Home Office aumenta a venda de notebooks e tablets



Em 2020, as vendas de equipamentos eletrônicos já haviam crescido (23,5%), e neste ano, conforme divulgado pela consultoria Gartner na internet, 125 milhões de novos dispositivos deverão entrar em uso por todo o planeta.

Todos nós, mediante a esse vírus maligno, tivemos que nos adaptar aos tempos de pandemia e distanciamento social, não é mesmo? São várias as ocasiões que não podemos ter, com esse estado de calamidade pública, como participar de aniversários e confraternizações em família, aquela saidinha com os amigos com o famoso “sextou”, treinar o corpo e a mente em academias, estudar e, principalmente, trabalhar.

A humanidade deve agradecer à tecnologia, e o seu avanço, por poder nos ajudar nessas horas, pois imagine, hoje, sem a tecnologia, eu, não teria escrito essa matéria, você, não teria como ler, alguém da sua família, não iria estudar, e quantos não iriam trabalhar?



Como existe um ditado “a necessidade faz o sapo pular”, também existe a capacidade de nos adaptarmos. Em tempos de isolamento, podemos “burlar” as regras em muitas situações, é claro que nada substitui o calor humano de um abraço, mas com uma ligação, ou até mesmo com mensagens, podemos chegar, virtualmente, pertinho da pessoa.

É claro que isso já existia antes mesmo dessa nova variante do “Coronavírus” surgir, mas só agora demos valor e estamos cada vez mais informatizados. As chamadas “lives” já existiam, mas só agora estão sendo usadas para coisas, que antes eram feitas de forma, vamos chamar, “presencial”.



Com isso, novos tipos de profissionais surgiram, por exemplo, aquele “personal trainer”, que antes reunia a turma na praça do bairro, hoje, em muitos casos, estão dando as instruções das suas casas, e os alunos, estão treinando no conforto dos seus lares.

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Alunos e professores estão se “reinventando”, estudando e lecionando de forma que antes era bem pouco falado, os chamados “EaD”. Há um tempo, esse termo era somente para pessoas que tinham o problema de locomoção ou pessoas que tinham, por exemplo, filhos pequenos em casa. Hoje, até as escolas do ensino fundamental estão sendo feitas por “aulas on-line”.

Particularmente, eu já usava um computador para trabalhar nas horas vagas, na minha casa ou em qualquer lugar que eu fosse, hoje, 100% do meu trabalho é feito de forma digital, no conforto do meu lar, em segurança, quanto ao risco de contaminação do Covid-19, e, para os adeptos, ao lado da minha cafeteira expressa.

São alguns exemplos, que representam bem pouco, a nova realidade de trabalhos e estudos em tempos de pandemia. Escolas, seja qual for o nível de ensino, e empresas, dos mais variados segmentos, adaptaram-se à nova realidade, fazendo o mercado deste segmento crescer e ainda ter previsão desse mesmo crescimento para os próximos anos.

No ano passado, em 2.020, as vendas de equipamentos eletrônicos já haviam crescido (23,5%), e neste ano, conforme divulgado pela consultoria Gartner na internet, 125 milhões de novos dispositivos deverão entrar em uso por todo o planeta, chegando a um total de 6,2 Bilhões de celulares, tablets e computadores, seja laptop ou desktop.

Segundo essa mesma reportagem, os números de computadores portáteis, também chamados de notebooks, aumentarão em 8,8% e os tablets, irão aumentar em 11,7%. Já os computadores chamados de desktop, ou seja, aqueles que tem o gabinetes e monitores separados, irão cair, passando de cerca de 522 milhões no ano passado, para 470 milhões no ano que vem, 2.022.

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Esses dados também mostraram que as vendas dos smartphones, no ano passado, caíram 2,6%, porém, irão aumentar em 1% agora de 2.021.

Finalizando, outra coisa que irá aumentar, é a necessidade de cada vez uma melhor conectividade. Aparelhos com 4G integrados, já estão perdendo lugar para aqueles que tem a nova tecnologia 5G. Ou seja, os tipos de negócios que irão adquirir os novos modelos, irão abrir um grande mercado de computadores usados. O que é ultrapassado para uns, será um ótimo negócio para aqueles usuários mais modestos.

Por Fernando Dias

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