Nova versão do navegador Google Chrome terá novidades quanto à segurança dos sites.

Segurança na interneté um quesito cada vez mais necessário aos sites atualmente. Com a grande quantidade de informações que circulam pela rede, e as possíveis interferências dos chamados “piratas digitais” ou “hackers”, os dados têm que ser bem protegidos.

E é essa a intenção da empresa Google. Ela deseja que cada vez mais desenvolvedores de web ofereçam suas páginas de internet seguindo o protocolo HTTPS, ao invés da usual HTTP. Para incentivar essa mudança, a nova versão do navegador Google Chrome não alertará mais os usuários quando um site possuir “conteúdo misto”, variando entre os dois formatos.

Até a versão atual do navegador, a classificação é feita através de um sistema de “bandeiras”. Quatro no total. Ao acessar uma página completamente em HTTPS , um cadeado verde aparecerá para o usuário. Se o protocolo utilizado ainda for o HTTP, o usuário verá uma folha branca. E se o HTTPS está quebrado no site, o usuário enxerga um cadeado com uma letra X vermelha, alertando para a falta de segurança nos dados do site.

Se a página tiver elementos tanto de HTTP quanto de HTTPS, o ícone que o usuário enxergará será o de um cadeado com um triângulo amarelo do lado. Dessa forma, o usuário fica ciente de que o site não é tão seguro quando um HTTPS nem tão inseguro quanto um em que o HTTPS está quebrado.

Para incentivar o final desses sites mistos, a nova versão do navegador não apresentará essa última bandeira, a partir da próxima versão, o usuário somente verá uma folha em branco, assim como nas páginas que possuem o código HTTP. A ideia segundo o Google e diminuir o nível de atenção requerida do usuário.

No entanto, o Google recomenda às desenvolvedoras que suas páginas sejam publicadas em HTTPS, para proteger melhor seus dados. Ao mudar seu protocolo, os sites ganharão, além do cadeado verde na barra de endereços, maior confiança do usuário.

Por Patrícia Generoso

Segurança Google Chrome


Nova versão do navegador promete reduzir em até a metade a necessidade de usar a memória RAM do computador.

Navegador travando por falta de memória no computador, páginas que não carregam, são problemas que os usuários de alguns navegadores reportam com muita frequência. Mas para solucionar, ou ao menos amenizar esses problemas, a gigante da informática Google anunciou que lançará uma nova versão de seu navegador que promete reduzir em até a metade a necessidade do uso da memória RAM.

A nova versão, que receberá o nome de 45, já tem um vídeo demonstrativo, em que a Google demonstra que o uso de memória RAM desta nova versão chega a ser um quarto menor que a sua antecessora, a 43.

Se você utiliza o Google Chrome, é altamente recomendado que você vá até as definições do navegador, e já tente baixar a sua nova versão. Algumas pessoas que já testaram o novo navegador, afirmam que é uma excelente forma de liberar espaço na memória RAM do computador que pode ser usada em outras tarefas mais importantes.

Segundo a própria empresa, a inovação só é possível graças a uma nova tecnologia, que detecta se o computador está com poucos recursos e ao reabrir abas, por exemplo, descarta as que consumiriam mais memória.  O navegador também ganhou autonomia para verificar quais abas não estão em uso e utilizar a memória delas para outras tarefas do usuário. No Gmail, por exemplo, o navegador consegue liberar quase um quarto da memória que seria consumida sem necessidade.

A inovação é importante, pois a cada dia mais e mais memória é exigida de nossas máquinas. O padrão mínimo de 1 ou 2 GB pedido há poucos anos atrás já se tornou obsoleto, mas alguns usuários ainda não tiveram a oportunidade de fazer um upgrade em suas máquinas. A iniciativa do Google é válida para continuar a popularizar o uso da internet, e também fazer com que seu navegador continue sendo uma das primeiras opções dos usuários.

Mais informações podem ser conferidas no blog oficial do Google Chrome (chrome.blogspot.pt/2015/09/chrome-improvements-for-faster-and-more.html).

Por Patrícia Generoso

Google Chrome


Após muitos rumores, finalmente a Microsoft anunciou oficialmente o Projeto Spartan, em um evento realizado no dia 21 de janeiro. O novo browser tomará o lugar do tradicional Internet Explorer, após sua décima versão, e aparecerá no Windows 10. Porém, ainda não será visto nas primeiras versões de testes do novo sistema operacional.

A Microsoft tem buscado se renovar há algum tempo, e a substituição do Internet Explorer, navegador muito criticado por usuários e principalmente desenvolvedores é, sem dúvidas, um passo importante. A interface do novo navegador, que ainda não tem o nome definido, seguirá as tendências já há muito adotada por navegadores como Chrome e Firefox, fugindo do que vemos atualmente no IE. O design minimalista será adotado, com poucas bordas e foco no conteúdo.

Além de novo visual, a Microsoft implementou uma nova engine para renderização do conteúdo dos sites. O Trident, engine utilizada até então, será substituída. No entanto, nada foi revelado quanto a extensões. Mas como elas também são presença importante nos demais navegadores e a Microsoft está tentando se aproximar dos concorrentes, podemos esperar por informações a respeito disso.

Alguns recursos interessantes foram anunciados para o novo navegador. Entre eles, um modo de anotações permitirá salvar páginas da web com notas, que poderão ser feitas com uma caneta stylus, mouse, teclado, ou mesmo com os dedos. As anotações ou mesmo desenhos poderão ser compartilhados pela nuvem com os amigos, e será possível que outras pessoas também acrescentem comentários.
Além disso, o navegador terá integração com a assistente pessoal Cortana, que já está com presença confirmada em todas as plataformas com Windows 10. A Cortana estará acessível através da barra de endereços do navegador. Com ela, poderemos obter informações em tempo real, como trajetos, clima e dicionário.
Seguindo o conceito de colocar o foco na leitura, o navegador também terá um modo de exibição do texto principal, eliminando o restante conteúdo para evitar distrações.

O Projeto Spartan está previsto para começar a aparecer daqui a três ou até cinco meses.

Por Daniel Cavalcante

Projeto Spartan


Pelo que tudo indica a empresa Microsoft já está preparando o lançamento do sucessor do Internet Explorer, o qual segundo o site Tecmundo será chamado como Spartan. O novo navegador estará integrado ao novo sistema operacional Windows 10 que, conforme informações do site, será lançado no dia 21 de janeiro de 2015.

Inicialmente, rumores dão conta que não teremos diferenças entre os designs dos aplicativos nas diversas plataformas operantes, como acontece atualmente. Segundo o site The Verge (www.theverge.com), com o Spartan, a ideia da Microsoft é apresentar um visual muito próximo do programa tanto no PC como no tablet ou smartphone.  Ainda de acordo com o artigo publicado no The Verge,  a versão desktop  alvitra uma variante simples do Chrome, com uma interface com abas, conservando acima barra de endereço, possuindo na lateral as opções para voltar, para a frente, e atualizar uma página. Como avaliação, o The Verge aponta que é tudo projetado para um olhar leve, sem o inchaço tipicamente associados com versões mais antigas do Internet Explorer.

O novo navegador também trará, de forma integrada, o famoso assistente virtual inteligente que ficou conhecido no sistema operacional Windows Phone 8.1. Segundo o The Verge, um dos pontos importantes do Spartan será a integração da Cortana, a qual possuirá a função de disponibilizar informações aos usuários, tais como: informações sobre voos, reservas de hotéis, rastreamento de pacotes e outros dados dentro da barra de endereço tradicional. A Integração Cortana no navegador Spartan está prevista para substituir todas as ocorrências dos métodos Bing existentes na atual versão do Internet Explorer.

O site Tecmundo coloca que talvez a Microsoft traga o Internet Explorer como padrão no sistema operacional Windows 10, e disponibilize o Spartan como um aplicativo opcional em sua loja, Windows Store.

Por enquanto, resta-nos aguardar até o dia 21 de janeiro que é quando a empresa realizará o evento Windows 10.

Se você quiser testar a nova versão do Windows 10, acesse windows.microsoft.com.

Por Thiago José Fernandes

Microsoft Spartan


O Firefox, navegador que se tornou alternativa durante muitos anos ao Internet Explorer sendo o terceiro navegador mais usado do mundo, chegou a mais uma versão. Depois de disponibilizar o novo visual na versão 29 após muito tempo, lançou a versão 29.0.1, que vem para a correção de diversos bugs e erros no aplicativo.

A Mozilla informou que corrigiu em um componente PDF. O erro fazia que páginas impressas pelos usuários saíssem em branco e não com o conteúdo solicitado. Outra correção importante e que merece o update dos usuários é no que tange as abas em branco (erro exclusivo no Windows 8.1 ou posterior). Além disso, correção de erros após a restauração da sessão do navegador depois de algum erro ou fechamento inesperado e correções de segurança se fazem presentes. A Mozilla ainda notificou que alguns erros ainda estão em correção como renderização de texto no Windows 7 e encerramentos lentos estão em investigação e virão em versões posteriores do navegador.

O Firefox, como é conhecido, leva a filosofia de software livre aos seus usuários. Está disponível tanto em dispositivos Android como Tablets e Smartphones. Além disso, está disponível em versões de 32 bits para computadores e notebooks com Windows, Linux ou MAC OSX. A versão 64 bits da raposa existe apenas para Linux. O programa também é conhecido pela grande personalização, principalmente na parte de temas. Como é em Software Livre, quem entende de programação pode fazer alterações no código fonte e disponibilizar a todos.

Hoje, o Firefox concorre contra Chrome, Internet Explorer, Opera e Safari. Seus anos dourados foram lá em 2004. Desde então, o seu maior vilão é o travamento constante, erros de Script e principalmente a concorrência forte com o ecossistema Chrome, do Google que vem integrando cada vez mais os dispositivos.

A versão já está disponível nos sites do navegador e também por atualização.

Por Leandro de Souza

Firefox

Foto: Divulgação


O Yahoo! anunciou na sexta-feira passada a 21ª aquisição feita pela CEO Marissa Mayer, trata-se do navegador RockMelt.

O RockMelt existe desde 2010 unindo o browser com recursos de redes sociais, aliando a visualização de mensagens do Facebook com postagens do Twitter.

O novo proprietário do navegador pretende extirpar os atuais produtos oferecidos pelo RockMelt no tempo aproximado de 30 dias e visa a implantação de novas tecnologias que agreguem valor ao que será oferecido aos usuários.

Quanto à situação dos empregados da empresa, o Yahoo! está certo de contratar 32 funcionários, inclusive o CTO Tim Howes que na nova visão do grupo se transformará em vice-presidente de Engenharia de Produtos Móveis e o CEO Eric Vishria assumirá o cargo de vice-presidente de Produtos de Midia.

Segundo o que foi publicado pela revista Reuters, o valor da transação foi maior a US$ 50 milhões e menor ou igual a US$ 80 milhões.

O Yahoo! tem feito diversas aquisições ultimamente, inclusive em forma de talentos para abrilhantar mais o staff da empresa. O maior investimento da empresa foi a compra da Tumblr no mês de maio de 2013 por US$ 1,1 bilhão.

Por Melina Menezes


Já está disponível a mais nova versão do navegador da Fundação Mozilla, o Firefox 20. Entre suas atualizações estão uma mudança na forma de navegação privada e a correção de 13 vulnerabilidades.

A janela de “Navegação privativa” foi adotada pelo Firefox em 2009, um atraso se comparado ao Safari, precursor do recurso em 2005. Até sua última versão, o navegador da companhia Mozilla, depois de selecionado o modo privado, salvava as guias que estavam sendo usadas, fechava-as, e uma nova janela já na forma privativa era aberta. Quando o usuário fosse voltar ao modo “normal”, a janela privada era fechada e as anteriores abertas.

Em sua nova versão, o Firefox adotou um modo de janela secreta semelhante ao usado pelo Chrome. Agora, quando ativado o modo Navegação Privativa, uma janela anônima é aberta paralelamente às janelas já abertas no modo não privado. Assim, os usuários têm a possibilidade de usar o modo privado e “normal” ao mesmo tempo.

Além dessa nova forma de navegação, a atualização do navegador corrigiu 13 erros de segurança, dentre os quais 5 eram classificados pelo sistema como críticos, 4 como de alto risco e 4 como moderados. 

Por Davi Pizelli





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