Apesar da constante queda nos números, consultoria acredita que em 2016 teremos um crescimento se comparado com 2015.

Mesmo com duros resultados sendo amargados nos últimos trimestres, tem gente afirmando que ainda há muito dinheiro rolando quando o tema é o setor de computadores pessoais. Ao menos é nisso que a Gartner acredita. A empresa de consultoria chama a atenção para algumas “saídas” para que os fabricantes de PCs possam garantir seus lucros.

Considerando os últimos cinco anos, as vendas em escala global de desktops e notebooks tiveram uma queda de 343 milhões de unidades no ano de 2012 para algo em torno de 232 milhões de unidades agora em 2016. Já no que diz respeito às receitas, lá em 2012 o mercado de computadores possuía um contrato de US$ 219 bilhões. Atualmente em 2016 a previsão é de que as receitas fiquem em US$ 137 bilhões, de acordo com alguns analistas.

Entre esses especialistas está a analista Meike Escherich. Segundo ela, o recuo nas vendas desse tipo de equipamento está ligado a aspectos culturais bem como migração tecnológica. Ela aponta que os computadores já deixaram de ser a primeira ou a única escolha dos usuários para o acesso à internet.

Empresas já famosas como a Toshiba, Sony, Samsung, Fujitsu e Acer chegaram a perder 10,5% de participação no mercado desde o ano de 2011. O cenário negativo não muda nem quando algo bom aparece. Neste ano, por exemplo, a Dell, a Lenovo e a HP chegaram a ganhar participação no mercado. Porém isso não foi o suficiente para evitar o declínio que vem acontecendo ano após ano.

Outros fatores também têm prejudicado o setor. Entre eles o fato de que os negócios regionais estão se alterando. Questões como preço do petróleo e até problemas políticos podem interferir nesse mercado.

Mas onde é então que estão as oportunidades? Segundo Meike, os PCs continuam figurando como importantes ferramentas e mais especificamente nas áreas onde tablets e smartphones ainda não conseguem satisfazer as necessidades dos usuários. A consultoria aponta que nesse tipo de situação a melhor saída são os ultraportáteis premium. Esse segmento é tido como o único que deverá apresentar algum crescimento ainda em 2016.

A Gartner fez uma projeção apontando que esse mercado deva movimentar cerca de US$ 34,5 bilhões em 2016. É um aumento de 16% em relação a 2015.

Por Denisson Soares


Confira aqui algumas dicas para deixar o seu computador ou notebook mais rápido.

Com o passar do tempo, seu computador passa a perder potência devido a diversos fatores. Com isso, ele pode não ser mais suficiente para suprir suas necessidades. No entanto, se você não tem recursos para investir em um novo desktop ou notebook, talvez a melhor opção seja seguir algumas dicas que ajudarão a aumentar o poder de fogo de seu computador. Para ajudá-lo, separamos quatro medidas eficientes para que você possa usufruir novamente da potência de sua máquina.

1 – Limpe seu computador por dentro: A poeira acumulada com o tempo pode ser um fator determinante para a perda de desempenho de seu PC. Ela pode prejudicar a ventilação de componentes importante, bem como impedir que alguns deles funcionem em seu melhor estado. Sendo assim, abra seu computador ou notebook e utilize um spray de ar. Você também pode fazer isso no teclado, melhorando sua aparência e permitindo o uso mais pleno das teclas.

2 – Limpar ou aumentar a memória RAM: A memória RAM é um componente vital para o funcionamento de sua máquina. Ela trabalha em harmonia com o processador para permitir que você utilize diversos programas ao mesmo tempo. Para aumentar o desempenho de seu computador, você pode realizar a limpeza dos pentes de memória ou até adquirir outros com maior quantidade de MB para introduzir em seu PC. Dessa forma, você conseguirá obter respostas mais fluídas e rápidas em todo o uso do sistema, como para abrir programas, executar jogos, acessar a internet, entre outras atividades.

3 – Reinstale ou formate seu sistema operacional: Seja Windows, Mac ou Linux, todo sistema acumula dados que podem deixar seu computador lento durante o tempo de uso. Para solucionar esta questão, você pode utilizar programas de limpeza que são bastante úteis. No entanto, por melhor que sejam, eles não superam a remoção completa que uma formatação ou reinstalação proporciona. Dessa forma, você pode optar por realizar a formatação de seu computador para ter um sistema sendo executado de maneira mais rápida e sem os "lixos de dados" existentes devido ao acúmulo de uso. A formatação também elimina a maioria dos vírus que podem estar instalados em seu computador, danificando o desempenho do sistema.

4 – Substitua a bateria ou fonte de alimentação: Muitos usuários reclamam da pouca duração da bateria de seu notebooks. Isso normalmente resulta em redução de desempenho, visto que o usuário diminui o brilho da tela, executa programas em baixo desempenho, entre outras ações, só para ganhar autonomia da bateria. Por isso, talvez seja a hora de você adquirir uma bateria nova para seu notebook. Assim, você poderá utilizar o poder máximo de sua máquina para acessar a internet, executar jogos e utilizar programas mais complexos. Os desktops contam com fontes de alimentação que são ligadas diretamente em uma fonte de energia. Para esses usuários esse problema é quase inexistente.

Por William Nascimento


Expectativas para o setor indicam que a queda para este ano está prevista para 8,7%, impulsionada pela crise econômica pela qual o Brasil está passando.

A crise financeira que o Brasil vem enfrentando está desaquecendo o comércio em diversas áreas. O mercado de informática também está sofrendo as consequências da desaceleração da economia, segundo o que foi apurado pela companhia de pesquisa IDC.

A companhia já havia feito uma estimativa, mas após revisar seus números confirmou que a queda na venda de computadores pessoais será ainda maior neste ano. A análise foi feita após a companhia avaliar o grande número de notebooks em estoque nas lojas e também avaliar o real impacto na valorização do dólar para o comércio de PCs.

Na última quarta-feira (dia 26), a empresa informou que a crise nesse setor não se estabilizará tão cedo e provavelmente se estenderá até o ano de 2017. A previsão da IDC é de que as vendas tenham uma queda de aproximadamente 8,7% neste ano. A previsão anterior apontava uma queda 2,5% menor, de 6,2%.

Ainda em sua declaração, a companhia afirmou que acredita que o segundo trimestre do ano tenha sido um período em que a indústria de informática tenha passado por uma transição. A maioria dos vendedores e clientes está se preparando para a chegada do novo sistema Windows 10, no segundo semestre o que pode ter desacelerado novas compras para o setor.

A possibilidade de atualização dos dispositivos antigos para o novo sistema operacional é um dos fatores que diminuem as vendas, assim como o aumento do número de smartphones e suas funcionalidades. Em um cenário de recessão econômica, é natural que o cliente se afaste do consumo desnecessário. E se sua máquina antiga terá acesso ao novo sistema operacional gratuitamente, as novas compras só serão motivadas por motivos mais graves, como obsolência completa do antigo computador do usuário, defeitos, ou mesmo o fim de seu funcionamento.

Ainda segundo a pesquisa, o número de vendas, que só se estabilizará em 2017, trará uma nova tendência: o aumento cada vez maior dos computadores portáveis (notebooks) e uma queda ainda maior nas vendas dos modelos desktop.

Por Patrícia Generoso

Computadores

Foto: Divulgação


Segundo dados levantados pelo instituto IDC Brasil na quinta-feira (18), as vendas de computadores pessoais no Brasil caíram 25% no terceiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. A queda é expressiva e mostra a desaceleração deste tipo de produto para os consumidores brasileiros.  

De acordo com o levantamento da IDC, foram vendidos no terceiro trimestre cerca de 1,6 milhão de notebooks, 23% a menos em comparação anual, e 974 mil desktops, queda de 28% na mesma comparação.  

Os resultados apresentados ficam em linha com as projeções levantadas pelo próprio instituto, que estimou que as vendas iriam recuar 25% no fechamento do ano de 2014, para 10,4 milhões de PCs, sendo 3,9 milhões de desktops e 6,5 milhões de notebooks.

A estimativa da IDC foi piorada em 1% em comparação à anterior, que previa uma queda de 24% nas vendas de PCs em território brasileiro. Já para o próximo ano, a consultoria prevê uma recuperação, mesmo que leve, apresentando um crescimento de 1%.

Segundo Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil, um trimestre desafiador já era esperado, devido ao impacto das eleições nas compras do setor público e nos investimentos da empresas. Além disso, os PCs estão enfrentando uma concorrência cada vez maior de outros dispositivos, como o caso dos smartphones e tablets, que são mais baratos e mais portáteis que notebook e desktops. Ainda, de acordo com Hagge, os desktops e notebooks têm vida útil maior, retardando o processo de troca. Em todo o mundo a desaceleração de PCs é real. Mesmo com o lançamento de notebooks cada vez mais finos e potentes, além de ultrabooks híbridos, as empresas não conseguem reverter o quadro de queda no número de vendas destes equipamentos.  

O mercado de tablets, segundo estimativa da IDC, fechará as vendas de 2014 com uma forte alta de 17%, acima de 10 milhões de unidades. Já para o próximo ano é previsto uma alta ainda considerável de 10%.

Por William Nascimento

Computadores

Foto: Divulgação


As telas sempre evoluíram numa velocidade muito inferior do que o restante dos equipamentos eletrônicos. Em 1970 quando começaram a surgir os primeiros computadores de uso industrial, as telas nem existiam. Os resultados das pesquisas realizadas pelos computadores eram diretamente impressos em engenhocas que você acha na internet. Transferir os dados para uma tela nunca foi uma tarefa fácil. Para isso, no início se utilizava muito os próprios televisores, que adaptados, realizavam essa função, mas não era bom. Então em 1970 surgiu um tubo chamado de monitor (esse termo foi criado porque a função original dos monitores era exatamente o operador poder visualizar o que estava sendo processado pelo computador).

Daí para frente, apesar de uns anos de espera, surgiu em 1980 um primeiro monitor propriamente dito, um CRT (aqueles monitores de tubo, utilizados até pouco tempo atrás). Eles eram pequenos e monocromáticos, ou seja, de apenas uma cor.

Os monitores de tubo ainda estão no mercado, porém em muito menor escala. Além de ocupar mais espaço e consumir muito mais energia, a resolução é inferior. Com o surgimento do LCD (Tela de cristal líquido) novas oportunidades surgiram. Celulares, notebooks, tablets e outros só puderam existir por causa dessa nova tecnologia.

Depois da invenção das telas de cristal, muita coisa melhorou. Mas não gostaríamos, mesmo com a invenção do LCD, ter em nossos celulares e computadores imagens em preto e branco. A invenção das cores nos monitores se deve a IBM, que já foi uma das mais importantes indústrias de tecnologia do mundo, mas que pecou a achar que sistemas operacionais não davam lucro – bem, essa é outra história e o Bill Gates está aí para provar que eles estavam errados – mas devemos a IBM a invenção das cores nos monitores. Inicialmente nos de tubo, mas a tecnologia desenvolvida foi replicada para tudo que conhecemos hoje.

Em 2007 o número de vendas de LCD superou os de CRT (Tubo). Demorou, mas os “tubões” foram finalmente aposentados.

Por Luciana Viturino

Monitores

Monitores

Fotos: Divulgação


O ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Computer) foi o primeiro computador do mundo. Criado em 1946. Graças aos cientistas norte-americanos John Eckert e Mauchly da Electronic Control Company nossas vidas possuem tanta agilidade e dinamismo.

No tempo do ENIAC acredito que nem mesmo os pesquisadores acreditavam que fôssemos capaz de chegar onde estamos hoje, com computadores ultrafinos, leves, designs bonitos e sofisticados, porque o ENIAC era a tecnologia da época e em quesito beleza, peso, tamanho e complexidade ele não era nada comparado ao que temos hoje. Graças à era digital é possível que façamos coisas que na época de nossos avós não seriam possíveis. Tudo isso irá avançar ainda mais até o ano de 2020.

Quem não se lembra que, para se comunicar com um parente distante tínhamos que ir até uma central de telefones, onde tínhamos de pagar por uma ligação, e só então conseguíamos falar com um parente ou amigo? Tínhamos também a opção de escrever cartas, ir até os correios e fazer a postagem, aguardar dias para que a carta chegasse às mãos do destinatário. Quanta dificuldade não? Graças a essa tecnologia, hoje possuímos computadores, notebooks, tablets e smartphones que nos permite ter tudo isso ao nosso alcance. Um e-mail, por exemplo, demora apenas poucos segundos para chegar ao destinatário e obtermos a resposta.

Acredito que todos nós pensamos: O que faríamos se não fosse a tecnologia?

Ainda bem que vivemos nessa era em que todas essas facilidades são possíveis, onde podemos realizar transações bancárias sem sair de casa, ligar para outros países e ainda conseguir ver a pessoa com quem estamos conversando através de uma webcam. Além disso, enviamos comunicados, e-mails (substitutos das antigas cartas) e o receptor recebe essas mensagens exatamente no mesmo instante que são enviadas. Tudo isso, conseguimos fazer através de computadores, celulares, tablets, entre outros.

Por Luciana Viturino

Computadores

Foto: Divulgação


O Google anunciou um novo recurso para o seu serviço de armazenamento online, o Google Drive, que permitirá que os usuários acessem mais facilmente os arquivos salvos na nuvem usando seus aplicativos favoritos do desktop. O recurso, porém, não está disponível para os aplicativos em si, mas como uma extensão do Chrome, navegador da empresa. Uma vez instalado, o usuário poderá clicar com o botão direito nos arquivos do Google Drive e escolher em qual programa deseja acessá-lo. Além disso, é necessário que seja atualizada a versão do Drive instalada para a mais recente disponível (1.18), e que os arquivos estejam sincronizados com o computador para a extensão funcionar.

A iniciativa do Google em facilitar o acesso ao Drive por aplicativos não próprios parece estranha, mas o objetivo principal da ideia é tentar aproximar e facilitar a relação entre computadores e nuvem, uma vez que a novidade coloca os programas do PC e os documentos, planilhas e apresentações do Google em “pé de igualdade”. Dar o braço a torcer também representa o reconhecimento de que alguns usuários não podem, não querem, não confiam ou não gostam da ideia de mudarem completamente de ambiente de trabalho, no caso, para os aplicativos na nuvem. Talvez por utilizarem um recurso específico que o Google Docs não suporta, ou pela comodidade de já estarem acostumados com as ferramentas disponíveis no Office, como Word e Excel, ou até mesmo por suas atividades requererem um software mais sofisticado, não oferecido online pelo Google.

A extensão, por mais simples que possa parecer, pode ajudar a persuadir esses usuários mais exigentes (ou acomodados) a, aos poucos, migrarem suas atividades para dentro do navegador. Uma vez lá, podem começar a tirar vantagem do recurso de armazenar seus arquivos na nuvem e poder acessá-los facilmente em seus programas favoritos, independente de quais sejam (documentos, vídeos, projetos ou qualquer outro).

A empresa informou que a extensão será disponibilizada “dentro dos próximos dias”.

Por Felipe Foureaux Freitas

Google Drive

Foto: Divulgação


O Google elaborou um dispositivo USB para ser conectado ao computador como suporte à verificação de identidade em duas etapas. Para provar ser o dono do perfil e acessar sua conta do Google e os aplicativos através do Chrome, os usuários poderão contar com mais essa opção de segurança.

A nova Chave de Segurança (Security Key), como a própria empresa está chamando o novo produto, que mais parece um pen drive, garante que você, ou pelo menos sua chave, está conectado ao computador, impedindo ataques remotos à sua conta por parte de hackers e programas maliciosos.

A verificação em duas etapas, disponibilizada pelo Google há anos, tem o simples objetivo de garantir mais segurança no acesso às contas, requerendo sua senha juntamente com outros dados, seja uma pergunta de segurança, dados pessoais etc, e tem se tornado mais usual depois dos recentes casos de invasão de contas, principalmente aqueles de roubos de fotos íntimas de celebridades. Isso porque os caracteres que compõem a senha podem ser digitados em qualquer teclado, em qualquer computador ao redor do mundo, sem o mínimo conhecimento do usuário de que sua conta está sendo acessada – às vezes até ao mesmo tempo em que ele está conectado.

A empresa dona do site de buscas mais famoso do mundo, e outras também, oferecem ferramentas que alertam os usuários sobre quando e de onde suas contas estão sendo acessadas, caso seja um local diferente daqueles de onde usualmente a pessoa se conecta, mas a única maneira de se garantir que a invasão não ocorra é a segunda verificação de identidade após a inserção da senha. Neste caso, o Google sai na frente com o dispositivo USB que, via de regra, deve permanecer com o “titular” da conta.

Mas se engana quem pensa que qualquer pen drive esquecido no fundo da gaveta funcionará. O Security Key do Google usa o protocolo U2F (sigla em inglês para 2ª Verificação Universal), gerenciado pela empresa FIDO Alliance. Ela utiliza criptografia de chave pública para criar um único dispositivo USB capaz de autenticar a conexão do usuário, garantindo que nenhuma tentativa de invasão obtenha sucesso. E também se engana quem acha que com o novo brinquedinho terá garantia de segurança em qualquer lugar que for. Isso porque por enquanto o Chrome é o único navegador que suporta a tecnologia do U2F, o que significa ter que voltar para a verificação em duas etapas com códigos por SMS ou aplicativos do celular verificados para acessar sua conta com segurança quando o computador não tiver o Chrome instalado.

O “Security Key” tem que ser comprado, e nos EUA o valor varia de US$15 a US$ 50. 

Por Felipe Foureaux Freitas

Security Key do Google


O uso de dispositivos móveis como celulares e tablets para escutar música é cada vez mais disseminado. Tanto pelas rádios quanto por sites como Youtube, Vevo (nos clipes) e mais recentemente o SoundCloud. Nessa linha de atuação surgiu o Spotify, um software altamente personalizável para quem quer acessar suas músicas via internet.

O Spotify atua como um serviço de Streaming musical que reproduz músicas de várias produtoras como Sony, Warner Music, Universal, EMI, etc. Através desse programa o usuário é capaz de encontrar músicas por estilos, artistas, álbum ou ainda playlists específicas. Tudo feito online com muita facilidade e acessibilidade. 

Vale lembrar que você não paga nada pelo serviço embora exista a versão "premium" que será discutida logo mais adiante. Na versão grátis para computadores e tablets, é possível usufruir de todos os recursos online do software, como tocar músicas específicas, gerar playlists baseadas na escolha de uma música ou banda, qualificar playlists, etc.

A versão dos celulares é mais modesta, permitindo que o usuário escolha um álbum ou playlist baseada no seu gosto mas que será reproduzida de maneira aleatória. Na versão "premium" você pode salvar as músicas de sua preferência para escutar offline, o que é muito bem vindo quando você perde o sinal do Wi-Fi e a versão do aplicativo para o celular fica bem mais ampla.

O aplicativo foi lançado originalmente em 2008 e hoje já tem cerca de 40 milhões de usuários dos quais, até maio de 2014, 10 milhões utilizam o serviço "premium". O aplicativo está disponível em quase todas as plataformas tanto de telefonia, quanto no que diz respeito aos tablets e computadores e tem sido muito difundido recentemente devido à variedade de músicas presentes e à qualidade do serviço que não apresenta slowdowns em conexões estáveis.

É possível se cadastrar usando o Facebook e outras redes sociais. Para usar basta acessar o endereço www.spotify.com/br e baixar o aplicativo.

Por Nosf

Spotify

Foto: Divulgação


A Intel pretende eliminar todos os cabos do computador sem comprometer qualquer funcionamento, será possível inclusive recarregar ou conectar aparelhos celulares sem a necessidade de usar qualquer tipo de cabo, isso se deve graças a uma nova plataforma chamada Skylake.

Um mundo sem fios, esse é o sonho de diversas pessoas que encontram dificuldades nas aglomerações de aparelhos em um ambiente, para eliminar esse pesadelo será usado um padrão chamado WiGig que se propõe em ter uma velocidade de transferência de 7 Gbps que possibilitará a conectividade entre aparelhos apenas pela proximidade.

Através de diversas pesquisas para a construção da tecnologia Skylake a Intel esbarrou na necessidade de que todo o dispositivo precisa necessariamente ser alimentado por alguma fonte de energia, a partir dessa necessidade a empresa criou a tecnologia Rezence que recarrega os aparelhos sem a necessidade de conexão a uma fonte de energia elétrica. O sistema pode ser instalado em qualquer superfície, como uma mesa e terá a capacidade de carregar dispositivos variados que estão sobre a superfície por meio de ressonância magnética, o sistema é capaz de carregar qualquer número de aparelhos ao mesmo tempo e tem a capacidade de carregar aparelhos que estejam a até cinco centímetros de uma superfície de madeira.

A expectativa da Intel no lançamento da tecnologia Skylake é grande e já tem uma previsão que o produto seja lançado depois da metade de 2015, mas é bem provável que os aparelhos com a tecnologia só comecem a chegar ao mercado mundial a partir de 2016 prometendo ser uma das maiores inovações tecnológicas da década, com proposições nunca imaginadas em um passado não muito distante.

É claro que as inovações tecnológicas não irão parar por aí, monitores holográficos já estão em fases de testes nos corredores da Intel, é esperar para ver!

Por Paulo Victor Bragança

Computador sem cabos

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Em meio à tamanha diversidade tecnológica, os computadores passaram a ser cada vez mais comuns no cotidiano do cidadão brasileiro. Hoje eles têm versões desktop, Notebooks, Netbooks e chegam a ser substituídos por tablets e celulares. São cada de vez mais modernos e funcionais.

Os computadores começaram a surgir a partir de 1936, construído pelo engenheiro Konrad Zuse, trazia o nome de Z1, mas não teve sucesso, pois os interesses na época estavam ligados à Guerra. Em meio a Segunda Guerra Mundial o Exército, a Marinha e a Universidade de Harvard desenvolveram de fato o primeiro computador, o Harvard Mark I desenvolvido pela Marinha dos Estados Unidos e a Universidade de Harvard, e o Eletronic Numeric Integrator And Calculator (ENIAC) computador mais potente produzido pelo Exército (EUA). Ambos os modelos passaram por diversas evoluções.

No Brasil o primeiro computador surgiu em 1957, era o Univac-120 comprado pelo Governo de São Paulo. A utilização de computadores era exclusividade do governo e de grandes empresas, não era possível ver as máquinas nas residências da população, mas esse cenário sofreu algumas mudanças gradativamente.

Com o início do século XXI ficou mais comum ver computadores de uso residencial. O consumo foi se popularizando. Hoje, segundo informações do resultado da 25ª Pesquisa Anual da FGV-EAESP-CIA, (publicada em 24/04/2014 no portal www.fgv.br/cia/pesquisa) existem 136 milhões de computadores em uso no Brasil (corporativo e doméstico), 18 milhões são tablets, é uma densidade de 67% per capita ou 2 computadores para cada 3 habitantes e a expectativa de vendas para 2014 é de 24,8 milhões de unidades: uma por segundo. Segundo o estudo estima-se que em 2016 o Brasil terá um número de 200 milhões computadores equivalente a um por habitante. É um mundo de computadores.

Esses números se devem à evolução tecnológica, pois toda empresa, comércio, escola, e entre outras organizações necessitam de computadores para auxiliar no gerenciamento de seus negócios. Hoje tudo é controlado na base de sistemas gerenciais. A população também não ficou fora dessa evolução, com a facilidade de crédito e financiamento foi adquirindo seus computadores para uso pessoal e passaram a descobrir o mundo da internet através dos sites de busca, rede de relacionamento, bate-papos simultâneo, videoconferências e entre outras atividades.

Por Vanessa Ribeiro

ENIAC

ENIAC

Foto: Divulgação


A utilização de hibernação é muito comum com vários usuários de todo mundo. Ele serve para deixar o equipamento em funcionamento contínuo e evitar que uma nova inicialização seja feita, que é normalmente mais demorada. Porém, muitas pessoas ainda têm dúvidas se a hibernação é uma boa alternativa ao invés de desligar o computador.

A hibernação funciona como um processo de “quietação” do computador. Nessa opção, o equipamento fica parecendo estar desligado, mas na verdade as informações abertas ficam gravadas, as janelas do navegador ficam abertas e programas que estavam em execução permanecem ativos. Tudo no disco rígido do aparelho. Quando o usuário hiberna o computador e depois retorna para o seu uso, as informações deixadas no HD voltam a funcionar exatamente como foi deixado.

O mais interessante da hibernação, além de voltar a funcionar tudo o que ficou em aberto, a opção de hibernar do computador não consome em nada a bateria do notebook. A função desligar também não consome bateria, claro, mas quando o usuário escolhe em desligar o computador, o sistema operacional envia uma mensagem para os programas ativos dando-os uma última chance para salvar os dados e configurações. Caso seja feita a confirmação, o sistema desliga a máquina e fecha todos os aplicativos em aberto, impossibilitando usá-los de onde parou.

Não há problema nenhum deixar o computador em estado de hibernação. Contudo, vale lembrar que se o usuário deixou várias sessões e programas abertos, pode ser que para voltar a funcionar, o sistema demore a reiniciar tudo de novo, já que são muitas informações para serem processadas e voltadas à ativa novamente.

A verdade é que colocar o computador para hibernar algumas vezes pode ser até melhor do que ficar ligando e desligando o aparelho toda hora. Muitos especialistas explicam que o processo de ligar e desligar pode danificar o equipamento, um desgaste cumulativo efetivo no circuito elétrico dele.

A hibernação é importante e de muita utilidade para aqueles usuários que usam o computador com uma constância alta, podendo ter essa opção de deixar programas abertos sem precisar desativá-los e ativá-los a todo o momento.  

Por Carolina Miranda

Hibernar

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Os notebooks precisam crescer cada vez mais para alcançar seus objetivos e atingir um público consumidor cada vez maior. E, para isso, uma das melhores táticas é, sem sombra de dúvidas, investir em aparelhos que sejam bons para jogos.

O mercado de games é um dos que mais se desenvolve no mundo, e os notes precisam usar dessa força para ficarem ainda mais contemporâneos e modernos. Sendo assim, com efeito, já foram criados vários laptops perfeitos para jogos e que, certamente, serão bastante procurados pelos gamers de plantão.

Alguns dos notebooks para jogos são os seguintes:

Alienware M17x:

Este é provavelmente o melhor notebook em termos de jogos. Ele é de alta customização. Possui um processador Intel Core i7-3720QM, 8GB de RAM, Nvidia GeForce GTX 680M de placa de vídeo e tela de 18.4 polegadas. Seu design também é incrível e ele vem com ferramentas que possibilitam uma jogabilidade de primeira linha.  Seu preço, ao menos aqui no Brasil, será de  R$ 7.000;

Digital Storm x17:

Este é considerado o melhor laptop para os jogadores profissionais. A tela com 1080p mostra imagens em alta qualidade, e os 16GB de memória RAM dão suporte para sua alta performance.  Pois bem, o fato é que o preço desse notebook é o seguinte: R$ 5.200. Ele vale a pena porque também tem uma resolução incomparável;

AVADirect Clevo P170EM:

Embora tenha um visual simples e singelo, o  AVADirect Clevo P170EM é muito bom e sua performance para jogos é uma das mais completas quando estamos falando de notebooks feitos para games.  Sua bateria, em todo o caso, dura mais ou menos três horas e seu preço atual é de  R$ 3.000.

Aqui, com efeito, explanamos somente sobre três notebooks de qualidade para o mundo dos jogos. O fato é que muitas novidades ainda virão.  Investir em jogos é uma estratégia de mercado que só tem a crescer.

Por Juan Wihelm

Alienware M17x

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O mercado de tecnologia, principalmente no que diz respeito à venda de microcomputadores e notebooks, não possui muito o que comemorar em lucratividade. Isso foi o que informou a consultora em tecnologia IDC, acrescentando que só no Brasil, a queda na comercialização desses produtos chega a 10%.

No entanto, o órgão avisa que não se trata apenas de Brasil o aquecimento, uma vez que em torno do mercado global, a redução das vendas de computadores de mesa e portáteis como os notebooks amargam a média de 13%.

Neste primeiro mês do ano de 2014, já foram vendidos 3,4 milhões de computadores, mas, no ano de 2013, era se comemorado a marca de 3,8 milhões, sendo que ao longo do mesmo ano de 2012 ocorreu a franca queda nas vendas.

Contudo, não há o que se reclamar de todo, afinal, nesse mesmo passo aumentou-se consideravelmente as vendas de tablets, aparelho pelo qual, acreditam os consumidores, ser melhor para se jogar games, navegar pela internet e aproveitar todos os tipos de aplicativos. Mesmo assim, afirma o IDC, os usuários têm preferido a compra de tables que estejam com preços mais em conta – aqueles que reúnem maiores características do que se chama de custo x benefício.

O momento não é de boa notícia, infelizmente, o IDC adianta que durante todo o ano de 2014 pode ter uma diminuição de 8% nas vendas, ao mesmo passo que os tablets continuarão experimentando uma ótima fase por ter boa capacidade de locomoção (eles estão cada vez mais leves), potentes e com uma variedade de preço que cabe dentro de todos os orçamentos.

Funcionais e com capacidade para desenvolver as mesmas atividades de um computador de mesa e notebook, é compreensível entender a razão dele estar tão em alta no comércio da tecnologia, superando em boa parte a preferência do público que é fã de uma boa tecnologia.

Por Michelle de Oliveira

Vendas de computadores

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Os computadores estão sendo menos privilegiados no mundo da tecnologia e o público é quem diz isso.

De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de tecnologia Gartner, as vendas caíram no último trimestre. As remessas de PCs totalizaram US$ 80,3 milhões no último trimestre, o menor nível desde 2008. Os números apresentaram uma queda de 8,6% nas vendas, o que confirma a preferência pelos tablets. Aliás, essa mudança no gosto do consumidor beneficiou a Apple e o Google, mas em compensação, a Microsoft e a Intel foram bastante afetadas.

Computador

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"A transição dos consumidores de PCs para os tablets para consumo diário de conteúdo continuou a reduzir a base instalada de PCs tanto nos mercados emergentes quanto nos maduros", disse Mikako Kitagawa, principal analista da empresa pesquisadora. "Uma maior disponibilidade de tablets Android, mais baratos, atraíram novos consumidores nos mercados emergentes, e serviram como dispositivos suplementares em mercados maduros”, informa.

Na Europa, Oriente Médio e África, a queda foi ainda mais drástica: um total de 13,7%. A Ásia-Pacífico apresentou 11,2% de recuo. Por outro lado, o mercado dos Estados Unidos cresceu 3,5%, impulsionado por baixos estoques sendo preenchidos e a popularidade dos modelos com chips mais novos da Intel.

Por Jaime Pargan





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