Confira aqui mais detalhes sobre o PC Acer Predator Orion 9000.

Os fãs de games tem mais um bom motivo para ficar de olho nas novidades tecnológicas que vem surgindo por aí. A mais recente anunciada é o Predator Orion 9000, um novo computador lançado pela marca Acer e voltada para os gamers.

É claro que essa máquina traz como um dos seus maiores destaques os processadores Intel Core i9 Extreme Edition, que possui 18 núcleos, 36 threads e, ainda, quatro placas de vídeo de geração top de linha.

Porém, essa brincadeira não sai barata. O preço divulgado para o PC é de US$ 7.999,99, que na conversão direta custa nada mais e nada menos que R$ 26 mil. Não estão inclusos no valor os impostos que recaem sobre a máquina.

Design resistente e maleável

O computador para gamers é uma aposta e tanto, já que possui design resistente e muito maleável, produzido com uma malha de metal e com uma tampa lateral para dar facilidade ao acesso do hardware. Conforme a empresa taiwanesa responsável pelo PC, o chassi possui traços que remetem à uma nave espacial, sendo projetado, portanto, para atender todas as necessidades daqueles usuários mais exigentes.

Outras características marcantes do Predator Orion 9000 são os LEDs com possibilidade de programação via software, rodinhas posteriores que facilitam na hora do transporte e as duas alças para carregar onde quiser.

Hardware de destaque

Apesar de sua aparência potente e reforçada, o maior destaque vai para o hardware do computador. É possível que o comprador escolha entre duas opções, sendo a primeira um PC com um total de quatro placas AMD Radeon RX Vega. Já a segunda vem com duas placas NVIDIA GTX 1080 Ti GeForce em SLI.

Não bastasse isso, ele possui ainda um botão que é dedicado para o overclock, chamado esse de “One-punch Overclocking”. Quando apertado, o Predator Orion 9000 é levado para trabalho em uma capacidade máxima de clock.

Na placa-mãe, há 8 portas USB 3.1 Gen 1; 2 portas USB 3.1 Gen 2, destacando que uma delas é USB-C; e, por fim, 2 portas USB 2.0. Para suportar as quatro placas de vídeo, há quatro slots de PCle X16.

Memória imbatível

É claro que, para rodar os jogos, o PC precisa de uma memória gigante. E é exatamente isso que o Predator Orion 9000 oferece, com memória RAM em padrão DDR4 de até 128 GB. Para o armazenamento, temos 2 TB e, por fim, para acelerar o carregamento do Windows e dos jogos, está disponível 512 GB de SSD.

Outras especificações

Para conseguir resfriar a máquina e todos os seus componentes, mantendo a melhor e mais interessante performance, o Predator Orion 9000 possui um total de cinco coolers com dimensões em 120 mm. Esses estão espalhados por todo o gabinete, garantindo o resfriamento.

Além disso, ainda há um watercooler, produzido pela Cooler Master, e um sistema de fluxo de ar chamado de IceTunnel 2.0, fabricado pela própria marca Acer. Esse última sistema acaba separando o interior do PC em diferentes zonas térmicas, oportunizando que cada uma delas tenha um túnel diferente de fluxo de ar. Com isso, todo o ar quente é expulso da máquina.

Apesar de ser uma novidade que vem chegando com tudo, em agosto de 2017 já havia sido divulgado durante a IFA 2017, a maior feira européia de eletrônicos. Na ocasião, também foi revelado pela Acer o Aspire S 24, um PC que trabalha com o conceito “tudo em um” e com um design muito diferenciado em relação à tudo que já surgiu por aí.

E as novas tecnologias não devem parar por aí. Basta ficar ligado que, de tempos em tempos, muita coisa nova vem chegando para esse mercado em constante expansão.

Kellen Kunz


Apesar da constante queda nos números, consultoria acredita que em 2016 teremos um crescimento se comparado com 2015.

Mesmo com duros resultados sendo amargados nos últimos trimestres, tem gente afirmando que ainda há muito dinheiro rolando quando o tema é o setor de computadores pessoais. Ao menos é nisso que a Gartner acredita. A empresa de consultoria chama a atenção para algumas “saídas” para que os fabricantes de PCs possam garantir seus lucros.

Considerando os últimos cinco anos, as vendas em escala global de desktops e notebooks tiveram uma queda de 343 milhões de unidades no ano de 2012 para algo em torno de 232 milhões de unidades agora em 2016. Já no que diz respeito às receitas, lá em 2012 o mercado de computadores possuía um contrato de US$ 219 bilhões. Atualmente em 2016 a previsão é de que as receitas fiquem em US$ 137 bilhões, de acordo com alguns analistas.

Entre esses especialistas está a analista Meike Escherich. Segundo ela, o recuo nas vendas desse tipo de equipamento está ligado a aspectos culturais bem como migração tecnológica. Ela aponta que os computadores já deixaram de ser a primeira ou a única escolha dos usuários para o acesso à internet.

Empresas já famosas como a Toshiba, Sony, Samsung, Fujitsu e Acer chegaram a perder 10,5% de participação no mercado desde o ano de 2011. O cenário negativo não muda nem quando algo bom aparece. Neste ano, por exemplo, a Dell, a Lenovo e a HP chegaram a ganhar participação no mercado. Porém isso não foi o suficiente para evitar o declínio que vem acontecendo ano após ano.

Outros fatores também têm prejudicado o setor. Entre eles o fato de que os negócios regionais estão se alterando. Questões como preço do petróleo e até problemas políticos podem interferir nesse mercado.

Mas onde é então que estão as oportunidades? Segundo Meike, os PCs continuam figurando como importantes ferramentas e mais especificamente nas áreas onde tablets e smartphones ainda não conseguem satisfazer as necessidades dos usuários. A consultoria aponta que nesse tipo de situação a melhor saída são os ultraportáteis premium. Esse segmento é tido como o único que deverá apresentar algum crescimento ainda em 2016.

A Gartner fez uma projeção apontando que esse mercado deva movimentar cerca de US$ 34,5 bilhões em 2016. É um aumento de 16% em relação a 2015.

Por Denisson Soares


Novo modelo da Acer permite que o usuário transforme seu PC em um tablet portátil.

Para quem anda acompanhando o mercado de PCs sabe que a Microsoft já há algum tempo resolveu fabricar computadores. Outra coisa que se tornou evidente é o fato de que o mercado de PCs vem caindo há anos. Esse último ponto é muito preocupante e tem colocado as fabricantes para pensarem muito em uma saída. Em outras palavras, aqueles que usam o Windows em suas máquinas têm se desdobrado para criarem novas oportunidades de vendas e, consequentemente, se destacarem. A Acer faz parte desse grupo de “preocupados” e por isso mesmo lançou recentemente mais um computador como aposta.

O novo equipamento da Acer segue bem a linha do tudo-em-um e ainda por cima vira um tablet com 17,3 polegadas. Estamos falando do Aspire Z3-700. O dispositivo em si conta com uma bateria interna. Isso permite que o usuário transforme seu PC em um tablet portátil.

Pelo bem da verdade devemos lembrar que a Acer não foi a primeira fabricante a ter essa ideia. Para citar outras que seguiram o mesmo caminho temos a Dell com seu XPS 18 e a Lenovo com Horizon 2 que conta com 27 polegadas. Para não tirar todo mérito da Acer entre os equipamentos que estão sendo oferecidos no mercado atualmente ele é o mais leve.  O Aspire Z3-700 chega para os consumidores com dois apoios traseiros, claro que visando garantir aquilo que chamamos de usabilidade como um desktop. A tela traz 1080p, além disso, temos o suporte a multitoque para até 10 pontos.

Para quem é indicado esse tipo de equipamento? É uma boa pergunta, até porque ninguém está em situação de perder dinheiro. Bom, ele se sai bem na mão de profissionais que trabalham com design e de qualquer pessoa que goste do estilo desktop, mas que volta e meia precisa de um computador portátil. Por falar nisso a bateria tem autonomia de até 5 horas.

O início das vendas está previsto para começar na Europa já no fim deste ano. O preço inicial é de 600 Euros.

Por Denisson Soares

Acer Aspire Z3-700

Acer Aspire Z3-700

Fotos: Divulgação


A Dell anunciou sua nova workstation no mercado brasileiro, sendo a primeira móvel da marca a ser vendida no país, que chega com tecnologias de ponta ainda pouco encontradas em aparelhos de outras marcas. Dentre os destaques, estão a resolução de tela Ultra HD (4K) e um processador i7 superpotente. Porém, quem quiser tanto desempenho assim terá que pagar cerca de R$ 10.900 pela máquina.

Disponível em dois modelos, o mais completo vem com processador Intel Core i7-4712HQ (Quad Core 2.30GHz, 3.3GHz Turbo, 6MB 37W, w/HD Graphics 4600), memória RAM de 16 GB SDRAM DDR3 a 1.600 MHz, tela de 15,6 polegadas, touchscreen, 4K2K (resolução de 3820 x 2160), com Premium Panel Guarantee, placa de vídeo Nvidia Quadro K1100M, com 2 GB de memória GDDR5 e disco rígido de até 4 TB.

O sistema operacional presente na máquina é o Windows 8.1 PRO, de 64 bits. No site da própria Dell, essa versão está com o preço de R$ 10.965,00.

Quem preferir a versão mais “simples” levará um aparelho com as configurações bem parecidas, porém o que muda é a memória RAM, que vem com 8 GB SDRAM DDR3 a 1.600 MHz, o disco rígido de 500 GB e tela touchscreen, porém com resolução Full HD (1920 x 1080).

Essa versão com menos desempenho também está anunciada no site da Dell pelo preço de R$ 9.699,00.

O usuário ainda pode escolher outro sistema operacional para a workstation, caso o Windows 8 não atenda aos seus requisitos. As outras duas opções são Windows 7 Professional de 64 bits ou Ubuntu Linux 14.01 SP1.

Outro destaque para o computador é sua bateria, que é composta por 6 células, capaz de suportar mais de 13 horas de funcionamento da máquina.

Essa máquina é destina a profissionais da área de fotografia, vídeos e modelagem 3D, que precisam fazer edições em locais móveis. Com todas essas configurações de ponta, o usuário sem dúvidas não ficará na mão, nem enfrentará travamentos por um longo tempo.

Por Rannier Ferreira Mendes

Dell Precision M3800

Dell Precision M3800

Fotos: Divulgação


Cada vez a mais o setor de tecnologia apresenta inovações que facilitam nosso cotidiano, e que muitas vezes se adequam a nossa necessidade de portabilidade de tais aparelhos. Assim, ao longo do tempo, vamos presenciando e experimentando melhores tecnologias, e os aparelhos cada vez menores, deixando coisas obsoletas somente pela sua especificação de tamanho ou peso. Dessa vez, a novidade é o PC de bolso da Intel, apresentado em riqueza de detalhes na CES 2015 nos Estados Unidos, evento que ocorreu nesse mês de janeiro de 2015.

O novo dispositivo da Intel vem sendo chamado de Compute Stick, com comprimento em torno de 4 centímetros, sendo bastante parecido com formato tradicionais de pen drive que conhecemos. Segundo informações do site The Next Web, o computador de bolso tem entrada HDMI, processador quad-core, 2 GB de RAM, slot de cartão de memória, e capacidade para rodar os seguintes sistemas operacionais: Windows 8.1, Linux e Android. Ainda terá capacidade de armazenamento de 32 GB.

Em primeira instância, considerando sua configuração parece ser um ótimo aparelho e com certeza o ponto de largada para o aperfeiçoamento deste tipo de eletrônico, onde num futuro mais próximo teremos configurações mais robustas. Mas você deve estar se perguntando como será a conectividade com teclado, mouses e monitores, já que tradicionalmente necessitamos dessas ferramentas para executar as funcionalidades de um computador. Para isso, o aparelho apresenta uma saída HDMI e uma USB, onde o usuário poderá conectá-lo em um monitor, TV e poderá através da entrada USB colocar o teclado.

Entretanto, o aparelho possui tecnologia Bluethoth que permitirá a conexão desses periféricos, que afinal também tendem a ser sem fio, facilitando ainda mais a vida do usuário.

Na página oficial da Intel (www.intel.com/content/www/us/en/compute-stick/intel-compute-stick.html), na versão americana, já existe anúncio e imagens do novo PC de bolso, porém ainda não está disponível para a compra. Provavelmente, o aparelho chegará ao mercado americano ainda em 2015, tendo como preço sugerido o valor de 150 dólares.

O preço está bastante atraente, entretanto ainda precisamos aguardar qual a data de lançamento para o mercado brasileiro e o preço sugerido.

Por Thiago José Fernandes

Intel Compute Stick

Intel Compute Stick

Fotos: Divulgação


Segundo dados levantados pelo instituto IDC Brasil na quinta-feira (18), as vendas de computadores pessoais no Brasil caíram 25% no terceiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. A queda é expressiva e mostra a desaceleração deste tipo de produto para os consumidores brasileiros.  

De acordo com o levantamento da IDC, foram vendidos no terceiro trimestre cerca de 1,6 milhão de notebooks, 23% a menos em comparação anual, e 974 mil desktops, queda de 28% na mesma comparação.  

Os resultados apresentados ficam em linha com as projeções levantadas pelo próprio instituto, que estimou que as vendas iriam recuar 25% no fechamento do ano de 2014, para 10,4 milhões de PCs, sendo 3,9 milhões de desktops e 6,5 milhões de notebooks.

A estimativa da IDC foi piorada em 1% em comparação à anterior, que previa uma queda de 24% nas vendas de PCs em território brasileiro. Já para o próximo ano, a consultoria prevê uma recuperação, mesmo que leve, apresentando um crescimento de 1%.

Segundo Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil, um trimestre desafiador já era esperado, devido ao impacto das eleições nas compras do setor público e nos investimentos da empresas. Além disso, os PCs estão enfrentando uma concorrência cada vez maior de outros dispositivos, como o caso dos smartphones e tablets, que são mais baratos e mais portáteis que notebook e desktops. Ainda, de acordo com Hagge, os desktops e notebooks têm vida útil maior, retardando o processo de troca. Em todo o mundo a desaceleração de PCs é real. Mesmo com o lançamento de notebooks cada vez mais finos e potentes, além de ultrabooks híbridos, as empresas não conseguem reverter o quadro de queda no número de vendas destes equipamentos.  

O mercado de tablets, segundo estimativa da IDC, fechará as vendas de 2014 com uma forte alta de 17%, acima de 10 milhões de unidades. Já para o próximo ano é previsto uma alta ainda considerável de 10%.

Por William Nascimento

Computadores

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O Google anunciou um novo recurso para o seu serviço de armazenamento online, o Google Drive, que permitirá que os usuários acessem mais facilmente os arquivos salvos na nuvem usando seus aplicativos favoritos do desktop. O recurso, porém, não está disponível para os aplicativos em si, mas como uma extensão do Chrome, navegador da empresa. Uma vez instalado, o usuário poderá clicar com o botão direito nos arquivos do Google Drive e escolher em qual programa deseja acessá-lo. Além disso, é necessário que seja atualizada a versão do Drive instalada para a mais recente disponível (1.18), e que os arquivos estejam sincronizados com o computador para a extensão funcionar.

A iniciativa do Google em facilitar o acesso ao Drive por aplicativos não próprios parece estranha, mas o objetivo principal da ideia é tentar aproximar e facilitar a relação entre computadores e nuvem, uma vez que a novidade coloca os programas do PC e os documentos, planilhas e apresentações do Google em “pé de igualdade”. Dar o braço a torcer também representa o reconhecimento de que alguns usuários não podem, não querem, não confiam ou não gostam da ideia de mudarem completamente de ambiente de trabalho, no caso, para os aplicativos na nuvem. Talvez por utilizarem um recurso específico que o Google Docs não suporta, ou pela comodidade de já estarem acostumados com as ferramentas disponíveis no Office, como Word e Excel, ou até mesmo por suas atividades requererem um software mais sofisticado, não oferecido online pelo Google.

A extensão, por mais simples que possa parecer, pode ajudar a persuadir esses usuários mais exigentes (ou acomodados) a, aos poucos, migrarem suas atividades para dentro do navegador. Uma vez lá, podem começar a tirar vantagem do recurso de armazenar seus arquivos na nuvem e poder acessá-los facilmente em seus programas favoritos, independente de quais sejam (documentos, vídeos, projetos ou qualquer outro).

A empresa informou que a extensão será disponibilizada “dentro dos próximos dias”.

Por Felipe Foureaux Freitas

Google Drive

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A empresa de Consultoria IDC Brasil, informou na última quinta-feira, 23 de outubro de 2014, os dados do Estudo “PC Monthly Tracker”, onde o mesmo indica que houve uma queda no número de computadores comercializados em todo o território nacional nos meses de julho e agosto deste ano, chegando a uma marca aproximada de 1,5 milhão de unidades vendidas.

Durante o mês de julho, foram vendidos 787 mil PC’s (computadores pessoais), onde 324 mil unidades comercializadas eram de computadores de mesa (desktops) e outras  464 mil unidades de notebooks. Ou seja, 41% das vendas representaram os desktops e 59% os notebooks. Se comparado ao mês de julho de 2013, a queda no percentual das vendas chegou ao de 35%.

Já no mês de agosto, a queda indicada no estudo chegou aos 27%, se comparado ao ano anterior.  No mês, 760 mil computadores foram comercializados, sendo que deste total, 293 mil unidades vendidas foram apenas de desktops, enquanto a quantidade de notebooks negociados foi bem superior, chegando às 467 mil unidades durante o mês.

Isso significa que foram vendidos 61% de computadores portáteis contra 39% de computadores convencionais.

De acordo com Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil, este resultado já era esperado, por se tratar de um período que antecedeu o primeiro turno das eleições desde ano.

Outro detalhe que contribuiu negativamente para este desaquecimento das vendas foi o fato de ter havido uma diminuição da concorrência entre preços das empresas (fabricantes e comércio), já que este fator de disputa de valores se faz totalmente relevante quando o consumidor pretende adquirir um produto.

Até o final deste ano a estimativa da consultoria não é boa para o mercado. De acordo com os levantamentos realizados pela empresa, esta queda ainda pode atingir os 24% das vendas, sendo esta a mais acentuada já registrada nesta área.

A IDC Brasil é uma empresa que presta serviços de consultoria para indústrias de T.I (Tecnologia da Informação), telecomunicações e mercados de consumo em massa de produtos e serviços tecnológicos.

Por André F.C.

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Para quem é viciado em jogos sabe que existem muitas opções de PC para gamers, desde o modelo mais simples ao mais equipado o PC's gamers são os mais procurados. Mas você já experimentou um Notebook Gamer? Quais as vantagens de ter um?

Quem conhece os gráficos atuais e a jogabilidade dos games sabe que para se obter o melhor gráfico é necessário um bom equipamento, até porque muitos jogos trazem histórias complexas que garantem aventura, suspense e muita diversão por dias. Por isso é necessário obter o melhor para a diversão ser ainda maior.

áHHá algum tempo apenas as máquinas desktop podiam atender os requisitos necessários para um bom jogo, mas agora os notebooks para gamers estão invadindo o mercado com as configurações mais avançadas para os melhores jogos.

Mas é importante prestar mais do que a costumeira atenção na hora de comprar um desses notebooks, afinal cada jogo possui seus requisitos e este deve dar o necessário para isso.

Para isso vamos fazer uma análise do que é necessário para um bom notebook para gamers:

– Memória: 8GB de RAM;

– Placa de Vídeo com ao menos 3GB de memória dedicada ou seja memoria exclusiva para os gráficos dos jogos;

– Processador potente: exemplo Intel Core i5 ou i7. Esses processadores possuem alto desempenho, o que com certeza lhe proporcionará maior diversão.

Conheça a Tecnologia Turbo Boost:

Essa tecnologia fabricada pela Intel tem como objetivo aumentar a velocidade dos processadores. Mas como? Ao perceber o nível de capacidade abaixo ele aumenta a frequência do clock para melhorar o desempenho e quando é necessário essa tecnologia aumenta a frequência do núcleo do processador o que possibilita uma velocidade maior. Sem prejudicar o processador essa novidade garante um aumento de performance.

Quais produtos já contam com essa tecnologia?

– Intel Core i7 Extreme Edition, Intel Core i7 e Intel Core i5.

É claro que os notebooks com essas características apresentadas serão sempre mais caros, mas porque valem a pena?

– Praticidade, mobilidade, conforto e por serem máquinas poderosas.

Poder levar seu notebook para qualquer lugar e jogar onde quiser, não tem preço, é uma comodidade sem igual e isso faz a diferença, além do notebook servir para outras atividades que talvez exijam maior desempenho.

Certamente o notebook gamer é uma ótima opção para quem quer mudar um pouco o estilo e a rotina de jogos.

E então, concorda em mudar ou você ainda prefere um Desktop?

Se você já tem um notebook assim, conte para nós as vantagens e desvantagens.

Por Vivian Aguiar

Notebook para games

Foto: Divulgação


Já imaginou uma TV com a possibilidade de ter as mesmas funções de um PC ou tablet? A Apek, empresa brasileira de eletrônicos pensou em algo assim e desenvolveu o MaxPad, um aparelho que é um misto de televisão, PC e tablet. E suas configurações não são nada modestas, podendo competir com outros modelos semelhantes de outras empresas. Conheça mais sobre o produto e suas configurações.

O MaxPad vem equipado com o Windows 8, possui tela sensível ao toque e pode ser usado como um computador, bem potente por sinal. Isso porque ele está equipado com um processador QuadCore de 3.8 GHz, com o desempenho melhorado por meio de placa gráfica ATI Radeon HD 7660 e para armazenar os arquivos o modelo vem equipado com um SSD de 60 GB e HD de 500 GB.

O modelo ainda oferece uma gama de possibilidades, com o MaxRemote, um controle  universal que pode ser usado em qualquer aparelho da casa. O modelo ainda vem equipado com air mouse e teclado sem fio que podem ser usados a uma distância de até oito metros do aparelho. A tela touch permite ao usuário retroceder com a programação em até 150 minutos, além de fazer busca de imagens, desenhos, verificar as redes sociais, jogar, usar aplicativos e todas as funcionalidades de um tablet convencional.

O usuário pode usar o MaxPad em até cinco formatos diferentes: desktop, na parede como TV, mesa plana, mesa inclinada (45º) ou kiosk. O aparelho é vendido somente pela rede Fnac e no site dedicado ao produto. São três opções de tela: tecnologia LED Full HD de 39 polegadas, LED Full HD de 50 polegadas e LED Full HD de 64,5 polegadas.

O preço que é um pouco salgado e varia de R$ 16 mil a R$ 30 mil, de acordo com o tamanho da tela. 

Por Robson Quirino de Moraes

Apek MaxPad

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Um dos problemas que afetam o computador e que deixa muitas vezes o usuário “na mão” é aquela história de o computador desligar sozinho. Esse problema pode ser desde uma pequena falha no sistema operacional até a situação de ter um item danificado no computador que esteja causando esses desligamentos automáticos e restarts.

O primeiro problema e talvez o mais comum que causa o desligamento do computador é o superaquecimento de componentes internos como placa de vídeo, placa mãe e processador. O computador desliga sozinho como forma de proteção para não ocorrer danos irreversíveis a esses itens quando eles chegam a uma determinada temperatura.

Para identificar se o desligamento está acontecendo por causa do superaquecimento, tanto em PC como em notebook, o usuário precisa verificar se o cooler do processador está funcionando corretamente. Caso o item esteja fazendo ruídos acima do normal ou esteja com muita sujeira, o usuário precisa urgentemente limpá-lo, ou, se não melhorar, substituí-lo.

Outra questão que faz com que o computador desligue sozinho é quando o usuário realiza a troca de algum componente. É importante certificar-se de que a fonte de alimentação do mesmo possui a potência necessária para alimentar todo o seu conjunto de hardware.

O usuário consegue calcular a potência média dessa fonte e saber se realmente ela suporta todo o conjunto. O usuário precisa informar a configuração da máquina que está sendo montada para que o utilitário aconselhe a quantidade de Watts necessária para suprir todos itens de hardware.

A memória RAM também pode ser um dos fatores que realizam o desligamento automático da máquina. O usuário precisa verificar se os pentes de memória estão bem encaixados ou até mesmo certificar que se as memórias estão livres de sujeira. O computador ou notebook também aceitam o uso de programas e softwares específicos para a verificação e resultados de diagnósticos. No caso do Windows 7, há uma Ferramenta de Diagnóstico de Memória. 

Por Carolina Miranda

Computador

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A utilização de hibernação é muito comum com vários usuários de todo mundo. Ele serve para deixar o equipamento em funcionamento contínuo e evitar que uma nova inicialização seja feita, que é normalmente mais demorada. Porém, muitas pessoas ainda têm dúvidas se a hibernação é uma boa alternativa ao invés de desligar o computador.

A hibernação funciona como um processo de “quietação” do computador. Nessa opção, o equipamento fica parecendo estar desligado, mas na verdade as informações abertas ficam gravadas, as janelas do navegador ficam abertas e programas que estavam em execução permanecem ativos. Tudo no disco rígido do aparelho. Quando o usuário hiberna o computador e depois retorna para o seu uso, as informações deixadas no HD voltam a funcionar exatamente como foi deixado.

O mais interessante da hibernação, além de voltar a funcionar tudo o que ficou em aberto, a opção de hibernar do computador não consome em nada a bateria do notebook. A função desligar também não consome bateria, claro, mas quando o usuário escolhe em desligar o computador, o sistema operacional envia uma mensagem para os programas ativos dando-os uma última chance para salvar os dados e configurações. Caso seja feita a confirmação, o sistema desliga a máquina e fecha todos os aplicativos em aberto, impossibilitando usá-los de onde parou.

Não há problema nenhum deixar o computador em estado de hibernação. Contudo, vale lembrar que se o usuário deixou várias sessões e programas abertos, pode ser que para voltar a funcionar, o sistema demore a reiniciar tudo de novo, já que são muitas informações para serem processadas e voltadas à ativa novamente.

A verdade é que colocar o computador para hibernar algumas vezes pode ser até melhor do que ficar ligando e desligando o aparelho toda hora. Muitos especialistas explicam que o processo de ligar e desligar pode danificar o equipamento, um desgaste cumulativo efetivo no circuito elétrico dele.

A hibernação é importante e de muita utilidade para aqueles usuários que usam o computador com uma constância alta, podendo ter essa opção de deixar programas abertos sem precisar desativá-los e ativá-los a todo o momento.  

Por Carolina Miranda

Hibernar

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No segundo semestre deste ano, mais especificamente no dia 14 de outubro, um game com um novo vilão contra o Batman será lançado para Xbox One, PS4 e computador. O “Batman: Arkham Knight” terá um inimigo do homem-morcego que vai possuir uma armadura especial e tecnológica semelhante ao do Batman. Para combater o herói, o “AntiBatman” vai utilizar armas de fogo pesadas. O game criou o novo vilão especialmente para esse jogo de ação.

A criação tem participação especial do escritor de algumas das sagas mais importantes do Batman e de vários outros heróis conhecidos em todo o mundo, Geoff Johns. A inclusão de Johns na elaboração do jogo demonstra o alto nível que o game terá. O projeto de imagens, cores e produção em geral de Arkham Knight é da marca Rocksteady em parceria com a editora DC Comics. Alguns outros detalhes do jogo ainda não foram divulgados. A identidade do novo vilão, por exemplo, ainda é um mistério e a narrativa do jogo, o objetivo dele ainda não está claro para Gotham City.

A Rocksteady também está em processo de criação de um Batmóvel bem inovador. Com detalhes de um tanque, um veículo esportivo e um caça aéreo – tudo junto e ao mesmo tempo – o automóvel do herói de preto será a junção de vários carros. Além do novo vilão, o carro do Batman virá com diversos detalhes visuais e de design. Quem confirma toda essa elaboração é o diretor de arte da Rocksteady, David Hego que disse ainda que o desenvolvimento avançado dos novos consoles permitiu a marca realizar este trabalho com detalhes e elaborações.

A Rocksteady cria a nova narrativa com a intenção de excluir o antigo Arkham Origins, feito por outra produtora. A história já coloca o Coringa como morto e, a criação de novos vilões de Gotham City é o intuito de levar ao jogador o desafio de fazer com que Batman consiga sair da saga final como o vencedor. A marca elaborou um plano quase que infalível para que os antiBatmans consigam terminar com a vida do herói.

Arkham Knight vem com maior tecnologia e com a criação de cenários bem maiores que os anteriores, com muitas oportunidades de jogabilidade. 

Batman - Arkham Knight

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O mercado de tecnologia, principalmente no que diz respeito à venda de microcomputadores e notebooks, não possui muito o que comemorar em lucratividade. Isso foi o que informou a consultora em tecnologia IDC, acrescentando que só no Brasil, a queda na comercialização desses produtos chega a 10%.

No entanto, o órgão avisa que não se trata apenas de Brasil o aquecimento, uma vez que em torno do mercado global, a redução das vendas de computadores de mesa e portáteis como os notebooks amargam a média de 13%.

Neste primeiro mês do ano de 2014, já foram vendidos 3,4 milhões de computadores, mas, no ano de 2013, era se comemorado a marca de 3,8 milhões, sendo que ao longo do mesmo ano de 2012 ocorreu a franca queda nas vendas.

Contudo, não há o que se reclamar de todo, afinal, nesse mesmo passo aumentou-se consideravelmente as vendas de tablets, aparelho pelo qual, acreditam os consumidores, ser melhor para se jogar games, navegar pela internet e aproveitar todos os tipos de aplicativos. Mesmo assim, afirma o IDC, os usuários têm preferido a compra de tables que estejam com preços mais em conta – aqueles que reúnem maiores características do que se chama de custo x benefício.

O momento não é de boa notícia, infelizmente, o IDC adianta que durante todo o ano de 2014 pode ter uma diminuição de 8% nas vendas, ao mesmo passo que os tablets continuarão experimentando uma ótima fase por ter boa capacidade de locomoção (eles estão cada vez mais leves), potentes e com uma variedade de preço que cabe dentro de todos os orçamentos.

Funcionais e com capacidade para desenvolver as mesmas atividades de um computador de mesa e notebook, é compreensível entender a razão dele estar tão em alta no comércio da tecnologia, superando em boa parte a preferência do público que é fã de uma boa tecnologia.

Por Michelle de Oliveira

Vendas de computadores

Foto: Divulgação


Mesmo que alguém negue categoricamente é praticamente impossível que uma vez ou outra não tenha se confundido com a posição do cabo USB. É fato, mais de uma vez qualquer mortal já deu uma olhada na entrada USB do computador ou notebook para acertar a posição de encaixe do dispositivo. Não é o fim do mundo. Mas convenhamos que isso faz qualquer um perder a paciência ainda mais quando se está com pressa ou quando não se consegue ver direito a entrada do computador.

A novidade é que esse “probleminha” parece estar com o fim bem próximo. Ao menos esse é o objetivo do grupo USB 3.0 Promoter que anunciou na quarta-feira, dia 4, um novo modelo de conector USB que contará com uma entrada reversível.

De acordo com o site  The Verge, o "Type-C" possibilitará que o usuário encaixe seu pendrive ou cabo USB no computador sem ter que se preocupar com a posição da peça uma vez que tanto a parte superior quanto a inferior serão iguais.

Outro detalhe é que o novo USB Type-C não será a única mudança que deverá acontecer a esses dispositivos de conexão. Um design mais moderno além de um suporte escalável de carregamento de energia deverão fazer parte do pacote. Outro ponto é que o encaixe deverá também ser menor, semelhante ao USB 2.0 Micro-B, que se encontra presente na maioria dos aparelhos (smartphones Android).

Que é uma coisa boa ninguém duvida. Mas é interessante lembrarmos que tal conexão reversível não só existe como também já é utilizada como, por exemplo, a Lightning Bolt e a Thunderbolt bastante presentes em dispositivos da Apple.

O que diferencia é que a partir de agora será o padrão adotado por todos os conectores USB disponibilizados no mercado.

De acordo com a empresa fabricante do dispositivo os primeiros dispositivos que deverão vir equipados com a novidade deverão chegar ao mercado por volta de 2014.

Confira mais informações sobre esse tema neste arquivo PDF. Apesar de estar em inglês vale a pena dar uma olhada.

Por Denisson Soares

Cabos USB

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Os computadores estão sendo menos privilegiados no mundo da tecnologia e o público é quem diz isso.

De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de tecnologia Gartner, as vendas caíram no último trimestre. As remessas de PCs totalizaram US$ 80,3 milhões no último trimestre, o menor nível desde 2008. Os números apresentaram uma queda de 8,6% nas vendas, o que confirma a preferência pelos tablets. Aliás, essa mudança no gosto do consumidor beneficiou a Apple e o Google, mas em compensação, a Microsoft e a Intel foram bastante afetadas.

Computador

Foto: Divulgação

"A transição dos consumidores de PCs para os tablets para consumo diário de conteúdo continuou a reduzir a base instalada de PCs tanto nos mercados emergentes quanto nos maduros", disse Mikako Kitagawa, principal analista da empresa pesquisadora. "Uma maior disponibilidade de tablets Android, mais baratos, atraíram novos consumidores nos mercados emergentes, e serviram como dispositivos suplementares em mercados maduros”, informa.

Na Europa, Oriente Médio e África, a queda foi ainda mais drástica: um total de 13,7%. A Ásia-Pacífico apresentou 11,2% de recuo. Por outro lado, o mercado dos Estados Unidos cresceu 3,5%, impulsionado por baixos estoques sendo preenchidos e a popularidade dos modelos com chips mais novos da Intel.

Por Jaime Pargan


O mercado de notebooks vem criando novas opções e tecnologias para os seus usuários que desejam o mesmo desempenho de um computador em casa. Para eles, a novidade do momento são os notebooks híbridos, capazes de unir a portabilidade de um tablet com a eficiência de um PC.

Esses equipamentos são ideais para aqueles que querem aproveitar o melhor dos dois mundos: tablet+PC. Mas, é claro que os preços no Brasil ainda são altos. Atualmente, temos no país alguns modelos que chegam a R$ 6 mil através de marcas tradicionais como a Dell, Sony, HP, LG e Samsung.

Para quem quer economizar, modelos como o da LG, o Slide Pad, saem por R$ 1.900 e possuem sensor de iluminação de teclado Pebble com 70 teclas padrão ABNT2. O Envy x2, da HP, sai um pouco mais caro: por R$ 3.500. Possui tela multitoque Full HD que pode ser destacada do teclado, transformando-o em um tablet.

Os que desejam tecnologia mesmo se sair um pouco mais caro, devem optar pelo Vaio Duo 11, da Sony, que custa R$ 5.500 e vem com tecnologia antifurto da Intel, que permite desativá-lo em caso de roubo. O XPS 12 da Dell custa o mesmo e possui touchpad de vidro com botão integrado e suporte a gestos. Para obter o ATIV Smart PC Pro, da Samsung, o usuário terá de desembolsar R$ 5.700.

Por Jaime Pargan


Pesquisas realizadas pelas consultorias IDC (International Data Corporation) e Gartner revelaram um déficit no mercado de computadores pessoais.

Os dados colhidos pela Gartner apontam que o setor sofreu uma queda de 11,2% nas vendas, comparando o primeiro trimestre de 2013 ao mesmo período do ano passado. Segundo a empresa de pesquisa, um resultado tão negativo assim não é registrado desde 2001.

A IDC foi ainda mais trágica. Ela afirma que o declínio de vendas na área nunca foi tão baixo desde 1994, com uma baixa de 14%.

Os estudos feitos pela IDC também mostram os fabricantes mais afetados. Entre eles está a Hewlett-Packard (HP), líder no mercado com 11.997 unidades vendidas, que foi a mais prejudicada vendendo 24% menos do que no último ano.

Não são só nos dados que as duas consultorias divergem. Elas também acreditam em causas diferentes para o problema. De acordo com a Gartner, não é de se espantar que os PCs tenham perdido espaço com um crescimento tão grande dos dispositivos móveis. Já a rival acredita que o lançamento do Windows 8 no final do ano passado não surpreendeu as expectativas do consumidor, o que conduziu a crise nas vendas. 

Por Davi Pizelli


A Dell anunciou o novo PC tudo em um que também vira um tablet para facilitar o seu manuseio. O Dell XPS 18 é um aparelho portátil, leve e vem com tela touchscreen em Full-HD de 18,4 polegadas.

O XPS 18 conta com algumas versões onde pode ter um processador Pentium 2117U e pode disponibilizar aparelhos que chegam até o Core i7. É um aparelho com 4 ou 8 GB de memória RAM.

Esse modelo se destaca por ser o mais fino entre os all-in-ones. Esse nome é dado aos aparelhos que se transformam em um tablet. Mede 17,7 mm de espessura e pesa 2,2 Kg, sua bateria aguenta até 5 horas em 50% de brilho com uso moderado.

O XPS tem pernas que se dobram deixando-o em pé ou um suporte que também carrega a bateria do all-in-one, podendo usá-lo deitado. O teclado de toque é bem fácil de usar no sistema operacional Windows 8.

O Dell XPS 18 estará disponível somente nos EUA e em alguns países da Europa em abril, mas no Brasil ainda não há previsão de lançamento. Seu custo está na faixa dos US$ 900.

Por Mariana Rodrigues


Fornecedores asiáticos se tornaram importantes rivais das empresas americanas no mercado de computadores. Se há alguns anos atrás os grandes fabricantes de Taiwan e China eram somente unidades de baixo custo para a fabricação para as grandes empresas dos EUA, hoje o negócio é diferente. Diversos fabricantes de Taiwan se tornaram marcas internacionais e a China se torna um jogador competitivo ao se portar como cliente e fornecedor.

A marca chinesa Lenovo é um exemplo disso: hoje é o quarto maior fornecedor de PC no mundo. E o número dois do ranking fica com a marca de Taiwan Acer.

O topo do ranking mundial ainda pertence à Hewlett-Packard (HP), cabendo o terceiro lugar a Dell, mas os asiáticos não cansam de se aproximar, como a Asus, marca de Taiwan também jogando pesado na sexta colocação.

Por A. Garcia


A empresa que trabalhou na produção do Kinect para o Xbox 360, a Premier Sense, juntamente com a Asus, irão lançar uma nova câmera de sensor de movimento para computadores, denominada WAVI Xtion. O anúncio será feito no evento Consumer Eletronics Show 2011, o CES, que acontece do dia 06 e vai até 09 de janeiro em terras americanas.

As suas características e detalhes, em boa parte podem ser encontradas diretamente no seu nome. O WAVI, significa “Wireless Audio and Video Interaction”, e vai possibilitar para quem costuma jogar games no PC, uma nova diversão com a interação de áudio e vídeo sem necessidade de fio.

Já o Xtion, faz menção a sua câmera que captura os movimentos corporais. O aparelho terá o início de sua comercialização no segundo trimestre deste ano de 2011. Segundo o site, CNet UK, ainda não tem informações sobre preços que serão praticados. 

Por Oscar Ariel


No mundo inteiro, os tablets PC são um verdadeiro sucesso. Porém, no Brasil, a realidade é outra. Em 2010, o tablet surgiu como uma tendência das mais bem-sucedidas e veio para revolucionar o mercado de PCs, algo parecido com o que fez o Ipod no mercado dos tocadores digitais.

Entretanto, assim como o Ipod, o sucesso do tablet lá fora não reflete nos dados do Brasil, onde apenas 30 mil tablets foram vendidos, sendo que a maioria deles, foram adquiridos no chamado “mercado cinza”, característica dada ao comércio eletrônico exterior, via E-bay, Mercado Livre e afins, segundo dados do IDC. A muito se deve o fato de, por ser um produto novo e importado, seus preços ainda não se encaixam muito bem no bolso do brasileiro, e valores pagos pelas empresas de tecnologia em impostos fiscais acabam inflacionando o valor final do produto.

Devido a esse crescimento pouco expressivo dos tablets no Brasil, é provável que o PC continue como equipamento padrão nos próximos anos.

Por Adriana do Nascimento


O Natal está chegando. E as vendas de PCs devem acelerar. Certo? Quer dizer, depende. Segundo o instituto de pesquisas americano Gartner isso vai depender dos tablets. Segundo o levantamento da empresa as vendas de computadores nos Estados Unidos no terceiro trimestre caiu mais de 7% em relação ao mesmo período. Os número preocupam, pois era esperado um crescimento de 12 por cento nas vendas.

As vendas de laptops, especialmente os netbooks, também foram afetadas e caíram depois de dois anos de subidas constantes. Nesse caso, a culpa também é dos tablets. Não que esses dispositivos estejam vendendo tanto assim, já que o único modelo disponível até o momento é o iPad. O problema parece ser a espera pelos lançamentos dos tablets da concorrência.

É que muita gente está de olho nos novos tablets que serão lançados no fim do ano e início de 2011. Antes de comprar um novo PC ou um netbook, essas pessoas querem ver os tablets de perto.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: MacWorld





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