Tablet do Google já está sendo vendido em 14 países e custa entre US$ 499 e US$ 599.

O Google Pixel C começou a ser vendido em 14 países, mas nenhum deles é o Brasil. Diferente do que ocorre com o smartphone Nexus, a produção foi totalmente feita pela maior buscadora da internet mundial. O Google pretende fazer concorrência ao Surface 3 da Microsoft. O aparelho foi apresentado em setembro durante um evento na cidade estadunidense de San Francisco – Califórnia.

Nos Estados Unidos, as versões custam US$ 499 e US$ 599, equivalente a R$ 1.897 e R$ 2.278 respectivamente. A mais barata vem com 32GB de memória de armazenamento. A mais cara possui 64GB de memória de armazenamento. O teclado custa US$ 149, R$ 566 convertendo diretamente. O acessório tem ajuste magnético.

Os outros países que receberam a novidade foram Canadá, Inglaterra, Alemanha, Irlanda, Áustria, Austrália, França, Espanha, Holanda, Suíça, Bélgica, China e Nova Zelândia. Ainda não se sabe o Brasil receberá o tablet, assim como os demais países da América do Sul.

O Pixel C já vem com o novo Android Marshmallow 6.0. A memória RAM é de 3 GB e o processador é um quad-core com chipset NVídia Tegra X de 64 bits. A placa de vídeo é uma Maxwell. A interface de programação de aplicativos é composta por Open GL 4.5, Open GL ES 3.1 e Nvídia CUDA.

A tela do tablet tem 10,2 polegadas e resolução de 2560×1800 pixels – densidade de 308 pixels por polegada. A câmera traseira possui oito megapixels e a frontal dois megapixels.

As conexões são USB Type C, Bluetooth 4.1, wi-fi e rede dualband.

As dimensões são 24,2×17,9 centímetros e a espessura é de 0,7 centímetro. O peso é de 517 gramas. O teclado pesa 320 gramas. Isso faz dele um dos tablets mais finos e leves da categoria.

O aparelho e o acessório têm design simples e são totalmente revestidos em alumínio.

A rivalidade não pretende ser apenas com o Surface 3. As especificações técnicas e preços estão também na categoria de iPad Pro e Samsung Tab S2.

Bruno Klein


Nova versão do navegador Google Chrome terá novidades quanto à segurança dos sites.

Segurança na interneté um quesito cada vez mais necessário aos sites atualmente. Com a grande quantidade de informações que circulam pela rede, e as possíveis interferências dos chamados “piratas digitais” ou “hackers”, os dados têm que ser bem protegidos.

E é essa a intenção da empresa Google. Ela deseja que cada vez mais desenvolvedores de web ofereçam suas páginas de internet seguindo o protocolo HTTPS, ao invés da usual HTTP. Para incentivar essa mudança, a nova versão do navegador Google Chrome não alertará mais os usuários quando um site possuir “conteúdo misto”, variando entre os dois formatos.

Até a versão atual do navegador, a classificação é feita através de um sistema de “bandeiras”. Quatro no total. Ao acessar uma página completamente em HTTPS , um cadeado verde aparecerá para o usuário. Se o protocolo utilizado ainda for o HTTP, o usuário verá uma folha branca. E se o HTTPS está quebrado no site, o usuário enxerga um cadeado com uma letra X vermelha, alertando para a falta de segurança nos dados do site.

Se a página tiver elementos tanto de HTTP quanto de HTTPS, o ícone que o usuário enxergará será o de um cadeado com um triângulo amarelo do lado. Dessa forma, o usuário fica ciente de que o site não é tão seguro quando um HTTPS nem tão inseguro quanto um em que o HTTPS está quebrado.

Para incentivar o final desses sites mistos, a nova versão do navegador não apresentará essa última bandeira, a partir da próxima versão, o usuário somente verá uma folha em branco, assim como nas páginas que possuem o código HTTP. A ideia segundo o Google e diminuir o nível de atenção requerida do usuário.

No entanto, o Google recomenda às desenvolvedoras que suas páginas sejam publicadas em HTTPS, para proteger melhor seus dados. Ao mudar seu protocolo, os sites ganharão, além do cadeado verde na barra de endereços, maior confiança do usuário.

Por Patrícia Generoso

Segurança Google Chrome


Uma versão é voltada para multimídia e outra é voltada para áudio.

O Google anunciou na última terça (29) o lançamento de duas novas versões do Chromecast. Como era esperado, uma versão é voltada para multimídia e a outra tem o foco em consumo de áudio.

O novo modelo multimídia é capaz de se conectar a uma rede Wi-Fi de 5 GHz, graças a uma atualização feita em seu sistema de antenas. Isso garante uma conexão muito mais rápida entre o aparelho e a rede doméstica do usuário. Além disso, o Google também aumentou a oferta de apps compatíveis para transmissão no Chromecast. 

A parte negativa para os usuários, é que a segunda geração do Chromecast ainda não é compatível com a tecnologia de resolução de vídeos em 4K, algo que era esperado por muitos.

Áudio:

Já o Chromecast com foco em áudio vem com a funcionalidade de transmitir áudio de um smartphone ou outro dispositivo para um sistema de som, usando apps de músicas como o Spotify, Google Music e outros.

O gadjet ainda ganhará um novo recurso até o final do ano. Será possível com esse recurso, realizar a transmissão simultânea entre vários dispositivos, basta  ter um Chromecast Audio para cada um deles. Essa funcionalidade promete revolucionar as "festas caseiras".

Diferente do multimídia, que possui conexão através de cabo HDMI, o Chromecast Audio vem com uma entrada de 3,5mm, a mesma usada pelos fones de ouvido.

Até o final do ano, o gadget ganha um novo recurso. Será possível fazer a transmissão simultânea para vários dispositivos – é claro que será preciso um Chromecast Audio para cada dispositivo que for emitir som. A solução pode interessar para quem gosta de fazer festas em casa, por exemplo.

Nos Estados Unidos, ambos os Chromecasts estão sendo lançados por 35 dólares.

A ideia é transmitir áudio de um smartphone Android ou outro dispositivo compatível para um sistema de som. Isso poderá ser feito usando, por exemplo, apps de músicas como Spotify ou o Google Music.

O preço do Chromecast não mudou, os dois estão sendo lançados nos Estados Unidos pelo preço de U$ 35,00, o mesmo da primeira geração.

Chromecast Áudio

Chromecast Multimidia

Fotos: Divulgação


Nova versão do navegador promete reduzir em até a metade a necessidade de usar a memória RAM do computador.

Navegador travando por falta de memória no computador, páginas que não carregam, são problemas que os usuários de alguns navegadores reportam com muita frequência. Mas para solucionar, ou ao menos amenizar esses problemas, a gigante da informática Google anunciou que lançará uma nova versão de seu navegador que promete reduzir em até a metade a necessidade do uso da memória RAM.

A nova versão, que receberá o nome de 45, já tem um vídeo demonstrativo, em que a Google demonstra que o uso de memória RAM desta nova versão chega a ser um quarto menor que a sua antecessora, a 43.

Se você utiliza o Google Chrome, é altamente recomendado que você vá até as definições do navegador, e já tente baixar a sua nova versão. Algumas pessoas que já testaram o novo navegador, afirmam que é uma excelente forma de liberar espaço na memória RAM do computador que pode ser usada em outras tarefas mais importantes.

Segundo a própria empresa, a inovação só é possível graças a uma nova tecnologia, que detecta se o computador está com poucos recursos e ao reabrir abas, por exemplo, descarta as que consumiriam mais memória.  O navegador também ganhou autonomia para verificar quais abas não estão em uso e utilizar a memória delas para outras tarefas do usuário. No Gmail, por exemplo, o navegador consegue liberar quase um quarto da memória que seria consumida sem necessidade.

A inovação é importante, pois a cada dia mais e mais memória é exigida de nossas máquinas. O padrão mínimo de 1 ou 2 GB pedido há poucos anos atrás já se tornou obsoleto, mas alguns usuários ainda não tiveram a oportunidade de fazer um upgrade em suas máquinas. A iniciativa do Google é válida para continuar a popularizar o uso da internet, e também fazer com que seu navegador continue sendo uma das primeiras opções dos usuários.

Mais informações podem ser conferidas no blog oficial do Google Chrome (chrome.blogspot.pt/2015/09/chrome-improvements-for-faster-and-more.html).

Por Patrícia Generoso

Google Chrome


Nova atualização do Google Chrome terá um recurso que impedirá que os vídeos sejam reproduzidos automaticamente, sem a autorização do usuário.

Quem está navegando pela internet e fica com muitas abas abertas, costuma ouvir um som, vindo de "algum lugar do computador" e aí é feita a pergunta tão conhecida: "de onde está vindo este som?".

Acontece que, quando abrimos muitas guias, pode acontecer que uma destas páginas tenha um vídeo e em certo momento ele começa a ser executado e aí é preciso que o usuário verifique cada uma das abas, até descobrir em qual delas encontra-se o tal vídeo, para então poder pausá-lo e ele não ficar incomodando.
Mas este problema está com os dias contados, pelo menos para quem utiliza o Google Chrome, que vai trazer em sua próxima atualização um recurso que vai impedir que os vídeos sejam reproduzidos de forma automática quando o usuário estiver em uma outra guia que não seja a da página onde o vídeo se encontra.
François Beaufort, executivo do Google, foi quem fez o anúncio através do Google+. De acordo com François, o vídeo somente voltará a rodar, quando o usuário voltar à aba onde este vídeo se encontra.

O problema da execução de vídeo de forma automática é uma reclamação antiga e por educação, os desenvolvedores devem deixar o vídeo parado, cabendo ao internauta a decisão de visualizar o vídeo ou não. Só que esta negra não é respeitada na maioria das vezes, principalmente por anúncios que querem, de toda forma, chamar a atenção do usuário.

Mas a intenção da nova função do Google Chrome não é só ajudar o usuário a se ver livre deste incômodo, mas também deixar o navegador mais rápido, já que ele não terá que ficar executando o vídeo, podendo empregar este seu poder no que realmente o usuário está precisando.

Mas os usuários do Google Chrome não precisam esperar a atualização chegar para contar com esta opção, basta desativar a reprodução automática de vídeos no próprio navegador. Para isso, vá em "Configurações", escolha "Privacidade", depois acesse "Configurações de Conteúdo" e, por fim, escolha a opção "Plug-ins". Agora é só marcar a opção "Deixe-me escolher quando executar o conteúdo do plugin".

Pronto! Agora você já está livre da execução automática dos vídeos.

Por Russel

Google Chrome


Nova ferramenta visa incentivar os desenvolvedores a criarem sites de uma forma fácil e que sigam as diretrizes de layout que melhor vai atender ao atual mercado.

O gigante de buscas na internet, Google, deu início a mais um novo projeto, desta vez, disponibilizando uma ferramenta online para a criação de sites. O Google está preocupado com o crescente acesso feito a internet através dos smartphones e a grande maioria dos sites ainda não está preparada para ser visualizada nestas pequenas telas. A intenção do Google é incentivar os desenvolvedores a criarem sites de uma forma fácil e que sigam as diretrizes de layout que melhor vai atender ao atual mercado.

Serão oferecidos templates, cards, fones e até ícones para que o desenvolvedor possa soltar sua imaginação, encontrando grande facilidade na criação do seu projeto, tendo à sua disponibilidade até uma ferramenta para customização de temas, conseguindo assim, ter um visual mais exclusivo. Há vários componentes que podem ser personalizados, como o layout, os botões, toggles e menus, o usuário terá que fazer várias combinações para ver como fica melhor de acordo com seu gosto.

O grande destaque desta ferramenta do Google, sem dúvida alguma, é a facilidade para sua utilização e vai poder ser utilizada nos principais browsers, entre eles o Firefox, Opera, o Edge da Microsoft, Safari e também no navegador do próprio Google, o Chrome.

A nova ferramenta do Google recebeu o nome de "Material Design Lite" e vai ajudar os desenvolvedores a criarem temas em JavaScript, HTML e também em CSS. A ferramenta conta com um tamanho de apenas 27kb para sua versão compacta e certamente vai ser de grande valia para os desenvolvedores que precisar dar novos rumos aos sites que estão desenvolvendo, que agora, mais do que nunca, precisam contar com o layout certo para ser visualizado nos vários equipamentos que são utilizados para acesso à internet.

A nova ferramenta vai concorrer diretamente com o SharePoint da Microsoft e o Google pretende dominar também este crescente mercado, que é o de desenvolvimento de sites. Com poucos cliques será possível criar um site, customizá-lo e até mesmo atualizá-lo, mesmo que seja necessário utilizar várias ferramentas e serviços, como fotos, calendários, vídeos, etc.

O Google já vinha adquirindo empresas que atuam nesta área e ao comprar o JotSpot, deu um importante passo para finalmente, conseguir lançar esta sua ferramenta que promete ser um novo marco na internet.

O Google já domina várias áreas de tecnologia e na internet, principalmente, está envolvido em vários setores. De acordo com a própria empresa, o que o Google está fazendo agora é "acrescentando um botão de editar a internet".

Por Russel

Criar sites

Foto: Divulgação


Parceria entre as empresas criou o projeto WebAssembly, que visa melhorar os métodos já existentes que são responsáveis pelo carregamento do código em JavaScript.

O Google, a Microsoft e também o Mozilla estão com um projeto para acelerar a internet, o WebAssembly. As três empresas anunciaram quase que simultaneamente o projeto open source, ou seja, um projeto aberto que estará sendo realizado em conjunto por estas 3 gigantes da internet.

O WebAssembly, ou simplesmente "Wasm", é um projeto que propõe a criação de um novo formato binário que ficará responsável pela compilação de todas as aplicações da internet. A grande vantagem deste novo projeto é que ele permitiria que os programadores do mundo todo pudessem criar programas nas mais diversas linguagens de programação, pois atualmente só é possível desenvolver nas linguagens C e C++ para o engine "JavaScript" presente nos navegadores.

O maior objetivo do WebAssembly é conseguir melhorar os métodos já existentes que são responsáveis pelo carregamento do código em JavaScript, como o asm.js que é utilizado pelo browser Mozilla, um dos mais utilizados por internautas do mundo todo.

A diferença é que o WebAssembly, ou "Wasm" vai trabalhar de forma independente, ou seja, os navegadores não vão mais ter que lidar diretamente com o código, como é atualmente, pois esta é a forma que eles entendem a linguagem que é praticamente feita em texto. Esta linguagem em texto foi desenvolvida para os humanos, o que dificulta e atrasa o trabalho dos navegadores.

O projeto pretende utilizar o código fonte da aplicação para desenvolver um novo bytecode que nada mais é que uma instrução que é dada à "máquina virtual", porém, seria interpretado de forma muito mais rápida.
Já em testes, o Wasm chegou a ser 20 vezes mais rápido que o atual asm.js. Agora as empresas envolvidas no projeto querem padronizar o WebAssembly, mas sem exterminar com o JavaScript, alegando que esta nova plataforma chega para complementar e não para substituir a já existente.

Atualmente o WebAssembly precisa de um script que faz sua conversão para o asm.js, mas claro, neste caso há perda de desempenho porém isto seria temporário, até que os navegadores viessem a dar suporte a este novo padrão.

Por Russel

Internet


A loja online estará disponível em breve para os brasileiros

O Google, empresa conhecida há algum tempo atrás como a "Gigante de Buscas na Internet", tem investido pesado em novas áreas, e hoje, o título de "Gigante de Buscas" já não é o mais apropriado, já que a empresa se tornou grande em várias outras áreas, por exemplo, de smartphone e tablets.

O Google lançou o sistema operacional Android e vem atualizando de acordo com aos avanços da tecnologia e necessidades do mercado, com isto, tem atendido às grandes empresas fabricantes destes aparelhos, assim como próprio Google tem seus próprios smartphones no mercado.

A empresa também já começa a investir na área de tecnologia, realidade virtual, e não para por aí, está lançando agora sua loja online de eletrônicos e tem uma versão exclusiva para os brasileiros!

O "Google Store", como é chamada a loja virtual da empresa, acaba de ser lançada com um visual renovado. A loja foi totalmente repaginada e muito pouco, ou quase nada, restou da antiga "Play Store Hardware".

A empresa, que já faz sucesso absoluto com sua loja virtual para venda de aplicativos, agora quer dominar também um outro mercado, comercializando na "Google Store" grande variedade de produtos.

Mas a loja online de eletrônicos do Google para o Brasil está passando por algumas finalizações, por isto, os brasileiros terão que esperar um pouco mais. Mas você já pode ter uma ideia do que vem por aí, acessando o link da loja para os Estados Unidos, através do endereço: https://store.google.com/?gl=US.

Apesar do link ser para a loja americana, você poderá conferir todos os textos em português e assim poderá conferir os produtos comercializados, entre eles: smartphones, tablets, Chromebooks, Nest, Android Wear e muitos outros!
Mas, acessando por este link, você verá a seguinte mensagem, clicando em algum produto para adquiri-lo: "Este produto está indisponível em seu país".

E visitando o link direto da loja, https://store.google.com, você poderá ver o aviso de que, por enquanto, o Google Store não está disponível por aqui, mas a empresa já confirmou que isto é temporário e em breve estará oferecendo seus produtos também para os brasileiros.

Por Russel

Foto: divulgação


A novidade concorre diretamente com a Amazon, atual líder no segmento, e promete revolucionar o mercado

O Google é uma das maiores empresas do mundo e, como toda boa empresa, sempre está em busca de inovações e melhorias em seus serviços. E para aqueles que já estão acostumados com os serviços prestados pelo Google, saibam que a empresa anunciou nesta quarta-feira, 11 de março, o seu mais novo serviço de armazenamento. Trata-se de um serviço de armazenamento na nuvem que é bastante acessível, pois custa nada menos que US$ 0,01 por gigabyte a cada mês. Confira mais detalhes sobre a nova ferramenta na continuação desta matéria.

O novo serviço tem o nome de Google Cloud Storage Nearline. Vale ressaltar que este serviço promete ser bastante eficiente e tem a missão de agradar milhões e milhões de usuários em todo o mundo. Segundo os desenvolvedores do serviço, o mesmo é capaz de oferecer acessos aos dados dos usuários em apenas três segundos, em alguns casos menos que isso.

Um dos principais objetivos quanto ao lançamento deste serviço é competir diretamente com a líder do seguimento, a Amazon.

Para aqueles que ainda não conhecem o novo serviço do Google, saibam que o mesmo é extremamente indicado para o armazenamento de dados com grande duração, no entanto, pouco acessados pelos usuários. Dessa forma, você pode utilizar o Google Cloud Storage Nearline para armazenar fotos, vídeos ou documentos de empresas, por exemplo.

Além disso, o serviço também é uma grande indicação para usuários que necessitam armazenar os dados de seus clientes. A expectativa do Google é que este novo serviço revolucione o mercado de armazenamento na nuvem.

Apesar das grandes expectativas, o Google terá uma disputa acirrada com a Amazon, haja vista a mesma também dispor de um serviço que possui o mesmo preço: US$ 0,01 por gigabyte por mês.

Esse serviço é o Glacier e seu principal ponto fraco é o fato de o mesmo levar algumas horas para recuperar as informações armazenadas na nuvem. Segundo assim, o Glacier é um serviço destinado aos arquivos que são raramente acessados pelos seus usuários.

Por Bruno Henrique

Foto: divulgação


Após um pequeno deslize, o Google acabou confirmando que o novo Chromebook será lançado em breve. Quando a empresa lançou o primeiro modelo do Chromebook a ideia dava a impressão que seria uma inovação total, contudo, a empresa tropeçou nas suas próprias pernas, porque, embora que todas as peças colocadas no modelo fossem de ponta e primeira qualidade, o valor do produto não agradou aos consumidores, devido ao fato dele ser alto, cerca de US$ 1,2 mil por um computador que rodava um sistema operacional muito limitado.

Entretanto, a fim de recuperar o prestígio, a empresa realizou uma atualização nas tarefas que poderiam ser desempenhadas em um Chromebook. Foi daí que surgiu um novo conceito da linha de computadores, que foi o “Superchromebook”, o que deixou a companhia mais confiante, e agora a novidade é a fabricação do modelo Pixel 2.

A divulgação do início da fabricação desse aparelho ocorreu através do portal eletrôncio www.9to5Google.com, que publicou prematuramente o vídeo que estava sendo feito para a divulgação do modelo, porém, como a ideia não era divulgá-lo, a empresa teve que deixar o vídeo no modo privado correr contra o tempo para que fosse retirado do site.

Mas, de uma maneira ou de outra, esta escorregada da companhia serviu para alguma coisa que, diga-se de passagem, foi algo positivo, pois, após a divulgação desta notícia na última terça-feira, dia 24 de fevereiro, a web ficou toda em polvorosa, agora a curiosidade que pairou no ar à respeito do assunto e que muitos desejam descobrir a qualquer preço como será a configuração e os detalhes estéticos do novo Pixel 2 .

Vale ressaltar que, anteriormente, já haviam notícias da imprensa especializada de que o Google realmente já estava trabalhando na criação de um novo Chromebook com tecnologia de ponta.

Nada ainda é oficial, todavia, já há boatos rolando por aí de que o novo Pixel 2 será um computador no modelo 2 em 1, ou seja, será um notebook e tablet no mesmo produto, o qual rodará o Chrome OS, bem como o Android, respectivamente. 

Por Adriano Oliveira

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É verdade que quando uma empresa começa a crescer incomoda suas concorrentes. Atualmente, esse é o caso da Xiaomi. A empresa tem crescido muito, principalmente no mercado da China.

No país asiático é a líder em comercialização de smartphones, e este é um dos principais mercados do mundo para o setor de aparelhos móveis. Além dos seus concorrentes diretos, outras companhias estão começando a ficar preocupadas com a rápida expansão dos negócios da empresa.

Em cinco anos de vida, a marca chinesa tem conquistado muitos desafios, um deles é incomodar a Apple. Se a marca da maçã está se sentindo incomodada com o desenvolvimento dos negócios da Xiaomi é porque, com certeza, esta fabricante chinesa oferece ameças para a manutenção no topo da companhia fundada por Steve Jobs.

Mesmo que a Apple seja a companhia que mais esteja preocupada, a Android e a Google também estão abrindo os olhos perante o crescimento da chinesa. Estas empresas estão preocupadas com a forma que a Xiaomi está usando o sistema operacional Android nos seus dispositivos.

A chinesa usa a versão que não é certificada, sendo assim, os aparelhos da marca não possuem as ferramentas de busca mais conhecidos. Este problema não é tão grave, porque na China muitos dos aplicativos do Google estão proibidos. O "problema" maior – aos olhos das poderosas – é que ela pretende entrar em mercados de novos países com esses dispositivos. 

Se a Xiomi entrar em mercados de países que não bloqueiam o uso dos apps da Google, a gigante das buscas poderá perder usuários. 

O impasse continua, pois não se sabe qual será o passo que a Google e a Android irão dar, nem como a Xiaomi lidará com o assunto, mas uma coisa é bem possível: que a Google e a marca do sistema operacional comecem a exigir a utilização do Android original para que os aplicativos possam ser baixados e utilizados. Esta situação demorará alguns meses para ser resolvida.

Por Melina Menezes

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O Google+ talvez não tenha êxito em popularidade, entretanto, ele possui boas considerações no fator de recursos. A Google desenvolve de forma intensa buscando acrescentar novas funcionalidades que sejam de bom uso aos usuários, fator que é perceptível inclusive para as pessoas que vão utilizam o site todos os dias.

Isto é comprovado através da recente demanda de funções automáticas para usuários que têm frequência na captura de diversos vídeos. De acordo com a informação de Tim St. Clair, uma das pessoas que trabalham na rede social, a empresa desenvolveu, na última semana, uma sequência de detalhes novos para que os vídeos fiquem mais atrativos.

No momento atual, o usuário poderá otimizar a qualidade visual e sonora dos seus vídeos somente com um clique. O Google+ considera as cores, estabilidade, luminosidade e, inclusive, em pouco tempo também a comunicação na faixa de áudio. O procedimento é bem comum:

1) É necessário somente a utilização do Auto Backup no celular para possibilitar o armazenamento dos vídeos na nuvem;

2) O Google+ irá considerar de forma automática a imagem e áudio do vídeo;

3) O usuário é avisado no momento que o site observa que existem melhorias a serem feitas;

4) Uma demonstração é feita, de forma que usuário tenha a possiblidade de optar se deseja acrescentar as alterações.

É necessário considerar também que as melhorias do Google+ podem ser utilizados também em vídeos que o usuário possua no computador. É necessário apenas a inclusão de um vídeo dentro do Google+ e permitir que a rede social execute as funções.

O Google+ havia divulgado anteriormente também a criação para permitir que o usuário selecione de forma mais diversificada as identidades de gênero. A companhia prevê permitir um número ilimitável de chances para que o usuário escolha a forma como prefere ser visualizado pelo mundo. Existe também a possibilidade de limitar as pessoas que visualizam o gênero.

Por Felipe Couto de Oliveira

Foto: divulgação


O Google anunciou um novo recurso para o seu serviço de armazenamento online, o Google Drive, que permitirá que os usuários acessem mais facilmente os arquivos salvos na nuvem usando seus aplicativos favoritos do desktop. O recurso, porém, não está disponível para os aplicativos em si, mas como uma extensão do Chrome, navegador da empresa. Uma vez instalado, o usuário poderá clicar com o botão direito nos arquivos do Google Drive e escolher em qual programa deseja acessá-lo. Além disso, é necessário que seja atualizada a versão do Drive instalada para a mais recente disponível (1.18), e que os arquivos estejam sincronizados com o computador para a extensão funcionar.

A iniciativa do Google em facilitar o acesso ao Drive por aplicativos não próprios parece estranha, mas o objetivo principal da ideia é tentar aproximar e facilitar a relação entre computadores e nuvem, uma vez que a novidade coloca os programas do PC e os documentos, planilhas e apresentações do Google em “pé de igualdade”. Dar o braço a torcer também representa o reconhecimento de que alguns usuários não podem, não querem, não confiam ou não gostam da ideia de mudarem completamente de ambiente de trabalho, no caso, para os aplicativos na nuvem. Talvez por utilizarem um recurso específico que o Google Docs não suporta, ou pela comodidade de já estarem acostumados com as ferramentas disponíveis no Office, como Word e Excel, ou até mesmo por suas atividades requererem um software mais sofisticado, não oferecido online pelo Google.

A extensão, por mais simples que possa parecer, pode ajudar a persuadir esses usuários mais exigentes (ou acomodados) a, aos poucos, migrarem suas atividades para dentro do navegador. Uma vez lá, podem começar a tirar vantagem do recurso de armazenar seus arquivos na nuvem e poder acessá-los facilmente em seus programas favoritos, independente de quais sejam (documentos, vídeos, projetos ou qualquer outro).

A empresa informou que a extensão será disponibilizada “dentro dos próximos dias”.

Por Felipe Foureaux Freitas

Google Drive

Foto: Divulgação


O Google elaborou um dispositivo USB para ser conectado ao computador como suporte à verificação de identidade em duas etapas. Para provar ser o dono do perfil e acessar sua conta do Google e os aplicativos através do Chrome, os usuários poderão contar com mais essa opção de segurança.

A nova Chave de Segurança (Security Key), como a própria empresa está chamando o novo produto, que mais parece um pen drive, garante que você, ou pelo menos sua chave, está conectado ao computador, impedindo ataques remotos à sua conta por parte de hackers e programas maliciosos.

A verificação em duas etapas, disponibilizada pelo Google há anos, tem o simples objetivo de garantir mais segurança no acesso às contas, requerendo sua senha juntamente com outros dados, seja uma pergunta de segurança, dados pessoais etc, e tem se tornado mais usual depois dos recentes casos de invasão de contas, principalmente aqueles de roubos de fotos íntimas de celebridades. Isso porque os caracteres que compõem a senha podem ser digitados em qualquer teclado, em qualquer computador ao redor do mundo, sem o mínimo conhecimento do usuário de que sua conta está sendo acessada – às vezes até ao mesmo tempo em que ele está conectado.

A empresa dona do site de buscas mais famoso do mundo, e outras também, oferecem ferramentas que alertam os usuários sobre quando e de onde suas contas estão sendo acessadas, caso seja um local diferente daqueles de onde usualmente a pessoa se conecta, mas a única maneira de se garantir que a invasão não ocorra é a segunda verificação de identidade após a inserção da senha. Neste caso, o Google sai na frente com o dispositivo USB que, via de regra, deve permanecer com o “titular” da conta.

Mas se engana quem pensa que qualquer pen drive esquecido no fundo da gaveta funcionará. O Security Key do Google usa o protocolo U2F (sigla em inglês para 2ª Verificação Universal), gerenciado pela empresa FIDO Alliance. Ela utiliza criptografia de chave pública para criar um único dispositivo USB capaz de autenticar a conexão do usuário, garantindo que nenhuma tentativa de invasão obtenha sucesso. E também se engana quem acha que com o novo brinquedinho terá garantia de segurança em qualquer lugar que for. Isso porque por enquanto o Chrome é o único navegador que suporta a tecnologia do U2F, o que significa ter que voltar para a verificação em duas etapas com códigos por SMS ou aplicativos do celular verificados para acessar sua conta com segurança quando o computador não tiver o Chrome instalado.

O “Security Key” tem que ser comprado, e nos EUA o valor varia de US$15 a US$ 50. 

Por Felipe Foureaux Freitas

Security Key do Google


E enquanto todos comentavam sobre os últimos lançamentos de tablets, o Google surpreende e lança o Nexus 9, que conta como maior novidade o sistema operacional, o novíssimo Android 5 LolliPop! O Nexus 9 é resultado de uma parceria entre o Google e a HTC!

Mas o Nexus 9 não conta somente com o sistema operacional para conquistar o mercado, o tablet tem tela IPS LCD 8,9" com excelente definição de 2048 x 1536, bem superior ao Nexus 7 que era de apenas 1200 x  1920px.

Outra super novidade do Nexus 9 é o seu teclado magnético que poderá ser comprado separadamente. Este teclado permite que o usuário possa contar com vários ângulos de inclinação.
A bateria do Nexus 9, de acordo com a própria empresa, chega a ter uma duração de 5 meses sem recarga!

O Nexus 9 conta com processador NVidia 2,3GHz e 64 bits. A memória interna poderá ser de 16 ou 32 GB e 2GB de RAM.

A câmera traseira é de 8mp e a frontal de 1,6mp. O tablet do Google com a HTC pesa 420 gramas e conta com 2 alto-falantes frontais que garante melhor qualidade do som.

O novo Google 5 LolliPop estará presente no Nexus 9 e também no Nexus 6 que foi anunciado pelo Google que garantiu que o novo sistema operacional será muito mais rápido que seus antecessores, principalmente na execução de multi-tarefas.

E o Nexus 9 é realmente mais rápido que qualquer outro, deixando para trás o último lançamento da Apple, o Galaxy Note 4 e até o Xperia Z3!

O Nexus 9 chegará nos próximos dias a mais de 29 países, mas ainda não há previsão de lançamento do tablet aqui no Brasil.

Com a chegada do Nexus 9, haverá toda uma mudança não só no mercado de tablets, mas também em relação ao sistema operacional, pois muitos usuários estão esperando para atualizarem seus aparelhos para o Android KitKat, mas agora, com o Android LolliPop, quem atualizar para o KitKat continuará desatualizado, ou seja, os usuários vão querer o novo sistema operacional que promete ser mais rápido e realmente é!

Por Russel

Nexus 9

Nexus 9

Nexus 9

Fotos: Divulgação


Recentemente, o Google revelou sua mais nova investida no mundo da tecnologia, o Google Domains.  O serviço colocará a empresa no mercado de registro de domínios na internet, além de outras propostas futuras para inovar o ramo.

A proposta da gigante da internet é oferecer uma experiência mais simples e transparente na hora de gerenciar seu domínio. Tarefas como pesquisar, comprar e transferir um domínio prometem ser bem intuitivas e de fácil utilização independente do seu grau de conhecimento da área.

Para que tudo isso aconteça da forma mais precisa possível, o Google ainda oferecerá produtos adicionais como criação de sites através da ferramenta Wix e comércio eletrônico através do Shopify.

Domínios:

Entre os planos do Google está a criação de novas terminações de websites. Para você que está acostumado com os velhos “.com” e “.net”, em breve a empresa pretende trazer à web domínios com terminações de todo o tipo. O própria Google já entrou na fila para obter alguns domínios próprios como o “.google” e “.android”, tudo isso depois que a ICANN (organização sem fins lucrativos que é responsável pela alocação de espaços de endereços do protocolo da internet) permitiu que empresas pudessem ter essas terminações.

Fase de testes:

Infelizmente o serviço ainda está em fase de testes, disponível apenas para convidados. Ou seja, a utilização do serviço só estará disponível se alguém que já utiliza o serviço lhe enviar um convite para entrar. Porém, se você quer tentar a sorte pode tentar ganhar um convite.

O procedimento é simples, clique no link de registro no Google Domains, como você poderá perceber há um campo para preencher com o código do convite e, mais abaixo, uma opção “I’d like to request an invitation code”. A opção nada mais é do que uma solicitação de um convite ao próprio Google. Clique no link e preencha os dados e aguarde um e-mail do Google com o seu código de ativação. Porém, não há nenhuma garantia de que terá retorno.

Por Felipe Henrique de Souza

Google Domains

Foto: Divulgação


No ano passado o Google e a HP fecharam uma parceria para a produção dos novos Chromebooks que trariam o sistema operacional do Google aliado à qualidade de produção de componentes de hardware da HP. Dessa união, surgiu o Chromebook 11, um notebook de 11,6 polegadas com configuração relativamente modesta, mas capaz de rodar a maior parte dos programas e aplicativos comuns no dia a dia.

Agora, a HP anuncia a nova geração do Chromebook, chamada de Chromebook PC, também com 11,6 polegadas, resolução de 1366p x 768p, 16 GB de armazenamento e 2 GB de memória RAM. Em comparação com outros modelos lançados por Dell e Acer, essa versão parece não ser tão robusta, já que o tempo de bateria de pouco mais de 6 horas de funcionamento é um dos mais baixos da categoria. Apesar disso, o preço pode ser um diferencial. O Chromebook 11 da HP custará 250 dólares na versão com Wi-Fi, além de ter uma versão com suporte ao 3G já em desenvolvimento.

Além do Chromebook PC, a HP também anunciou oficialmente o Slatebook PC, um laptop de 14 polegadas com o sistema operacional Android que já havia vazado no próprio site da HP no mês de abril. Esse modelo possui um processador Tegra 4 da Nvidia com 2 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento interno. O display é sensível ao toque e possui uma resolução de 1080p, consideravelmente boa para o tamanho da tela. De acordo com a HP, o Slatebook PC deve ser lançado no dia 6 de agosto e custará 430 dólares.

Dentre as maiores críticas ao dispositivo está o fato de utilizar o Android como sistema operacional padrão ao invés do Chrome OS. Embora seja excelente para smartphones e tablets, muitos usuários ainda têm receio de utilizar um laptop com sistema Android, justamente pelas limitações do sistema que é restrito apenas às aplicações existentes na Play Store. 

Por Ebenezer Carvalho

Chromebook PC

Foto: Divulgação


A tecnologia muitas vezes evolui de várias formas diferentes e estamos constantemente sendo bombardeados por uma diversidade enorme de gadgets e ferramentas que nem sabíamos que precisávamos. Pois é, isso tem sido cada vez mais real, graças às incansáveis buscas das empresas de tecnologia por algo novo, que possa ajudar e ao mesmo tempo ter um potencial lucrativo para a companhia.

O Google, através do Project Tango busca o desenvolvimento de uma tecnologia capaz de mapear os arredores através de sensores tridimensionais. Com isso, seria possível criar uma série de recursos interessantes como mapas de interiores e obter imersão diferenciada em jogos.

O Project Tango havia sido anunciado em fevereiro deste ano para smartphones. A grande novidade é que agora a gigante das buscas na internet resolveu expandir a sua funcionalidade e incluiu a nova tecnologia também em tablets.

O projeto ainda está em fase de desenvolvimento, com cerca de 4.000 protótipos que serão distribuídos para que os desenvolvedores possam criar novas aplicações.

De acordo com o Wall Street Journal, o projeto deve ser anunciado oficialmente durante a I/O que deve ocorrer em junho, evento no qual também serão distribuídas as unidades de protótipos aos desenvolvedores.

O tablet possui 7 polegadas e vem equipado com uma série de sensores infravermelhos de profundidade, duas câmeras traseiras de alta tecnologia e um conjunto de softwares capazes de capturar essas imagens com alta precisão.

Segundo os próprios desenvolvedores as possibilidades para a utilização da nova tecnologia são variadas e vão desde a navegação por interiores de prédios e shoppings, obter as dimensões exatas de sua casa antes de comprar móveis até jogos com uma experiência diferenciada. O projeto é conduzido pela divisão ATAP (Advanced Technology and Projects) liderada por pesquisadores da Motorola que já trabalharam na DARPA.

Se tudo ocorrer conforme o Google planeja, em breve teremos tablets e smartphones capazes de proporcionar uma experiência completamente nova de navegação em interiores. 

Por Ebenezer Carvalho

Projeto Tango do Google

Foto: Divulgação


Tal como costuma acontecer todos os anos, os fanáticos pelo Android ficam ansiosos no aguardo para ver o que a gigante da internet anda preparando em relação aos seus produtos. Como vai ser a próxima versão do sistema e quais serão dos novos dispositivos da linha Nexus estão entre os itens mais esperados.

Para este ano de 2014 a expectativa é de que a empresa lance, no mínimo, dois novos produtos no mercado. O mais comentado nos sites especializados é sobre um possível Nexus 8, alguns até falam de um Nexus 9, que supostamente deverá ser um tablet com uma tela de 8,9 polegadas.

Também deve haver o lançamento de um Nexus 6 que provavelmente deverá ser baseado na versão do LG G3, este último está previsto para ser lançado no dia 27 deste mês.

De acordo com informações divulgadas por meio do site BGRao que tudo indica ao menos dois dos nomes citados acima foram confirmados aos aparecerem no Chromium Code Review. Dois redatores alemães que trabalham para o site SmartDroid.de é que encontraram os ditos nomes que, neste caso, são os do Nexus 8 e o do Nexus 6 nos documentos analisados.

Vale ressaltar que não faz muito tempo também apareceu no Chromium uma informação – entenda por menção neste caso – de que o Google já estaria colocando em prática seus trabalhos em parceria com a HTC, no objetivo de desenvolver um tablet Nexus.

Isso deixa espaço para muitas dúvidas uma vez que pode ser um Nexus 8 ou mesmo uma Android TV. Até porque não havia qualquer referência ao nome Nexus e sim aos codinomes dos produtos: para o tablet Flounder e Molly para a TV. Mesmo assim não deu para saber em qual dos dois produtos a HTC estaria trabalhando.

Já outras informações que circulam na rede apontam para o fato de que este ano será último em que a empresa deverá usar a marca Nexus  e passará a fabricar seus próprios smartphones. Além disso, ainda há a previsão de que a empresa também lance um programa chamado de Android Silver com o objetivo de permitir que fabricantes de dispositivos topo de linha comercializem a versão mais recente do sistema.

De qualquer maneira a expectativa é de que o Nexus 8 saia ainda no segundo semestre deste ano e já com o Android 4.5 e o Nexus 6 deverá vir na sequencia.

Por Denisson Soares

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O CB30-102 é o primeiro notebook da fabricante Toshiba desenvolvido para executar o Chrome OS projetado pelo Google. O Toshiba Chromebook CB30-102 não é um dispositivo, digamos,  emocionante de se ver, mas tem especificações que o diferenciam de Chromebooks rivais das fabricantes HP e Acer.

A tela de 13.3 polegadas do CB30-102 faz com que ele seja maior, se comparado a muitos outros Chromebooks. O CB30-102 é bem leve, pesando apenas 1,5 kg e com 20 milímetros de espessura. Tão leve que você não terá problemas para carregá-lo.

Construção:

O design do CB30-102 é em plástico prata, o que o deixou de certa forma “pobre” nesse ponto. Sua tampa possui uma textura leve e pontilhada, o que não apimentou muito no design deste Chromebook.
Os Chromebooks HP 11 e Acer C720 são a prova de que é possível ter um design bonito e que não fuja de um orçamento mais em conta, mas pelo menos o Chromebook da Toshiba é razoavelmente resistente.

Digitar no teclado do CB30-102 é bem confortável, suas teclas são bem espaçadas o que proporciona uma melhor experiência ao digitar.

Os alto-falantes do CB30-102 são encontrados na parte inferior da frente do dispositivo e são de uma potência surpreendente. São altos e a qualidade do som é incrivelmente boa. Não foram detectados graves nem ruídos, em determinadas vezes o seu som soou de forma um pouco metálica, mas mesmo assim a qualidade dos falantes do CB30-102 são melhores do que os de muitos outros notebooks encontrados no mercado atualmente.

O CB30-102, em comparação com outros notebooks Windows, tem poucas conexões de entrada, mas ele dá o essencial.

Ele possui leitor de cartão SD, tomada de microfone e fone de ouvido combinados, saída de vídeo HDMI e duas portas USB 3.0.

Atualmente as portas USB3.0 são bem úteis para aquelas pessoas que trabalham com arquivos grandes e pesados e que não querem se encher de vários SSD de 16GB (o que não é nada prático).

Por Jaime Pargan

Toshiba Chromebook CB30-102

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Na manhã do dia 22 de abril muitos usuários já conseguiam identificar a nova celebração do dia da página inicial do buscador Google. Os Doodles, como são chamadas as homenagens que o Google faz quando há uma data especial, aparecem na tela inicial quando alguém vai fazer uma pesquisa. Para essa data, o buscador criou um desenho para homenagear o Dia da Terra de 2014. A animação continha beija-flor, um besouro, um baiacu, uma medusa-da-lua, um camaleão e macacos japoneses para chamar a atenção para a saúde do planeta. O Google tem a intenção de alertar a sociedade para a conservação da natureza e de conscientização de várias questões ambientais.

Vale lembrar que o Doodle é uma homenagem que aparece para qualquer usuário do mundo, incluindo animais da biosfera de várias regiões do globo. O internauta, após clicar na lupa, é levado direto aos resultados de busca sobre o animal específico em que foi clicado. Alguns deles são até mesmo desconhecidos para muitos usuários do buscador, outros são bem populares no Brasil.

O mais interessante é que cada animal que aparece na homenagem do dia do Doodle diz uma mensagem: “o animal ilustrado no site deseja um Feliz Dia da Terra!”. O Doodle, além da celebração e dos animais, ganhou uma interatividade com o usuário e que pode ser compartilhado nas redes sociais mais populares como Facebook, Twitter e Google+.

A data é antiga, contudo muitos usuários ainda não têm conhecimento de que o dia 22 de abril se celebra o Dia da Terra. O senador norte-americano Gaylord Nelson criou a homenagem em 1970 para marcar a luta pela conservação do meio ambiente. O evento, que desde então é celebrado mundialmente, tem o interesse de conscientizar a população para o cuidado com os recursos naturais e a não contaminação da biodiversidade do planeta.

Mesmo o parlamentar americano criando a data, o dia 22 de abril só se concretizou como o Dia Internacional da Mãe Terra no ano de 2009, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) realizou uma assembleia em que discutia sobre o assunto do meio ambiente e que reconheceu o dia como uma data para conscientização da população.

Por Carolina Miranda

Doodle do Dia da Terra

Foto: Divulgação


O navegador Google Chrome nem acabou de receber atualizações e já pode causar problemas aos seus usuários. Um erro do navegador do Google pode permitir que invasores consigam acesso ao microfone do computador do usuário, sem que ele libere essa ação. Um especialista em tecnologia, Guy Aharonovsky gravou um vídeo e publicou em seu canal oficial do YouTube em que confirma o erro do Google e explica como o processo funciona no navegador dos usuários.

A invasão funciona com muita sutileza sem que o internauta perceba nada de diferente. Até mesmo o usuário que bloquear o acesso ao microfone, através das configurações do browser, pode ter seu equipamento rastreado por hackers. O bug do Google Chrome permite que uma pessoa mal intencionada utilize um site inteiro acessado pelo usuário em um microfone grande e transparente, sem que o internauta veja algo. Apenas uma imagem cinza aparece e, quando o local recebe um clique, o tal microfone começa a gravar todos os sons sem que o usuário tenha ideia que seu equipamento está sendo acessado por terceiros.

O erro não deixa o usuário ter nenhuma noção do que está acontecendo em sua máquina. O bug usa a antiga API de voz do navegador Google Chrome, o que não explicita o uso do microfone no quadro de endereços, apenas em um elemento de discurso que é semelhante a uma bolha. A falha permite ainda que o invasor altere o microfone para qualquer tamanho e opacidade, podendo ser colocado como transparente, além de que a ferramenta pode ser colocada fora do alcance de visão do internauta. O microfone pode ficar no modo invisível e ainda ser colocado longe do espaço do browser.

No vídeo exemplificado por Guy Aharonovsky, o especialista detalha toda a falha e como funciona o processo do erro. Aharonovsky demonstrou o bug em um Mac OS X do Google Chrome e postou a gravação no Facebook. Mesmo assim ele garante que o problema pode acontecer em qualquer versão do programa. O especialista também já reportou o erro ao Google. Agora é aguardar para que o problema seja rapidamente corrigido.

Por Carolina Miranda


O usuário que tem suspeita de que o seu Gmail está sendo usado por outra pessoa ou que apenas quer certificar que seu e-mail está seguro, pode contar com um recurso do serviço do Google. O Gmail tem um dispositivo que permite o usuário inspecionar as movimentações feitas na conta de mensagens.

O recurso dá a possibilidade de verificar de qual local foram realizados os últimos acessos ao e-mail, além de mostrar ao usuário de qual meio foi feita a última visita, pelo celular ou por outro dispositivo. O usuário também consegue examinar se o seu correio eletrônico está aberto em outro computador enquanto ele está verificando seu e-mail. Pode ser em computador desktop ou algum aparelho móvel, como tablet e celular.

O dispositivo possibilita interessantes funcionalidades de verificação ao usuário e isso parece ser feito de forma complicada, contudo não é. O recurso é fácil de ser manejado, com a disponibilidade de descobrir se outra pessoa usou sua conta de e-mail sem sua permissão ou foi invadida por um hacker para usufruir dados pessoais.

A primeira coisa a se fazer é entrar na conta do Gmail. Na tela inicial do e-mail, é preciso descer até o final, clicar em “Detalhes” que fica no canto direito. Feito isso, uma nova janela será aberta com detalhes sobre as movimentações da conta. Nesse mesmo local, será possível ver se o seu Gmail foi acessado por outro lugar. Caso o usuário identifique essa invasão, basta clicar em “Sair de todas as seções”. No quadro dessa página, consegue-se visualizar de qual local foram feitos os últimos dez acessos ao e-mail.

O usuário que percebeu um acesso não identificado da sua conta pode pedir, neste mesmo quadro em que mostra os últimos acessos, para que o Google alerte se eventualmente ocorrer alguma atividade diferente no Gmail. O recurso para isso está em “Mostrar um alerta para atividades incomuns”.

Com essa verificação e com a ativação do alerta para assegurar que de que a sua conta não está sendo usada por terceiros, o seu Gmail está mais seguro. O recurso mostra o horário, o local de acesso e até mesmo o endereço de IP que acessou a conta. Caso verifique que acorreu um acesso estranho, o recomendado é trocar de senha imediatamente. 

Por Carolina Miranda

Gmail

Foto: Divulgação


Chromebook HP 11Possuir um notebook de qualidade e com a marca Google não deve ser tão difícil, já que a Gigante da Tecnologia acaba de anunciar que o Chromebook HP 11 deverá custar US$ 280, o que equivale a cerca de R$ 640, sem eventuais impostos. A revelação foi feita pelo próprio Google nesta terça-feira (8).

O notebook já está à venda em diversos países e um de seus principais atrativos é a bateria, que pode ser carregada por conectores via USB, assim como já acontece atualmente com smartphones ou tablets.

A parceria da empresa com a HP tem funcionado bem e a qualidade final do produto é inquestionável. O aparelho possui uma carcaça de plástico e pesa aproximadamente 1 kg. A tela possui o tamanho de 11,6 polegadas e tem tecnologia IPS.  Da mesma forma que seus antecessores, esse modelo também vem com o Sistema Operacional Chrome OS e diversos aplicativos do Google previamente instalados.

A parte de trás da tampa deve vir em diversas cores para atrair principalmente o público jovem. Já em termos de especificações técnicas, o Chromebook tem processador Samsung Exynos 5250, 2GB de RAM,  16GB de capacidade de armazenamento SSD, Bluetooth, Wi-Fi. Além disso, os usuários do HP Chromebook 11 terão direito a 100GB de armazenamento na nuvem, com a utilização do Google Drive por 2 anos e 60 dias de uso da loja Google Play Music All Access sem custos.

O notebook é a melhor opção para quem deseja ter um aparelho para trabalho de escritório e não pretende rodar aplicativos muito exigentes na máquina.

Por Ebenézer Carvalho


Após ter perdido o posto na pesquisa de satisfação, a Apple perdeu também para o Google, pois o Android conseguiu ultrapassar o iOS no mercado de tablets. Segundo um estudo feito no segundo trimestre deste ano, o número de aparelhos com o sistema operacional do Google superou os do iPad.

De acordo com os dados da pesquisa, o marketshare da Maçã teve uma queda de 60% para 32% comparado ao mesmo período do ano passado. Já a presença do Android no mercado foi o inverso, subindo de 38% para 64%.

Os número são bastante surpreendentes. Não só pelo Android ter conseguido dominar o segmento de tablets, mas pela Apple ter sido a única companhia a apresentar uma queda nas vendas de tablet neste período. Claro que vale a pena ressaltar que a concorrência está maior e o Android está presente em muito mais aparelhos.

Ainda assim, os números podem assustar a Apple. A Acer teve um crescimento de 248% e a Lenovo de 314%, mas as duas empresas só lançaram seus dispositivos principais agora, o que torna esse crescimento mais compreensível. Porém a Samsung, maior rival da Apple, apresentou um aumento de 277%.

De forma geral, nenhuma empresa superou a Apple no quesito tablets vendidos, mas a pesquisa revela que o domínio dela em relação a concorrência está caindo. A expectativa é que nos próximos meses sejam lançados novos iPad.

Por Felipe Santos Bonfim


Novo Nexus 7 deve ser lançado em junhoUm dos lançamentos mais aguardados na ultima Google I/O (evento de lançamentos da empresa) foi o Nexus 7, porém ele ficou de fora dessa vez.

Mesmo assim, algumas informações andam circulando pela internet de que o novo tablet da empresa deve ser lançado no mês de junho.

O site DigitTimes revelou algumas características bem interessantes sobre o novo lançamento da empresa, uma das maiores e mais bem-vindas pelos usuários sem dúvida é o processador Snapdragon da Qualcomm, porém a versão do processador ainda não foi revelada.

Além disso, alguns outros sites como TechnoDify ainda revelaram que o lançamento deve vir com a nova versão do Android e que deverá ocorrer após o lançamento da versão branca do Nexus 4.

Sobre o novo sistema operacional Android, o Google ainda não revelou qual de fato será a versão. Se ele será a 4.3 ou 5.0 e o nome também não foi revelado, mas as dúvidas giram sempre em torno de Jelly Bean ou Key Lime Pie.

As vendas do novo tablet da empresa estão previstas para começar mundialmente no mês de julho, logo após seu lançamento oficial.

Por Henrique Nicolau


Não é mais um rumor, ao acessar o produto os usuários do Google Reader são oficialmente informados que o serviço irá definitivamente sair do ar no próximo dia 1º de julho deste ano.

A medida pegou muita gente de surpresa, pois o agregador da Google era um dos melhores disponíveis no mercado. Muitos usuários fiéis tiveram contato com os RSS pela primeira vez com o Google Reader e continuaram apenas com ele até hoje. 

Quase simultaneamente os usuários criaram um abaixo-assinado contra essa desativação, quem quiser assinar pode acessar o site www.change.org e se juntar a outros milhares de órfãos antecipados do serviço. No entanto, tudo indica que a empresa vai bater o pé e não voltará atrás, haverá também desativação de outros serviços da Google em breve.

Resta aos usuários que dependem e que ainda preferem usar um agredador de feeds, encontrar outro serviço no mercado e fazer a sua migração até a metade desse ano. Entre os que merecem destaque estão o Flipboard (um dos mais populares e super completo), o Feedly (funciona basicamente através do aplicativo próprio) e o Pulse (mais simples e bastante customizável).

Ainda é possível experimentar alguns desses serviços enquanto nos despedimos do já saudoso Google Reader.

Por Bruno Hardt


Em seu blog oficial, a Google postou a confirmação do novo Chromebook Pixel. O aparelho, que teve um vídeo vazado há algumas semanas, conta com o sistema operacional Chrome OS e traz uma tela sensível ao toque e um  preço bem alto.

Com um design bem parecido com o MacBook Pro da Apple, o novo notebook da Google foi desenvolvido com uma liga de alumínio anodizado para poder dar uma superfície mais lisa. O grande destaque, sua tela touchscreen, possui 12 polegadas com uma densidade bem grande.

O Chromebook Pixel conta com processador Intel Core i5 e armazenamento em SSD com duas versões, 32 e 64 GB, o que garante maior agilidade ao iniciar o sistema e um maior conforto na mobilidade. O notebook também possui memória de 4 GB e chip gráfico da Intel, o Intel HD Graphics 4000.

Por não contar com leitor de mídias, o Cromebook Pixel conta com duas portas USB, uma porta mini display, leitor de cartão de memória e Bluetooth 3.0. Sua bateria possui autonomia de até 5 horas de duração, de acordo com a Google.

Desde última quinta-feira, o Chromebook Pixel já está disponível para venda no Reino Unido e nos Estados Unidos. O modelo com wi-fi custará US$ 1.299 e a versão com 4G, que chegará ao mercado somente em abril, será vendida por US$ 1.449.

Por Felipe Santos Bonfim


Já havia surgido na internet diversas informações sobre a vontade que a Google tinha em lançar um Chromebook com display touchscreen. E, agora, vazou um vídeo que exibe um novo conceito de Chromebooks, chamado de Chromebook Pixel.

Ainda não há confirmação oficial se o dispositivo é real ou se foi feita alguma montagem no vídeo, porém de acordo com o que François Beaufort, desenvolvedor que já esteve envolvido no projeto do Chrome OS, postou em sua conta no Google+, a gigante das buscas realmente está testando um produto com tela touch.

Outra informação que pode dar mais veracidade ao vídeo é que ele parece ter sido produzido pela Slinky, que já foi parceira da Google, e o CEO da empresa, Victor Koch, postou na internet que hackers invadiram os servidores da companhia e, com isso, vazaram alguns projetos que ainda eram “segredo”.

No vídeo, é mostrado o novo Chromebook Pixel, cujo design foi inteiramente desenhado pela própria Google e tem grandes propriedades na tela, permitindo que o usuário acesse um mundo que nunca foi visto, muito mais rápido e com ótima capacidade gráfica.

Por Guilherme Marcon


Após ter lançado o Nexus 10, a Google estaria com planos de popularizar ainda mais sua linha de produtos com o Android na versão pura. A ideia da companhia é baratear, ainda mais o Nexus 7, o que resultaria em um aumento de produtos vendidos.

De acordo com as informações do Digitimes de Taipei, a fabricante fez uma encomenda de peças de baixo custo da O-Filme Tech.

Ao que tudo indica, a Google pretende diminuir o valor do tablet em 50 dólares ou até mais. Atualmente, o Asus Nexus 7 é vendido por 199 dólares, e com a redução do preço o aparelho passaria a ser comercializado por 149 dólares. O tablet mais barato poderá ser lançado no mercado a partir do segundo trimestre deste ano.

A estratégia da companhia pode dar a ela uma excelente vantagem na disputa contra o iPad Mini, que é vendido nos Estados Unidos por 329 dólares. Apesar da Google continuar com o investimento em sua linha de tablets com preço mais acessível, a previsão é que a quantidade de dispositivos produzidos seja reduzida mensalmente.

O investimento pode significar também que a fabricante lance uma versão do Nexus 7 mais robusta.

Por Felipe Santos Bonfim


No início do mês de dezembro o Google informou que o seu software Google Apps deixará de ser gratuito para pequenas empresas.

Com isso, os empresários que quiserem continuar usando esta ferramenta importante de produtividade deverá pagar 50 dólares por usuário por ano para utilizar o Google Apps com processamento de texto, ferramentas de apresentação, e-mail e ferramentas para criação de planilhas.

 

Com relação a seus clientes individuais, o Google informou que irá manter seus produtos gratuitos como Gmail, mas novos recursos presentes na versão premium serão fornecidos apenas mediante o pagamento das taxas definidas pelo seu controlador.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Microsoft está buscando ganhar um mercado do gigante de buscas Google: o serviço de e-mail.

Isto ocorre porque o Google informou que irá eliminar, de forma gradativa, a sincronização das contas de e-mail de novos clientes por meio do EAS (Microsoft Exchange ActiveSync).

Este serviço é utilizado por meio do licenciamento do EAS da empresa Redmond pelo Google e Apple para oferecer e-mail em smartphones e tablets além de realizar a sincronia entre calendário e contatos em várias situações.

Por isso, o Google Sync ficará restrito à contas grátis que já foram criadas e a clientes do Google Apps que pagam a partir de 30 de janeiro de 2013.

Com essa decisão a única organização que perde é a Microsoft já que o Google informou que não irá criar aplicativos do Gmail, Google Drive e outros voltados para o sistema operacional Windows RT ou Windows 8.

Por isso, a Microsoft está incentivando os usuários não pagantes do Gmail que utilizem o Outlook.com com a manutenção de seus endereços eletrônicos atuais.

Por Ana Camila Neves Morais


Neste sábado, dia 15 de dezembro de 2012, teve início mais uma ação inovadora do Google.

A novidade do momento ficou por conta da instalação em 150 bares de internet sem fio com alta velocidade e gratuita.

Os estabelecimentos ficam localizados nas cidades de Campinas, Florianópolis, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

Esta rede de conexão pretende atender cerca de 2 milhões de usuários e terá uma duração de 90 dias, sendo que a decisão do Google de realizar esta inovação no Brasil reside no uso cada vez maior pelos brasileiros de dispositivos móveis como celulares e tablets.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última segunda-feira usuários do Facebook, do Gmail e de outros serviços oferecidos pelo Google foram surpreendidos pela instabilidade dos aplicativos e pela queda da rede social, que ficou fora do ar por alguns instantes.

Para quem tentou acessar serviços, tais como Google Chrome, Gmail e Gtalk, depararam-se com lentidão durante as tentativas de acesso, travamento, ou mensagens de erro.

Na terça-feira, 11 de dezembro de 2012, o engenheiro Tim Steele, do Google, explicou em um fórum de desenvolvedores que um erro de sincronização em um servidor do Google foi o motivo para a falha global que deixou o Gmail fora do ar por volta de 20 minutos.

Já a rede social desenvolvida por Mark Zuckerberg ficou fora do ar em diversos países por quase 30 minutos, impossibilitando seus usuários de acessarem suas contas no Facebook.

Durante esta terça-feira, o Facebook anunciou a causa do problema acontecido na noite anterior. De acordo com a empresa, a pane foi causada por uma mudança nas configurações de nome do domínio.  O Facebook preferiu não dar maiores informações sobre a causa e as proporções da falha ocorrida.

Por Paulo Andrade


Uma das grandes preocupações com a internet é o seu uso pelas crianças e para auxiliar os pais nesta tarefa, o Google informou que está desenvolvendo um recurso para controle do seu programa Chrome.

Com esta nova funcionalidade haverá uma diminuição de privilégios para usuários além de limitações em acesso a sites a critério do administrador.

Deste modo, esta nova configuração do Google Chrome irá permitir o controle de acesso a sites e conteúdos da internet pelas crianças com uma maior tranquilidade de seus pais ou responsáveis.

Fonte: Techcrunch

Por Ana Camila Neves Morais


O Google continua inovando nas suas iniciativas e a novidade do momento é o seu projeto chamado “Conecte seu Negócio”.

Esta idéia consiste em uma parceria da empresa com o Sebrae que possibilita a criação de websites para pequenas e médias empresas que podem, com isso, ter uma maior presença na rede mundial de computadores além de poderem captar mais clientes pelo uso de ferramentas tecnológicas disponibilizados.

De forma mais específica, o Conecte seu Negócio permite a criação, hospedagem e definição de design do site das empresas além dos seus integrantes receberem créditos para realizar publicidade on-line por meio do Google AdWords.

Até o momento, este projeto possui cerca de 190 mil empresários cadastrados que poderão em pouco tempo utilizar esta importante ferramenta também em dispositivos móveis.

Isso será possível graças à parceria realizada entre o Google e a Duda Móbile que permitirá o uso do site tradicional em smartphones e tablets possibilitando, assim, a atualização das empresas integrantes do Conecte Seu Negócio nas novas tecnologias.
 

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


No último dia 21 de novembro de 2012 a Samsung anunciou a atualização do Android presente no seu aparelho Galaxy Note 10.1.

Com isso, o tablet da Samsung terá como sistema operacional o Android em sua versão 4.1 Jelly Bean além de outras melhorias.

O pacote de modificações do Galaxy Note 10.1 – com o nome de Premium Suíte – consiste além da nova versão do Android em melhorias como o Air View (que mostra mensagens de textos e vídeos sem que eles sejam abertos), o Quick Command no qual é possível escrever no tablet de forma manual e a versão atualizada do Photoshop Touch.

Outras funcionalidades que foram melhoradas no Galaxy Note 10.1 são o Easy Clip que permite o corte de imagens, melhorias no uso de SPen e SNote bem como a inserção de recursos de multijanela que permite a abertura de mais de um aplicativo na mesma tela do tablet.

Todas as melhoras do pacote Premium Suíte já estão disponíveis para update na Alemanha e em pouco tempo devem estar sendo oferecidas em outros países como o Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um projeto inovador do Google foi mostrado para o mundo e agradou aos amantes da tecnologia.

A novidade é o Google Fiber que disponibiliza internet com alta velocidade além de possuir aparelhos como Storage Box para o armazenamento de arquivos, o Network Box para ser utilizado como modem e roteador além do Nexus 7 que funciona como controle remoto da televisão que conta ainda com aproximadamente 160 canais de entretenimento.

Todo este conjunto impressionante já está em fase de testes em Kansas City nos Estados Unidos e vem mostrando que cumpre tudo o que promete com internet de alta velocidade e qualidade na imagem.

Por Ana Camila Neves Morais


Os pioneiros em fabricação de peças e montagem de computadores e laptops como a IBM, Compaq, Dell e a famosa Apple, assistiram atônitos a parceria montada entre marcas no lançamento dos laptops da Google, o Chromebook. Contando com três modelos distintos, os laptops Chromebook derivam atualmente da associação entre a empresa Google e outras duas companhias, a Samsung e a Acer.  

A Google promete que a diferença entre seus laptops e outros atualmente disponíveis no mercado vai muito além do preço, atuais 199 dólares para o modelo mais simples. Com o já ultrapassado processador Celeron® Core-Duo da empresa Intel® e suas quase doze polegadas, seu desempenho felizmente não é atrelado a estas características.

Com resolução de até 1366 por 768 pixels, pesando menos de um quilo e meio, vida da bateria de quatro horas, câmera HD, saída HDMI, este laptop pode ser uma ferramenta poderosa nas mãos de quem sabe o que faz.

Se suas expectativas ainda não foram supridas e pensa que os Chromebooks ainda são meros brinquedos, existem rumores que a Google planeja lançar até o fim deste ano, um novo modelo também Samsung com funções de toque na tela.

Pela reação do mercado e da demonstração dos ativos da Google, Inc. (NASDAQ: GOOG), talvez estes rumores acabem por se concretizar.

Por Daniel N de M Chaves


Mais uma notícia interessante foi divulgada no mundo dos eletrônicos, pois o Google anunciou neste mês de novembro o lançamento do seu novo notebook: o Acer C7.

Este aparelho possui uma tela de 11,6 polegadas com peso de 1,3 kg equipado com um HD de 320 GB e processador Intel Celeron Dual-Core.

O Acer C7 Chromebook é o terceiro computador portátil produzido pelo Google agora em parceria com a Acer e conta com Wi-Fi, câmera HD e entradas para VGA, USB e HDMI.

O objetivo no comércio deste notebook é oferecer tecnologia e praticidade com preços baixos já que este computador poderá ser adquirido por US$ 199,00.

Por Ana Camila Neves Morais


Juntamente do Nexus 4, a Google anunciou no final de outubro o seu novo tablet chamado de Nexus 10. O aparelho é fabricado pela sul-coreana Samsung e é o tablet com mais alta resolução do mercado tecnológico.

O novo Nexus 10 possui tela de 10.1 polegadas, resolução de 2560 x 1600 pixels, duração da bateria de até 9 horas vendo vídeos, sistema operacional Android Jelly Bean, capacidade de armazenamento interno de 16 GB ou 32 GB, 2 GB de memória RAM, processador ARM Cortex A15 com dois núcleos, câmera na parte da frente com 1.9 MP e na parte de trás com 5 MP.

Tal qual o Nexus 4, ainda não há previsão de lançamento do novo tablet no mercado brasileiro. Entretanto, o novo gadget já foi lançado nos Estados Unidos, no dia 13 de novembro. O Nexus 10 sai pelo preço inicial de US$ 399 (mais ou menos R$ 800) no modelo de 16 GB e US$ 499 (cerca de R$ 1000) no modelo de 32 GB.

Mesmo com as configurações muito boas, o tablet ainda não conseguiu atingir os benchmarks do iPhone 5 e do iPad 4, conforme o site AnandTech.

Por Guilherme Marcon


Outra interessante opção está sendo disponibilizada para o deleite dos apaixonados por tecnologias e suas inovações, pois o Google (empresa especializada em serviços eletrônicos na internet) lançou de forma oficial imagens inéditas com os seus datacenters.

Estes locais consistem em milhares de computadores que são os responsáveis por processar todas as buscas feitas pelos usuários de todo o mundo por este site na internet, além de enviar milhões de e-mails e apresentar vídeos dos mais diversos negócios e áreas por meio do YouTube.

Nesta novidade, são mostrados os centros computacionais desta empresa presentes em diversos países como Finlândia, Chile, Estados Unidos, Taiwan, Bélgica e Singapura.

A visita dos internautas ao mar  de computadores da Google pode ser feita apenas com uma visualização comum como por meio do Street View que oferece um tour virtual por dentro de todas as fileiras de aparelhos.

Deste modo, se você deseja conhecer o cérebro do maior site de buscas do momento basta que você vá ao site de busca e se delicie com imagens e vídeos sobre esta incrível maquinaria a serviço da internet.

Por Ana Camila Neves Morais


O gigante das buscas na internet não para de inovar. O Google anunciou recentemente que deu início a uma campanha global para eliminar o trojan DNSChanger, responsável por modificar o DNS do computador infectado, o que leva os usuários a páginas falsas capazes de infectar o computador com vários malwares ainda mais devastadores, responsáveis por roubar informações presentes no seu sistema.

Segundo o site especializado Ars Technica, o Google vai agir como um antivírus ao identificar a contaminação automaticamente quando alguém fizer uma pesquisa no buscador, alertando o usuário sobre o problema.

Além da identificação do trojan, o Google também vai tornar disponível um link para levar o usuário até um site no qual será possível encontrar instruções detalhadas para a eliminação da praga.

A decisão da companhia vem juntamente com o anúncio por parte do governo americano de impedir a conexão com a internet de todos os computadores infectados. Ainda segundo a empresa, cerca de 500 mil computadores em todo o mundo estão infectados, e esse número tende a aumentar mais ainda caso nenhuma atitude seja tomada.

Os usuários que suspeitarem da infecção de suas máquinas pelo DNSChanger podem seguir as dicas para a detecção e  eliminação no site DNS Changer Working Group.

Por Ebenézer de P. Carvalho


Na semana passada, alguns rumores surgiram sobre o Google Drive e, de acordo com eles, o lançamento do novo serviço da gigante das buscas estaria bem próximo, e todos que possuírem conta Google poderiam usufruir do serviço.

Para quem não lembra, o Google Drive é uma ferramenta para armazenamento online, que surgiu para auxiliar na liberação do espaço em disco de computadores e notebooks, além de ser um método de backup para estes equipamentos.

Para confirmar os rumores em volta do Google Drive, o site Mashable conseguiu uma imagem que mostra o novo sistema e, de acordo com a foto, o novo serviço já começou a ser disponibilizado aos funcionários da empresa Mountain View.

O diretor do Google, João Itaqui, esteve no Rio Grande do Sul e, durante sua apresentação na FEEVALE, ele abriu um documento no Docs em sua conta Google e quem estava presente pode perceber que, na hora que o diretor abriu a página do Google, apareceu ao lado de Calendar uma ferramenta diferente, levando o nome de Drive.

Sendo assim, ficou claro que alguns executivos do Google já estão testando a nova ferramenta da empresa. Apesar de não haver nenhuma informação sobre o lançamento, é bem provável que logo o serviço esteja disponível para todos os usuários com conta Google. 

Por Guilherme Marcon


O Google tornou público através de um comunicado para os principais veículos de imprensa mundiais que a revista digital Google Currents poderá ser acessada por qualquer usuário, em qualquer país do mundo, através do Play e também outras lojas de aplicativos que façam a distribuição dos aplicativos da empresa.

A revista é um grande agregador de conteúdo de diversas publicações online que possuem parceria com o Google para tornar público seus conteúdos multimídias. O serviço acabou se tornando um grande conjunto de conteúdos na medida que grandes veículos de comunicação começaram a publicar suas matérias por lá.

Estão na lista de mídia que distribuem seus conteúdos através do Google Currents 14 mil publicações do mundo todo, incluindo títulos como The Guardian e Forbes. Além dos títulos das grandes empresas de comunicação, também é possível encontrar alguns veículos independentes, mas com conteúdo muito interessante.

O aplicativo possui uma funcionalidade muito interessante: todo o conteúdo é traduzido simultaneamente para 38 idiomas diferentes, além de atual suporte de funcionalidade com o Google Translate, bastando acionar um  botão que está presente em praticamente todas as páginas de conteúdo.


Que o Google irá lançar um tablet próprio todos já sabem, e que ele terá baixo custo também, porém a empresa adiou o lançamento do tablet para julho, pois ainda não estava satisfeita com o preço de venda do aparelho, o atual US$ 249.

De acordo com o site The Verge, o design final do tablet está finalizado, mas o Google adiou o lançamento, pois quis dar novos ajustes no aparelho.

Ainda, de acordo com o The Verge, a gigante das buscas pretende fazer novas alterações no design para conseguir baixar ainda mais o preço, pois os US$ 249 propostos não foram tão convincentes. A produção do dispositivo será em parceria com a Asustek e ele contará com processador quad-core, tela de sete polegadas e apenas conexão Wi-Fi.

Os rumores antigos diziam que o tablet do Google sairia por apenas US$ 199 e seria vendido através de uma loja online diretamente pela gigante da internet.

Talvez a ideia que o Google tenha seja de confirmar mesmo esses rumores e chegar a um preço bem “camarada” para os consumidores de todo o mundo.

Por Guilherme Marcon


Alguns desenvolvedores muitas vezes precisam baixar aplicativos do Android para seus computadores com o objetivo de trabalhar em cima deles, sendo estudando a sua forma de desenvolvimento ou até mesmo modificando, isso para aqueles aplicativos que permitem isso.

Uma maneira fácil de fazer isso é pelo próprio navegador Google Chrome, através de uma extensão que foi lançada recentemente, o APK Downloader.

Primeiramente o usuário deve fazer o download da extensão, que está disponível na Chrome Store. Depois disso, é necessário fazer o seguinte procedimento: entrar nas propriedades do navegador (clicando com o botão direito do seu mouse no ícone de atalho) e depois digitar o comando “–ignore-certificate-errors” (sem aspas) no campo “destino”.

Se tudo der certo com a instalação da extensão, quando iniciar o navegador ele abrirá uma tela que pede o endereço de e-mail do seu cadastro no Android Market e também a senha e o DEVICE ID, que deve ser conseguido no seu telefone celular. Depois, basta acessar o endereço do Android Market e fazer o download do aplicativo.


Usuários do Mac, Linux e Windows já podem utilizar a nova atualização do “Chat for Google”, que foi liberada pela “gigante” no dia 21 de fevereiro. Conforme o site Lifehacker, até então essa extensão do Chat estava liberada somente para usuários do Chrome OS, que é o sistema operacional dos Chromebooks.

As grandes novidades nessa atualização do “Chat for Google” são que, apesar desse aplicativo ainda não suportar chamadas telefônicas do Google Voice, ele permite a utilização da webcam e deixa de ser tão limitado como o Gtalk é atualmente (no Gmail, Orkut e Google+), pois as conversas só podem ser feitas na guia do Chrome na qual está aberto o chat.

Ainda, o site afirmou que se o Google Voice entrasse na jogada “iria transformar o programa de cool para fantástico, mas, ainda assim, é muito útil, especialmente se você não gosta de ficar indo para a guia do Gmail toda hora para conversar”.

Lembrando que o download do programa de instalação e do aplicativo para voz e vídeo é gratuito e o mesmo pode ser feito no site oficial do Google.

Por Guilherme Marcon


Em entrevista ao jornal italiano Corriere Della Sera, Eric Schmidt, presidente executivo do Google, afirmou que a empresa planeja lançar nos próximos 6 meses um tablet próprio.

Seguindo o calendário de atualizações do Android, o aparelho já estará rodando a versão 4.0 do sistema, também conhecido como Ice Cream Sandwich.

Rumores afirmam que o Google destinará a Motorola Mobility, empresa comprada pela companhia neste ano, para a criação do novo tablet.

Schmidt não deu mais detalhes sobre o novo produto, mas afirmou que será um aparelho da mais alta qualidade.

O presidente executivo do Google também disse que a empresa já vem aprimorando um serviço de reconhecimento de voz, explicitando a concorrência que será feita entre o Google e a Apple devido a concorrente já ter desenvolvido no iPhone 4S o Siri (sistema inteligente de interação via voz).

A marca “Google” deverá contribuir nas vendas do produto, que deve se consolidar como o principal concorrente do iPad, desbancando outras marcas que se apresentam hoje no mercado, principalmente o norte-americano.

Por Manoel da Costa Junior


Há alguns anos atrás, quando se falava em software livre, muitos franziam a testa e perguntavam do que se tratava. O software livre consiste em tornar acessível as linhas de códigos dos programas, sistemas operacionais, aplicativos, enfim, tudo o que é programado e, sem nenhum custo. O intuito é dividir o conhecimento, garantir a adaptação a qualquer sistema e solucionar problemas.

Sem dúvida o Linux foi o maior propulsor dessa ideologia e, depois de grandes empresas como Banco do Brasil, Carrefour, Caixa Econômica, Fiat, McDonald’s e até a NASA utilizarem o sistema, ele foi ganhando notoriedade e abrindo caminho para outras plataformas que hoje em dia abrangem grandes segmentos.

Recentemente o Google liberou o código do Android. O sistema foi lançado em 2008 e em 3 anos já representa 25% do mercado de sistemas operacionais e metade do mercado de smartphones no mundo. Além de ter mais de 10 bilhões de downloads em aplicações.

“Esta versão inclui o histórico completo de mudanças do código-fonte do Android, no qual naturalmente inclui código-fonte da versão anterior Honeycomb. No entanto, como o Honeycomb estava um pouco incompleto, nós queremos que todos foquem na versão Ice Cream Sandwich”, afirmou Jean-Baptiste Queru (Engenheiro de software do Google).

A privatização da tecnologia está por fora. Patentes não trazem conhecimento, apenas dinheiro. O Google sabe disso, tanto que a maior parte do que faz é gratuito e, no entanto, é ícone do sucesso corporativo.

É impressionante o coletivismo dos programadores no mundo inteiro para contribuição dos softwares livres. Quanto mais empresas disponibilizarem seus códigos, maior será a tecnologia desenvolvida.

Por Gabriel Motta





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