Confira aqui uma lista com os melhores antivírus gratuitos de 2016.

Você sabia que VOCÊ é o melhor antivírus para o seu computador? Sim, isso é verdade! Se você tiver cuidado onde navega e quais arquivos baixa, raramente você terá problemas. Essa é uma das formas de se manter longe de criminosos da Internet e softwares maliciosos. Mas, não há nenhum problema em se pedir uma ajuda a mais para os programas antivírus. Afinal, todo cuidado ainda é pouco. E cuidado nunca é demais.

Mas, se você não pode comprar uma solução completa, fique por dentro de quais são os 5 melhores antivírus gratuitos de 2016. Os softwares aqui listados são indicados para computadores que não estejam em rede, isto é, apenas para uso doméstico. Caso você tenha uma empresa o melhor mesmo é fazer a aquisição de um software pago. Confira abaixo!

Avast Free Antivirus 2016

É considerado um dos melhores gratuitos. Está há muito tempo no mercado e é bem conhecido por bloquear phising e malwares. Com ele você pode fazer exames automáticos em busca de problemas em relação à segurança, além de outras ferramentas como a de limpeza de sistema.

AVG Antivirus Free

Ótima opção para quem não quer ou não pode gastar em um software pago. Traz um bom desempenho a phising e faz o trabalho de examinar o computador para procurar problemas de segurança. Além disso, conta com uma ferramenta que previne que você seja rastreado por sites.

Bitdefender

Ele é o mais discreto e roda no background, exigindo mínimas configurações e perfeito para quem não entende muito de tecnologia. Já está há algum tempo no mercado e remove arquivos maliciosos, além de proteção contra malwares e phising.

Check Point ZoneAlarm

Traz um firewall resistente para a navegação, além da opção de colocar arquivos em nuvem, com até 5 GB, proteção de identidade e monitoramento em tempo real.

Panda Free Antivírus

Não tão conhecido, o Panda Free Antivírus é um dos melhores antivírus gratuitos que se tem disponível. Os responsáveis por ele afirmam que o programa consegue resultados de benchmark até melhores dos que os softwares pagos concorrentes. Realiza serviço de monitoramento, disco de recuperação, além de análise da USB.

Kika Akita


Empresa testou os melhores antivírus para Windows 10.

A Av-Test, uma empresa independente alemã que avalia softwares de antivírus, divulgou os resultados de sua análise de testes contra ameaças para Windows 10. Os dados são surpreendentes.

Na avaliação, a empresa leva em conta uma série de critérios que incluem performance, desempenho  e proteção dentro de uma escala de até 6 pontos para cada categoria. Ao todo, 20 antivírus foram testados.

As únicas 4 empresas que alcançaram nota 6 nos 3 quesitos foram: Avira, Bitdefender e Kaspersky Lab e Symantec. O surpreendente aqui é que o Avira é um antivírus gratuito e que ele poder ser tranquilamente equiparado a aqueles em que o consumidor precisa desembolsar boas quantias para obter a segurança que deseja. É válido esclarecer que na listagem há alguns softwares pagos que estão em posições bem inferiores.

A McAfee, empresa bastante popular no mundo inteiro perdeu meio ponto nos quesitos proteção e performance e ocupa a sétima posição no ranking. Já o AVG, apesar das notas máximas em proteção e usabilidade, perdeu 1,5 ponto em performance, somou 16,5 pontos e ficou em nono lugar. O Avast, outro software bastante conhecido ficou em décimo lugar.

Outro dado bastante intrigante, é que a Microsoft, empresa responsável pelo Windows 10, ficou em décimo sétimo lugar com o Windows Defender obtendo a menor nota no quesito proteção quando comparada a todos os outros softwares do ranking. A pontuação de 3,5 preocupa, afinal, dentre os itens levados em consideração para o julgamento, acredita-se que a proteção é o mais importante para a segurança dos usuários.

Os últimos lugares ficaram com as empresas Quickheal e Threattrack, com 12,5 e 13 pontos, respectivamente. É bom ressaltar que a avaliação refere-se aos meses setembro e outubro de 2015.

Em tempos onde a segurança da informação é motivo de muitos investimentos por parte dos usuários, é indispensável acompanhar análises como essa. Através delas, é possível conhecer softwares pouco difundidos que se sobressaem e começar a pensar em mudanças.

Por Beatriz 

Windows 10


Em 1971 um programador de computadores – daqueles enormes computadores que você já deve ter ouvido falar e visto imagens e que serviam no início mais para uso militares, de cálculos e etc. – desenvolveu o primeiro vírus. Foi um teste de programação que deu certo. Ele entrava no sistema, dizia uma mensagem engraçada, tipo: Me pegue se conseguir – e seguia seu caminho para outro computador, exibindo a mesma mensagem. Foi um sucesso. Logo em seguida, no mesmo ano, um outro programador tentava desenvolver um programa que encontrasse essa mensagem e a deletava. Pronto. Haviam sido criados o vírus e o antivírus, nessa ordem.

E é nessa ordem que as coisas estão até hoje: o vírus sempre na frente e os antivírus sempre um bocadinho mais atrás. Sempre chegam atrasados, quando chegam. Existem, claro, empresas sérias dedicadas a combater essas infecções virtuais, que gastam muito tempo e dinheiro tentando impedir que suas fotos íntimas vazem na internet (caso tenha alguma, lógico). Mas não é tarefa fácil. Os produtores de vírus surgem a cada segundo e produzem vírus cada vez mais letais, capaz de destruir tudo na sua máquina, além de roubar senhas e dados que você não quer compartilhar com ninguém.

Um bom antivírus no mercado é o McAfee. Produzido pela empresa de mesmo nome ele foi criado por John McAfee, uma figura no mínimo excêntrica. Após a fama e fortuna pelo antivírus, passou a viver isoladamente em uma ilha cercada de drogas e dançarinas, além de armas e guerrilheiros. A história de sua vida vai virar filme. Deve valer a pena assistir.

Outros antivírus também são bons. O segredo de um antivírus se resume ao seu banco de dados. Quanto maior e mais utilizado melhor. Como assim? Simples, o banco de dados de um antivírus são linhas de códigos com os tipos de vírus existentes na rede. Quantos mais vírus ele é capaz de reconhecer, melhor para o seu computador ou dispositivo, e melhor para sua segurança virtual.

Por Luciana Viturino

V?rus

Foto: Divulgação


Antigamente algumas pessoas criavam vírus inofensivos. Era a época em que a rede do computadores era bem menor e alguns usuários criavam os chamados “vírus do bem”, que continham mensagens divertidas, que podiam assustar ou mesmo ajudar internautas ao redor do mundo. Infelizmente hoje os tempos são outros.

Na verdade, a maioria dos usuários que são mais novos não devem se lembrar desses primeiros “vírus” que correram o mundo. O primeiro deles foi o Harmless Specimen. Ele foi criado em 1971 e era um malware inofensivo que enviava mensagens aos computadores “infectados”. Os poucos equipamentos que existam naquela época recebiam um texto dizendo “Eu sou o estranho (creeper): me pegue se puder”. O vírus não causava nenhum dano a máquina, apenas rodava nos computadores que já continham uma cópia dele para entrar em outros.

Outro que não causava nenhum problema aos computadores ficou conhecido como o vírus “drogado”. Ele foi visto pela primeira vez em 1988 na Nova Zelândia e enviava uma mensagem aos usuários: “Seu computador está Drogado agora. Legalize a maconha”.  Já o Cruncher fazia um “bem” aos internautas. Ele usava um algoritmo que compactava o arquivo infectado que liberava mais espaço no disco rígido do computador. Para desfazer o feito, o usuário conseguia facilmente descomprimir o arquivo.

O vírus mais inteligente e mais do “bem” que se conhece é o Welchia. Ele ajudava a eliminar o vírus Lovesan, conhecido também como Blaster. Se o Welchia encontrasse o vírus maligno, ele apagava o Blaster do HD. Além disso, o vírus do “bem” ainda analisava se existia algum resquício do vírus e se existia alguma atualização que poderia reparar a vulnerabilidade que deixou o computador disponível a invasão. Se o Welchia não encontrasse mais nada que pudesse levar risco ao equipamento, ele próprio iniciava um download a partir do site da fabricante e logo após se autodestruía.

Por Carolina Miranda





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