facebook está com planos de criar critérios mais elaborados na permissão de pedidos de acesso aos dados de seus usuários.

A revisão dos critérios pode interferir no acesso de mais de 1,32 bilhão de usuários ativos atualmente. Essa necessidade se deu após um teste psicológico em 2012 ter criado bastante furor na rede social.

A ideia é ter uma análise com mais atenção dos critérios para pedidos de pesquisas, mesmo que seja para propósitos internos ou mesmo pesquisas acadêmicas. Desde que lidem com conteúdo pessoal ou de grupos específicos de pessoas o critério deverá ser mais rigoroso. As informações são do diretor de tecnologia da empresa, Mike Schroepfer. O mesmo ainda não deu detalhes de como serão aplicadas essas novas regras. Porém o Facebook aposta na inteligência de novos engenheiros de computação para desenvolverem e serem treinados dentro da própria companhia.

Qualquer pesquisa realizada com dados dos usuários pelo Facebook deverá estar disponível para todos, concentrado em um único site de pesquisa do próprio Facebook.

Ainda segundo a empresa foi realizado, em 2012, um teste com mais de 700 mil usuários da rede, o que irritou bastante os internautas, a conclusão foi que a partir de então, a companhia, depois de fazer as revisões de seus métodos, de como lidava com pesquisas, iriam interferir de forma diferente, já que o método da época criou uma tendência de publicações negativas no feed de notícias da rede.

Durante os estudos, o Facebook chegou a realizar outros experimentos levando em consideração o estado emocional de seus usuários, na tentativa de verificar se os mesmos iriam postar conteúdo positivo ou negativo. De acordo com Schroepfer, apesar de se tratar de um importante tema de pesquisa, a empresa não estava devidamente preparada para todas as reações que foram recebidas pela pesquisa no ato de sua publicação.

Por Vivian Schetini

Facebook

Foto: Divulgação


Você passa a maior parte do seu dia sentado? Seja no trabalho, ônibus, carro, faculdade ou escola, é importante se movimentar, porque isso traz inúmeros benefícios para a saúde. Você sabia que ficar mais tempo em pé pode aumentar a sua expectativa de vida? É isso mesmo! Manter o corpo em movimento é fundamental para ter uma boa saúde.

Todos nós sabemos o quanto a atividade física é essencial para manter a boa forma e a saúde. Mas se você acha que não tem “tempo” para praticar um exercício, preste atenção nestas dicas e veja como pequenas mudanças podem ser incorporadas na sua rotina e fazer a diferença.

Um professor canadense chamado Peter Katzmarzky alertou que se as pessoas conseguissem reduzir o tempo que passam sentadas para menos de três horas por dia, seria viável ganhar, em média, até dois anos a mais de vida. Assim, se você passa a maior parte do tempo sentado, o risco de morrer é maior. Por isso, que tal levantar um pouco?

Porém, isso não vale apenas para os adultos, porque os jovens também precisam mexer o corpo. Muitos adolescentes passam horas na frente do computador ou sentado mexendo no celular e se esquecem da importância de fazer uma atividade física, o que é fundamental para a saúde. Seja jogar bola com os amigos, caminhar ou nadar, é essencial que os jovens façam uma atividade física que gostem.

Para combater o sedentarismo foi implantada uma medida simples em um congresso sobre atividade física no Brasil: foram utilizadas bancadas para que às pessoas pudessem visualizar as palestras em pé. O resultado desta medida? Extremamente positivo: os especialistas foram de acordo que isso faz muito bem a saúde e a palestra foi um sucesso.

As cidades também precisam se adequar e estimular a atividade física como, por exemplo, em Florianópolis, que foi considerada a cidade com pessoas mais ativas no Brasil. Depois destas dicas, vai fazer qual atividade física?

Por Babi


Pesquisas realizadas pelas consultorias IDC (International Data Corporation) e Gartner revelaram um déficit no mercado de computadores pessoais.

Os dados colhidos pela Gartner apontam que o setor sofreu uma queda de 11,2% nas vendas, comparando o primeiro trimestre de 2013 ao mesmo período do ano passado. Segundo a empresa de pesquisa, um resultado tão negativo assim não é registrado desde 2001.

A IDC foi ainda mais trágica. Ela afirma que o declínio de vendas na área nunca foi tão baixo desde 1994, com uma baixa de 14%.

Os estudos feitos pela IDC também mostram os fabricantes mais afetados. Entre eles está a Hewlett-Packard (HP), líder no mercado com 11.997 unidades vendidas, que foi a mais prejudicada vendendo 24% menos do que no último ano.

Não são só nos dados que as duas consultorias divergem. Elas também acreditam em causas diferentes para o problema. De acordo com a Gartner, não é de se espantar que os PCs tenham perdido espaço com um crescimento tão grande dos dispositivos móveis. Já a rival acredita que o lançamento do Windows 8 no final do ano passado não surpreendeu as expectativas do consumidor, o que conduziu a crise nas vendas. 

Por Davi Pizelli


O IBGE divulgou nesta última sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, os resultados de um estudo feito sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Empresas.

Segundo a pesquisa no ano de 2010 aproximadamente 80% das empresas que possuíam ao menos 1 funcionário fizeram uso de computador, enquanto 76,9% usaram a internet e 83,3% usaram o celular para resolver questões do trabalho.

Ao considerar as microempresas – com até 09 funcionários – 78% tiveram que utilizar o computador, 73,7% se conectaram a internet com um maior uso de opções tecnológicas em empresas do ramo de informação (85%) e seu menor uso no ramo da indústria com 73%.

Já para empresas maiores, com até 19 empregados, o uso de computador ocorreu em 94,1% das vezes e o uso da internet foi registrado em 91,5% dos momentos de trabalho; nestas empresas com maior porte, naquelas voltadas para atividades técnicas e científicas o uso de computador e internet foram de 99,3% enquanto que naquelas voltadas para o ramo de alojamento e alimentação este uso foi de apenas 83% no período analisado pela pesquisa.

Fonte: Estadão

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2012, o IBGE apresentou pesquisa sobre o uso de softwares pelas microempresas do Brasil.

Segundo o estudo no ano de 2010 cerca de 48,3% destas empresas usavam softwares livres e 96,6% das microempresas utilizam programa já prontos para uso.

Além disso, apenas 3,3% destas pequenas empresas criaram seus próprios programas sendo que este percentual sobe para apenas 8,5% em empresas com maior porte.

Ao considerar o uso de tecnologias, no ano de 2010 cerca de 78% das microempresas utilizaram computador em suas atividades e 73,7% fizeram uso da internet para atender às demandas do trabalho.

Por Ana Camila Neves Morais


A realização de compras pela internet está cada dia mais comum e sendo usada para as mais diversas possibilidades.

No entanto, é preciso que os consumidores fiquem atentos à empresa da qual irão comprar e os prazos de entrega dos produtos que são a principal queixa de quem compra pela internet.

Para auxiliar nesta questão, o Procon divulgou nesta semana uma lista de 200 sites que devem ser evitados no momento de uma compra online.

Segundo o órgão é preciso obter referências sobre a loja, confirmar a existência do CNPJ e do endereço fixo e sempre optar por pagamentos com cartão de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


Uma pesquisa realizada pela empresa ABI Research apresentou um resultado bastante interessante. De acordo com os dados, mesmo com o grande número de vendas de tablets no ano passado, a maioria dos consumidores norte-americanos ainda prefere comprar primeiramente um notebook ou ultrabook antes de adquirir um tablet.

Cerca de 33% das pessoas que foram entrevistadas pensam em comprar um laptop até o fim do primeiro semestre deste ano e apenas 16% tem pretensão de comprar um tablet neste mesmo período. Porém, mesmo com estes resultados, os especialistas ainda acreditam que os tablets já têm o futuro garantido no mercado, principalmente o iPad da Apple, que no último trimestre vendeu cerca de 11,8 milhões de unidades.

Jeff Orr, diretor do grupo de pesquisas da ABI Research, afirmou que a Apple possui sua liderança garantida neste mercado por algum tempo, mas ainda assim é bom a companhia estar preparada, pois o  número de empresas que tentarão roubar o Marketshare do iPad aumentará cada vez mais, principalmente quando os consumidores passarem a dar preferência para os tablets ao invés dos laptops.

Ainda de acordo com a pesquisa, cerca de 64% dos entrevistados disseram que possuem um laptop com sistema operacional Windows, o que mostra um crescimento de 3% em relação ao ano passado. Já nos aparelhos da Apple o crescimento também se mostra presente, pois no ano passado 9% dos usuários disseram que possuíam um notebook da empresa, e neste ano o estudo registrou um aumento para 11%.

Por Guilherme Marcon


O brasileiro está cada vez mais conectado. Bom, ao menos é isso o que afirma um estudo recente do Interactive Advertising Bureau,o IAB Brasil.

De acordo com a organização o estudo tinha como objetivo fornecer uma visão mais clara sobre a audiência online do brasileiro. Ou seja, sobre seu grau de envolvimento com a internet e outros aspectos que giram em torno dessa área.

A pesquisa foi realizada com 2.075 usuários de internet entre os dias 6 e  14 de fevereiro de 2012, via e-mail.

De acordo com os resultados obtidos mais de 40 usuários participantes passam pelo menos duas horas por dia na internet. A pesquisa também mostrou que além de ser o meio mais importante para 80% deles ela também é a atividade preferida, seja por  faixa etária, renda, gênero ou região.

A pesquisa apenas comprovou o que todos nós já sabemos: brasileiro adora internet. E por isso que a audiência gerada por aqui é disputada “dente por dente” pelas principais empresas digitais em atividade atualmente.

Todos lembram que lideramos no uso do Orkut e já estamos caminhando para os 50 milhões de usuários no Facebook.

Pelo visto, internet é conosco mesmo!

Por D. Soares

Fonte: Portal Comunique-se


De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner o número referente às vendas de tablets para o ano de 2012 deverá aumentar 98% em todo o mundo, o que totaliza um crescimento de 118,9 milhões de aparelhos. Em 2011 o número de tablets vendidos foi de 60 milhões. 

Ainda segundo o estudo, o sistema iOS da Apple continuará na liderança do segmento, a participação do iPad será de 61,4% se as previsões forem confirmadas. O segundo lugar será ocupado pela gigante de buscas, Google, com o seu sistema operacional Android, o número de tablets com o sistema representará 31,9% do total das vendas mundiais. O Windows 8, da Microsoft, terá participação de 4,1% no mercado, sendo que esse percentual deverá crescer até o final de 2016 e alcançar 11,8% de market share. 

Um fator que influenciou ainda mais esse resultado foi a venda de tablets para serem usados nas empresas, esse uso corporativo irá representar cerca de 35% da receita total até o ano de 2015. A pesquisa revelou que nem sempre a aquisição é feita diretamente por empresas, muitas vezes são os próprios profissionais que compram o equipamento e o utilizam em escritórios. Esse costume recebeu o nome de consumerização ou byod, a sigla em inglês para “bring your own device”. 

Por Joyce Silva


A empresa de marketing IDC realizou uma pesquisa e revelou que o Windows perderá seu espaço aos poucos nos próximos anos. O motivo disso é a grande procura por aparelhos móveis, e por isso a previsão é que o sistema operacional da Microsoft seja ultrapassado pelo Android e iOS até 2016.

Segundo a projeção, o market-share do Windows irá cair para 25,1%, sendo que ano passado era de 35,9%, e o resultado disso será a perda de liderança no mercado.

Ainda de acordo com a pesquisa do IDC, o sistema Android, do Google, irá subir 31,1% até 2016, e será o líder do mercado, e o iOS aumentará para 17,3% em cinco anos.

Ainda, estima-se que este ano sejam vendidos mais de 1 bilhão de aparelhos móveis no mundo todo. Já em 2016 a previsão é que esse número aumente para 1,84 bilhão.

O vice-presidente do IDC, Bob O’Donell, explicou o motivo desta mudança e, de acordo com ele, os dispositivos têm a capacidade de realizar as mesmas atividades que um computador, mas com um grande diferencial: a praticidade. E isso está sendo cada vez mais fundamental na vida de todas as pessoas, o que impulsiona ainda mais o mercado.

Por Guilherme Marcon


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou um estudo para avaliar as alternativas que possam facilitar o acesso à banda larga no Brasil. De acordo com a pesquisa Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil 2011/2012, o país precisa oferecer alternativas de acesso à banda larga (como o celular e o televisor), internet pré-paga, taxas diferenciadas e ainda investir no treinamento da população em geral.

O pesquisador do IPEA, Rodrigo Abdalla Filgueira, confirmou que o imposto mais baixo para a produção e comercialização de computadores pessoais é importante, mas não determinante para que os objetivos do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) sejam atingidos. “Novas formas de acesso – em especial o telefone móvel e o televisor – devem ser consideradas como opções de acesso à internet pela população de baixa renda e, consequentemente, na política de desoneração fiscal. Além disso, mais telecentros públicos devem ser colocados à disposição da população como forma complementar de acesso à internet”, escreveu num artigo.

Além disso, Filgueira apontou que a capacitação das pessoas está se desenvolvendo em um ritmo lento; por isso, há necessidade de criar mais vagas em cursos novos e também ampliar as ofertas naqueles que já existem.

Por Matheus Camargo

Fonte: IPEA


De acordo com a Abc News, um estudo feito pelo Boston Consulting Group analisou e divulgou o que as pessoas seriam capazes de deixar de lado durante um ano inteiro para não perder o seu acesso à internet.

O estudo coletou dados referentes à dependência que as pessoas têm da internet, principalmente através da pergunta de que se tirassem a internet, o que abririam mão para tê-la novamente. A pesquisa feita pelo Boston Group focou na importância da internet para a vida das pessoas e para a economia, prevendo que no ano de 2016 esta rede mundial chegará aos 5,2% do PIB (Produto Interno Bruto) para os países do G20, além de revelar uma grande dependência dos usuários pela conexão à web.

Os dados divulgados mostraram que, entre os norte-americanos, 73% trocariam o álcool pelo retorno do acesso, 77% abririam a mão de comer chocolate, 69% largariam o café e 21% deixariam de fazer sexo por um ano para ter a internet de volta.

A pesquisa foi baseada nas entrevistas de 1.000 pessoas em cada um dos países que compõe o G20, que é o Grupo das nações mais desenvolvidas do mundo.

Por Guilherme Marcon





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