Hoje os consumidores têm muitas opções quando falamos de tecnologia. A regra de sempre é avaliar o que se precisa e não cair na tentação de comprar por impulso, ou porque é um lançamento imperdível e todo mundo já tem um. Fazer isso é cair nas armadilhas, especialmente criadas para pegar você, consumidor desavisado.

A aquisição de um computador deve ser avaliada como a compra de qualquer outra coisa. Merece uma atenção especial, porque quem compra um computador deposita nele muitas expectativas, seja de lazer ou trabalho.

Comprar um desktop – computador de mesa – ainda é uma excelente opção, principalmente se o usuário sabe exatamente o que é um e para qual finalidade vai utiliza-lo. Um PC, como é mais conhecido, é o pai de tudo que vemos por ai.

Dentro de seu gabinete, existem as mesmas peças que dentro de um notebook, ultrabook, smartphone, claro que guardada as devidas proporções de tamanho. As configurações desses PC’s, quando personalizadas, são máquinas superpotentes, que deixam qualquer notebook no chinelo.

Aos viciados em games, pode montar um equipamento com sistema de refrigeração eficiente, com uma placa de vídeo robusta, com muita memória e um processador de ponta. A enorme vantagem disso tudo é que as peças podem ser facilmente trocadas quando apresentam defeito ou quando se deseja potencializar ainda mais o equipamento, fato que já fica dificultado quando o assunto é notebook e seus sucessores.

A desvantagem básica de um desktop é a locomoção. Precisam de um espaço fixo, pois podem ter monitores enormes, de tamanho de televisores. Toda mudança de local demanda um certo esforço. Por isso não é indicado para quem precisa carregar o computador para todo lado.

Mas, para quem trabalha em um lugar fixo, não tem opção melhor, pelo custo-benefício que apresenta diante das demais opções.

A manutenção, quando necessária sempre é mais barata e mais fácil de encontrar. E, com o preço que se paga em um notebook de ponta, você consegue montar uma máquina que com certeza, terá uma configuração top de linha por muito tempo.

Por Luciana Viturino

Foto: divulgação


A informática tomou conta do mundo atual, de forma que as pessoas não conseguem mais se imaginarem em um mundo em que as inovações tecnológicas computacionais não existissem mais. É estranho pensar que a revolução computacional ocorreu dentre os últimos 20 a 25 anos, praticamente, e que a humanidade antes dependia de meios muito mais manuais para as tarefas cotidianas.

Para os jovens, que já nasceram em um mundo informatizado, a dependência humana pela internet ou pelo processamento de dados de forma informatizada pode não assustar, mas para a maior parcela da sociedade, que assistiu à revolução tecnológica de perto, pode se assustar com os rumos que isso pode tomar.

Inicialmente, os computadores populares conhecidos eram os chamados computadores de mesa, que precisavam estar conectados na tomada e serviam como uma forma de facilitar trabalhos de digitação, por exemplo, substituindo a máquina de escrever que precisava de uma jornada de datilografação para cada cópia de um documento que quisesse.

A internet ainda estava longe de estar disseminada nessa época e os sistemas operacionais, assim como o desempenho de hardware, eram ainda muito rudimentares, o que não permitia um bom trabalho com imagens, por exemplo, nesses computadores.

Após anos de estabelecimento dos computadores de mesa, chegaram ao mercado os notebooks, que eram versões de computadores feitas para serem transportadas, eliminando as barreiras físicas que os desktops proporcionavam.

Essas formas também contavam com diversas inovações, como a redução do tamanho dos componentes físicos, as telas finas e a presença de bateria que permitia o uso em locais que não tinham suprimento de energia elétrica.

A revolução tecnológica nos últimos anos avançou com o desenvolvimento de telas sensíveis ao toque, permitindo a criação de tablets, que executam funções nunca imagináveis na época dos computadores de mesa e que permitem que os usuários tenham um computador na palma das mãos, com a facilidade de manipular sua tela usando os dedos, com baterias que duram muito mais do que as dos notebooks e tiram totalmente a barreira física imposta pelos computadores, já que inclusive podem ser transportados dentro de bolsos de roupas.

Por Rannier Ferreira Mendes

Foto: divulgação


Notebooks, Netbooks, Tablets, Celulares e Smartphones. Cada vez mais a tecnologia amplia seus limites e funções. São ferramentas que nos oferecem todos os tipos de serviços e aplicativos e, claro, um excelente acesso à internet.

Com tantas vantagens e qualidades, pesquisadores e ''conspiradores'' de plantão, acabam pregando por aí que, francamente, não há mais espaço para os computadores de mesa. Será o fim desse mecanismo em nossas vida?

O desktop quando surgiu foi, sem sombra de dúvida, um marco, uma revolução no cenário digital, na maneira de se pensar e fazer tecnologia no mundo. Muitos especialistas afirmam que com os avanços dos tablets, por exempo, os computadores de mesa perderam sua validade. Outros críticos rebatem e dizem que não, que o Desktop ainda tem vez no mercado e na casa das pessoas.

Afinal, quando falamos em desempenho, os notebooks ainda precisam evoluir muito. Seja como for, essas discussões sempre existiram e sempre existirão. O fim do VHS e a chegada do DVD e Blue-Ray ou fim dos livros impressos pelos digitais, esses papos sempre aparecem.Que o leitor, independente de estar lendo esse postagem num desktop ou netbook, tire suas próprias conclusões;

Por Madson Lima de Oliveira





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