Dicas dos melhores serviços de armazenamento de dados na nuvem.

O armazenamento em nuvem é uma tecnologia que tem feito muito sucesso nos últimos anos. É um serviço que pode ser acessado de qualquer lugar e que oferece diversas funcionalidades, especialmente para pessoas que trabalham ou estudam em equipe. No mercado existem diversas opções de planos (gratuitos e pagos), com diferentes focos. Confira as principais do mercado:

Google Drive

Para usar o Google Drive, basta ter uma conta Gmail ou no YouTube. O serviço oferece 15GB para armazenamento on-line e gratuito para arquivos em qualquer formato.

Os planos premium podem ser contratados das seguintes maneiras:

· 100GB – R$6,99/mês;

· 1TB – R$34,99/mês;

· 2TB – R$69,99/mês;

· 10TB – R$349,99/mês;

· 20 TB – R$699,99/mês;

· 30TB – R$1.049,99/mês.

Microsoft OneDrive

O serviço de armazenamento em nuvem Microsoft OneDrive pode ser acessado por meio de conta do Outlook. Nesse caso, é disponibilizado 5GB de espaço gratuito, e é possível ter apenas acesso on-line ao Office 365. A empresa também oferece duas modalidades de pacotes pagos:

1) Uso pessoal

· 50GB – R$7/mês, pode ser acessado por até um usuário, em apenas penas um computador e há somente acesso on-line ao Office 365.

· 1TB – R$239/ano ou R$24/mês, pode ser acessado por até um usuário, em um computador, um tablet e um telefone. O Office 365 também pode ser instalado em um PC ou Mac, para uso off-line.

· 5TB – R$299/ano ou R$29/mês, pode ser acessado por até cinco usuários, em até cinco computadores, cinco tablets e cinco telefones. O Office 365 também pode ser instalado em até cinco PCs ou Macs, para uso off-line.

2) Uso em ambiente corporativo/Business

· 1 TB com Office 365 Business Premium – R$656,40/ano ou R$65,60/mês por usuário.

· 1 TB (sem Office 365 Business Premium) – R$262,80/ano por usuário.

· Ilimitado (sem Office 365 Business Premium) – R$524,40/ano por cada usuário.

É importante frisar que esses são valores aproximados, pois deverão ser pagos por meio de transação internacional em Dólar.

Dropbox

O Dropbox disponibiliza 2GB de armazenamento em nuvem gratuito. Porém, esse tamanho pode chegar a 18GB, quando usado por mais pessoas parceiras. Já as opções pagas, têm como adicional a integração com o Office 365.

Podem ser contratadas destas formas:

· 1TB (para pessoas físicas) – US$8,25/mês (plano anual) ou US$9,99 (plano mensal).

· 2TB (para equipes) – US$12,50/mês por usuário (plano anual) ou US$15/mês por usuário (plano mensal).

· Ilimitado Advanced (para equipes) – US$20/ mês por usuário (plano anual) ou US$25/mês por usuário. Nesse caso, o cliente tem acesso a atendimento diferenciado/suporte em horário comercial.

· Ilimitado Enterprise (para equipes) – valor não informado pela companhia. Esse plano oferece serviços diferenciados, como atendimento/suporte 24 horas por dia.

Mega

Quando se fala em armazenamento gratuito, com certeza a melhor escolha é o Mega. O serviço disponibiliza segurança criptografada e 50GB de espaço grátis para qualquer usuário. Entretanto, seu problema está nos planos pagos, que são cobrados em Euros, como pode ser visto abaixo:

· 1TB – 4,99€/mês;

· 2TB – 9,99€/mês;

· 8TB – 19,99€/mês;

· 16TB – 29,99€/mês.

A empresa garante que há descontos para quem contratar uma dessas opções em plano anual.

Box

O Box disponibiliza gratuitamente 10GB de armazenamento on-line. O serviço oferece também opções pagas, que variam conforme as necessidades de cada usuário:

1) Uso pessoal

· 100GB – US$11,50/mês.

2) Uso corporativo/Business

· 100 GB – US$6/mês por usuário. É disponibilizado para equipe de entre três e dez pessoas.

· Ilimitado Business – US$17/mês por usuário. Deve ser usado por equipe de mais de três pessoas.

· Ilimitado Enterprise – valor não informado. Deve ser usado por equipe de mais de três pessoas. Oferece sistema de segurança especial e funcionalidades mais avançadas.

3) Para desenvolvedores

· 125GB – US$500/mês, sendo disponibilizado para apenas um grupo de pessoas.

· 1 TB – US$4.250/mês, sendo disponibilizado para até 10 grupos de pessoas.

Para escolher uma das opções citadas, é importante avaliar não somente a quantidade de espaço de armazenamento oferecido, mas também as funcionalidades que cada uma possui. Afinal, ao optar por esses serviços, os usuários em geral têm necessidades diferentes e/ou específicas.

Por Camilla Silva

Nuvem


Novos pendrives chegam com tecnologia USB 3.0 e custam a partir de R$ 44,90.

A SanDisk, fabricante de periféricos de armazenamento, anunciou a chegada de dois novos pendrives para o mercado brasileiro. Os dois modelos possuem capacidade de armazenamento de até 128 GB e já apresentam a conectividade USB 3.0, que promete transferir dados de maneira muito mais rápida. Os modelos foram batizados pela empresa de Ultra Flair e Cruzer Glide.

Os novos pendrives prometem fornecem mais segurança para os usuários, visto que conta com recursos de criptografia para a segurança dos arquivos transferidos.

No caso do Ultra Flair, há uma estrutura bastante atraente e resistente de alumínio que, segundo a SanDisk, protege o gadget contra desgastes comuns em periféricos. A velocidade de leitura chega a 150 MB/s, reduzindo consideravelmente a taxa de espera para transferência de dados.

De acordo com a SanDisk, o Ultra Flair tem a capacidade de realizar a cópia de um filme completo em apenas 30 segundos, mostrando que ele é realmente ágil. Ele também vem equipado com o sistema SecureAccess da SanDisk, que garante aos usuários a proteção de seus arquivos através de senha e criptografia de 128 bits. Além disso, a empresa oferece um ano de assinatura do RescuePro, para recuperação de dados corrompidos ou até mesmo perdidos. O periférico já está disponível no mercado brasileiro com armazenamentos de 16 GB a 128 GB.

Já o Cruzer Glider também é compatível com a tecnologia USB 3.0. Ele foi construído tendo como foco a facilidade de uso, uma vez que o usuário encaixará o conector com bastante facilidade. Assim como seu irmão Ultra Flair, ele oferece a capacidade de 128 GB e o software SecureAccess. A SanDisk está oferecendo uma garantia de cinco anos para aqueles que adquirirem o periférico. Os preços são bastante similares. Os brasileiros interessados poderão adquirir o Ultra Flair a partir de R$ 49,90 na versão mais simples de 16 GB de armazenamento. Já o Cruzer Glider pode ser comprado por R$ 44,90, também na versão de 16 GB.

Por William Nascimento


Serviço OneDrive da Microsoft tem seu espaço limitado dependendo dos planos que os usuários possuem.

Na madrugada do dia 3 de novembro foi anunciada pela empresa Microsoft uma alteração na prestação do serviço OneDrive, a qual não será muito bem-vinda por parte de seus usuários.

Foram tomadas algumas medidas que passarão a valer a partir de janeiro do próximo ano. A notícia tão temida é que o serviço OneDrive da Microsoft deixou de ser ilimitado. A ferramenta que anteriormente disponibilizava um armazenamento ilimitado passa agora a delimitar a quantidade de espaço para os usuários.

O motivo pelo qual essa mudança ocorreu, segundo a gigante do Vale do Silício, é que um certo número de usuários abusavam dessa liberdade, armazenando assim uma grande coletânea de filmes, séries, fotos e backups completos dos mais variados computadores. Incluindo até alguns casos onde usuários possuíam contas que ultrapassavam os 75 TB (TeraBytes) de dados armazenados em seus servidores.

Com a nova mudança os usuários do Office365 (planos: Pessoal, Home e Universitário) terão a partir de agora o total de 1 TB à disposição para armazenamento. Os assinantes que tiverem guardado no momento um volume de dados maior que o citado, serão avisados e terão a oportunidade de deixá-los na nuvem por mais 12 meses.

A empresa também cortou os planos de armazenamento de 100 GB (Gigabytes) e 200 GB para os usuários novos. Tais pacotes foram modificados pela única alternativa de 50GB que serão comercializados pelo valor de US$ 2. Os antigos usuários não terão seus planos alterados, já que a mudança tem valia apenas para os novos usuários.

Não é de se estranhar essa mudança, já que esta não é a primeira vez que a empresa faz alterações como esta. O mesmo ocorreu quando o serviço ainda era conhecido pelo nome de SkyDrive, onde o mesmo foi reduzido em 2012 de 25 GB para 7 GB.  

Por Felipe da Silva

OneDrive


QuickSight serve como auxílio para que companhias possam analisar seus dados colocados na nuvem.

Os serviços de nuvem realmente são o grande novo negócio da internet. Além de práticos, é uma maneira muito mais eficaz de guardar arquivos importantes. Sabendo dessa necessidade, a Amazon lançou um serviço que serve de auxílio para que companhias possam analisar seus dados colocados na nuvem. Muitas empresas ainda não possuem tanta segurança com arquivos armazenados na nuvem, mas o novo sistema tem vários lados positivos e que podem ajudar na organização da companhia. 

A Amazon declarou que o QuickSight (serviço de análise), é de fácil manuseio, podendo ser utilizado por uma pessoa que não seja especialista técnica mas que possua o interesse em compartilhar dados. Até o momento, foi liberada apenas uma prévia do que será o produto. A princípio trata-se de um sistema que permitirá o armazenamento em nuvem de arquivos com grandes quantidades de dados.

O sistema QuickSight terá um custo de 12 dólares mensais para consumidores que não queiram assinar um compromisso (espécie de contrato) de 1 ano, aqueles que estiverem de acordo com o compromisso mínimo de 1 ano pagarão 9 dólares mensais, totalizando 108 dólares no fim do ano. A edição do serviço destinada a empresas custará entre 18 e 24 dólares, seguindo a mesma forma de contrato anual.

O intuito é que grandes companhias possam mover seus arquivos e dados diretamente para a nuvem, esse processo faz com que menos tempo seja gasto transferindo através da internet, o que resulta em um menor custo de dados de Internet para as empresas. 

A Amazon não quer ficar para trás. Recentemente, os serviços de armazenamento em nuvem estouraram e caíram no gosto popular. Hoje, a Amazon lida com alguns concorrentes como Dropbox e Google Drive que oferecem planos parecidos por custos parecidos, levando em consideração a concorrência, o objetivo da empresa é aprimorar o seu serviço para cair ainda mais no gosto popular. O lançamento do sistema QuickSight vem no momento certo, após alguns estudos e pesquisas, foram levantadas algumas considerações e necessidades do consumidor.  

Por Jonathan Alves

Amazon QuickSight


Diz-se de computação em nuvens o processo de utilizar a “memória e capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da internet, seguindo o princípio da computação em grade” (Wikipédia). O seu acesso aos arquivos é remoto, não se faz necessário ter seus arquivos gravados em seu computador, apenas sincronizados com o que você salva nos serviços de computação nas nuvens.

Uma das plataformas de computação nas nuvens mais utilizadas no momento são o Sky Drive e o Google Drive, por exemplo, porém existem alternativas diversas, cabendo ao usuário escolher qual usar.

No Google Drive, você terá uma gama de funções, não apenas para armazenar dados, mas também editar/criar e compartilhar documentos. Para quem é usuário do Gmail, na hora de enviar um e-mail, existe a opção de apontar links para os seus arquivos nas nuvens, sem a necessidade de anexá-los. Com espaço de 15 GB, é uma ótima pedida para armazenar seus dados nas nuvens. A sincronização dos arquivos pode ser feita através de vários dispositivos – como tablet, notebook ou até mesmo celular – facilitando o transporte dos dados para onde você for.

Seguindo os mesmos padrões do Google Drive, o Sky Drive é a plataforma de computação nas nuvens da Microsoft. Sua diferença para o Google Drive está na capacidade de armazenamento, 7 GB (contra 15 GB do Google Drive) e nas plataformas de edição de arquivos. Nas demais funcionalidades, cada um com suas peculiaridades.

Em suma, é seguro e prático empregar a computação nas nuvens. Os planos gratuitos (no caso do Google Drive) são suficientes para, pelo menos, sincronizar os dados mais importantes e/ou mais acessados/editados. É gratuito (há a opção de upgrade, caso precise de mais espaço).

Portanto, vale a pena, sim, empregar esse tipo de tecnologia a nosso favor.

Por Reginaldo Soares


Desde o final de janeiro, diversos rumores surgem sobre as especificações técnicas do novo tablet da Microsoft, o Surface Pro.

Como se sabe, mesmo que o gadget seja vendido com capacidade de armazenamento de 64 GB, por exemplo, em geral ele tem menos que isso, por causa do sistema operacional instalado, além de aplicativos que vêm de fábrica.

Assim, de acordo com os novos rumores, as versões de 64 GB e 128 GB do Surface Pro virão com mais espaço em disco do que se esperava. O modelo com capacidade de armazenamento de 128 GB virá com 89,7 GB de espaço liberado – sendo 6,7 GB a mais do que vinha sendo comentado. Entretanto, será possível ter até 97 GB de espaço liberado, porém para isso é necessário que seja excluída a partição reservada para a restauração do sistema operacional do tablet, conforme o site ZDNet.

E também, a versão com 64 GB de capacidade de armazenamento terá 30 GB – de acordo com a Microsoft – ao invés dos 23 GB que estavam sendo especulados.  Com esses dados, além de conseguir mais espaço para seus clientes, a Microsoft acaba lançando um novo gadget cuja versão de 128 GB tem mais espaço em disco que o MacBook Air.

Por Guilherme Marcon


A empresa Cbeyond divulgou nesta semana resultado de uma pesquisa sobre o uso de computação em nuvem.

Segundo o estudo, as pequenas e médias empresas dos Estados Unidos já usam o armazenamento de dados em nuvem para 64% de seus negócios e possuem expectativas de aumentar este tipo de serviço.

Com relação a seus benefícios, a maioria dos entrevistados considera que a computação em nuvem tem uma maior flexibilidade além de permitir economia de dinheiro e aumentar a produtividade nos negócios realizados.

Por Ana Camila Neves Morais


O site Digitimes anunciou que a Intel está trabalhando a todo vapor para desenvolver novas tecnologias de armazenamento SSD. A ideia da companhia é conseguir aprimorar o uso desta tecnologia especialmente em ultrabooks, pois estes dispositivos são os que estão utilizando cada vez mais este recurso.

Segundo as informações reveladas pelo site, a empresa visa unir todos os padrões mSATA em apenas uma especificação. O nome do novo padrão deverá ser Generation Form Factor (NGFF) e a promessa é que ele traga diversas melhorias.

A Intel afirmou que é preciso combater as limitações existentes atualmente no mercado, como por exemplo, o fato de que a grande maioria dos mSATA permite a utilização de até quatro ou cinco chips de memória NAND, aproveitando apenas um dos lados da PCB. No entanto, o NGFF poderá ser utilizado em ambos os lados, ou seja, o teto máximo de 512 GB de memória encontrados atualmente será banido e dará lugar a uma capacidade de armazenamento dos ultrabooks muito maior.

Este projeto conta com a colaboração de diversas outras companhias de tecnologia, inclusive as que produzem este tipo de memória, como a  SanDisk, a Samsung e a Micron. A nova tecnologia deverá ser finalizada até o final de setembro, mas deverá surgir somente em 2013 nas novas linhas de ultrabooks.

Por Guilherme Marcon


À primeira vista eles parecem ser somente os Toy Art de Star Wars mais bonitinhos que já existiram, o que não deixa de ser verdade. Mas, além disso, os Star Wars Mimobot Thumb Drives também são muito úteis. Trata-se de uma coleção incrível de 11 pen drives em formato de bonecos do filme Star Wars, de edição limitada e com 4 GB cada.

Os personagens disponíveis são: Boba Fett, C3PO, Darth Vader, Han in Carbonite, Jawa, Lando Calrissian, R2D2, Stormtropper, Wampa, Wicket e Yoda. Vale lembrar que, por serem limitados, os pen drives devem ser adquiridos o mais breve possível, já que não estarão para sempre no mercado e os fãs da saga estão entre os maiores e, definitivamente, mais ávidos colecionadores na comunidade nerd e geek.

Aos interessados, é só dar uma passada na loja Think Geek e escolher o seu preferido para se livrar de uma vez por todas do armazenamento entediante de arquivos.

O preço varia entre $24.99 e $29.99. Super em conta para um presente de natal para os amigos ou para você mesmo.

Por Mariana Melo


Pra mim, um dos problemas dos tablets em relação ao PC e ao notebook é a baixa capacidade de armazenamento. Eu, por exemplo, acabei de adquirir um iPad de 16 GB. Por enquanto, ainda não vi nenhum problema, já que minha intenção é usá-lo para trabalhar. O que significa não enchê-lo de vídeos e jogos. Mesmo assim, o espaço livre depois de uma semana de uso já caiu para apenas 12 GB.

Mas quem deseja usar o tablet para recheá-lo de vídeos, jogos, fotos e tudo o mais, pode ficar um pouco frustrado. Uma opção para resolver esse problema é usar um drive externo. E modelos até que não faltam no mercado. Outros ainda estão por chegar, como é o caso do Mobi SX, que será lançado pela Kingston e se comunicará com iPad via Wi-Fi sem a necessidade de usar o iTunes para enviar arquivos. O Mobi SX também será compatível com o iPhone, contará com uma bateria capaz de durar até 6 horas em standby, custará a partir de 99 dólares e terá capacidade entre 16 e 32 GB.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: MacWorld





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