Parceria entre as empresas visa criar novas tecnologias para a infraestrutura da próxima geração de redes de dados.

A fabricante de equipamentos Ericsson – da Suécia – e a rede de telecomunicações estadunidense Cisco anunciaram uma parceria global nesta segunda-feira. A união prevê o lançamento de novas tecnologias e faturamento de US$ 1 bilhão anualmente a partir de 2018 para cada empresa.

Os serviços proporcionados após a junção serão os mais variados em relação à internet, além de gerenciamento de dados e serviço de nuvem. Muitos deles irão operar a nível mundial.

Após firmarem o ajuste, as empresas unidas passam a somar 76 mil funcionários, 56 mil patentes e valores de receitas em torno dos US$ 75 bilhões. O montante atual de investimento em estudos das duas companhias é de aproximadamente US$ 11 bilhões. Os empreendimentos têm clientes em mais de 180 países.

O acordo tem a ver com o movimento de outra empresa do ramo de equipamentos, redes e tecnologia de comunicação. Ericsson e Cisco pretendem com a junção fazer frente ao crescimento da Huawei – da China – que vem ganhando grande espaço, principalmente no mercado europeu.

As marcas emitiram comunicado público sobre o pacto dizendo que a decisão tem intuito de pesquisar e desenvolver juntas novas tecnologias para a infraestrutura da próxima geração de redes de dados. Também têm as finalidades de licenciamento de patentes e maior integração operando no setor comercial.

A Ericsson vem de três anos de vendas estáveis e queda de 7% no volume em 2015, porém "é a rede líder global em conexão sem fio", segundo o seu presidente-executivo, Hans Vestberg. Ele concluiu dizendo, sobre o acerto, que a Cisco "é de longe a número 1 quando se trata de roteadores IP".

Dias antes, a gigante da Finlândia Nokia noticiou parceria com a Alcatel-Lucent. A empresa europeia comprou a brasileira e estadunidense em abril de 2014 por US$ 16,6 bilhões. A marca comprada é uma fusão entre a Alcatel, do Brasil e a Lucent, dos Estados Unidos.

Por Bruno Klein

Ericsson e Cisco


Pesquisadores afirmam que os computadores quânticos poderão se tornar realidade em 2025.

Computadores quânticos? Seriam possíveis? Atingíveis em um futuro próximo? Um grupo de pesquisadores que é liderado por membros do laboratório de pesquisa em computação quântica da empresa Microsoft publicou um artigo em que afirma que esse sonho pode se tornar realidade em breve: no ano de 2025.

No artigo, os autores afirmam que com os recentes avanços no controle dos sistemas quânticos, a viabilidade de um computador quântico está muito próxima, cerca de uma década. No estudo, os pesquisadores descrevem como o uso de algoritmos quânticos aliados a estruturas convencionais da computação poderiam ser usados para analisar tudo aquilo que as tecnologias tradicionais da computação ainda não atingiram.

E continuam afirmando que o computador quântico permitiria simulações maiores e com maior precisão do que qualquer outro conhecido algoritmo clássico. Com o seu uso, muitas questões em aberto sobre questões quânticas seriam facilmente resolvidas com o uso de um pequeno computador quântico com capacidade de cem qubits lógicos.

Segundo matéria publicada no The Verge, o artigo publicado é muito importante, pois muitos pesquisadores não acreditavam nas arquiteturas quânticas existentes, como o atual D-Wave, oferecido pelo Quantum Artificial Inteligence Lab. Dois autores desse estudo também contribuíram para um estudo que analisava o computador quântico existente. O estudo, publicado no mês de junho, colocava em questionamento os avanços que este oferecia, mas foi contestado pela empresa responsável.

O novo estudo sugere que a computação quântica pode oferecer benefícios, mesmo que em sua atual forma, possua imperfeições. O emparelhamento com as tecnologias utilizadas atualmente poderia resolver alguns dos problemas que ainda travam os atuais computadores quânticos.

A matéria do The Verge também afirma que fazer uma arquitetura quântica realmente eficaz tornou-se semelhante a uma corrida armamentista entre as grandes empresas de tecnologia.

A D-Wave firmou uma parceria no último mês com o Quantum Artificial Inteligente Lab, que é um laboratório operado pela NASA e pelo Google. O acordo firmado tem duração de sete anos e dá a garantia de que o laboratório consiga receber cada um dos novos computadores lançados pela empresa, assim que eles estejam disponíveis para uso. Além disso, a Microsoft está investindo em pesquisa com seu grupo Q Station.

Por Rodrigo Silva

Computador quântico

Foto: Divulgação


Monitores oferecem ótimas experiências aos usuários, pois contam com a capacidade de dividir a tela em 4 seções, podem ser conectados a até 2 aparelhos simultaneamente, possuem sensível calibração de cores e tecnologia IPS.

Os monitores UltraWide da LG oferecem não apenas uma melhor qualidade de imagem, mas também de áudio, garantindo uma experiência melhor para o usuário que pode, ainda, dividir a tela em 4 seções. Outra vantagem do UltraWide da LG é o fato de poder ser conectado a até 2 aparelhos ao mesmo tempo. E para os mais exigentes, os monitores UltraWide da LG oferece uma sensível calibração de cores e tecnologia IPS, que é realmente surpreendente!

IPS – In-Plane Switching – é uma tecnologia presente nos monitores UltraWide da LG que permite ir além dos ângulos básicos, além de permitir a reprodução dos painéis TN, uma tecnologia que garante a redução na distorção das imagens, deixando-as mais límpidas e com melhor qualidade. Com a tela 21:9 (panorâmica) fica muito mais prazeroso assistir aos filmes, pois tem a mesma visão oferecida pelos cinemas e é bem melhor que a tela 16:9 de outros monitores. E tem a vantagem de poder dividir a tela em 4, garantindo uma melhor organização.

Para quem gosta de assistir a uma boa partida de futebol, os monitores UltraWide da LG também são ótimos, garantindo melhor experiência também para quem for assistir a vídeos. Os monitores UltraWide da LG ainda permitem que sejam conectados aparelhos diversos ao mesmo tempo, por exemplo: câmeras, smartphone, outro aparelho e tudo isto sem que se perca a qualidade da imagem.

Outra característica do monitor UltraWide da LG é a tecnologia MHL – Mobile HD Link – que permite que você possa conectar seu smartphone com o monitor para aproveitar todo o conteúdo EnergyStar. E são vários os modelos de monitores UltraWide da LG, sendo que cada tem suas próprias especificações e são indicados para um ou outro usuário, por exemplo, tem o modelo 34UC97 que é mais indicado para uso profissional.

Tem o modelo 25UM57 que é ideal para os amantes de games, pois permite uma maior imersão visual e oferece um conjunto de tecnologias que permitem tirar maior proveito dos games.

E são vários outros modelos em monitores UltraWide oferecidos pela LG, então é bom se informar sobre cada um deles para ver qual é o mais indicado para suas necessidades.

Por Russel

Monitor UltraWide da LG

Monitor UltraWide da LG

Fotos: Divulgação


K480 Bluetooth Multi-Device é um novo teclado, que foi lançado pela Logitech, que pode ser conectado de forma simultânea em até 3 gadgets

A Logitech lançou o "K480 Bluetooth Multi-Device" que nada mais é que um teclado, só que com um grande diferencial, pois ele pode ser conectado de forma simultânea em até 3 gadgets. O lançamento foi na Eletrolar 2015 conta com tecnologia Bluetooth para possibilitar a conexão em até 3 aparelhos ao mesmo tempo e para que o usuário possa escolher qual dos aparelhos vai receber os dados digitados. No teclado há um botão que ao ser girado, aponta a transmissão dos dados para uma das conexões feitas.

O novo teclado da Logitech pode ser utilizado com smartphones, tablets e até com computador desktop e outra grande vantagem é o fato dele ser compatível com vários sistemas operacionais, entre eles: Windows, Android, iOS e Mac OS.

Jairo Rozenblit, presidente da Logitech aqui no Brasil, informou que o objetivo da empresa ao lançar este teclado é conseguir maior comodidade para os usuários dos modernos aparelhos, uma vez que eles estão sempre alternando entre computador, tablet e smartphone.

O número de pessoas que possuem um computador, um tablet e um smartphone, ou pelo menos dois destes três aparelhos, vem crescendo muito e ter um teclado compatível com todos estes aparelhos era o sonho da grande maioria destas pessoas.

Vamos supor que a pessoa está no computador e recebe uma mensagem no smartphone pelo WhatsApp. Basta ela girar o botão apontando a conexão do teclado para o smartphone, responder a mensagem e voltar o botão para que o teclado volte a ficar conectado ao computador.

O teclado possui uma parte de encaixe que é para dar suporte aos dispositivos e pesa 820 gramas. O novo lançamento da Logitech tem 29,9 cm de largura por 19,5 cm de comprimento o que facilita o seu transporte, pois cabe até em uma mochila comum ou uma bolsa de tamanho médio.

O teclado está disponível  nas cores preta e branca e já pode ser adquirido aqui no Brasil pelo valor médio de R$ 299,00.

Um ponto que certamente não vai agradar os usuários é o fato de que o teclado usa pilhas, ao invés de baterias que poderiam ser recarregadas, como é feito com smartphones e tablets.

Por Russel

Teclado K480 Bluetooth Multi-Device

Teclado K480 Bluetooth Multi-Device

Teclado K480 Bluetooth Multi-Device

Fotos: Divulgação


Parceria entre as empresas criou o projeto WebAssembly, que visa melhorar os métodos já existentes que são responsáveis pelo carregamento do código em JavaScript.

O Google, a Microsoft e também o Mozilla estão com um projeto para acelerar a internet, o WebAssembly. As três empresas anunciaram quase que simultaneamente o projeto open source, ou seja, um projeto aberto que estará sendo realizado em conjunto por estas 3 gigantes da internet.

O WebAssembly, ou simplesmente "Wasm", é um projeto que propõe a criação de um novo formato binário que ficará responsável pela compilação de todas as aplicações da internet. A grande vantagem deste novo projeto é que ele permitiria que os programadores do mundo todo pudessem criar programas nas mais diversas linguagens de programação, pois atualmente só é possível desenvolver nas linguagens C e C++ para o engine "JavaScript" presente nos navegadores.

O maior objetivo do WebAssembly é conseguir melhorar os métodos já existentes que são responsáveis pelo carregamento do código em JavaScript, como o asm.js que é utilizado pelo browser Mozilla, um dos mais utilizados por internautas do mundo todo.

A diferença é que o WebAssembly, ou "Wasm" vai trabalhar de forma independente, ou seja, os navegadores não vão mais ter que lidar diretamente com o código, como é atualmente, pois esta é a forma que eles entendem a linguagem que é praticamente feita em texto. Esta linguagem em texto foi desenvolvida para os humanos, o que dificulta e atrasa o trabalho dos navegadores.

O projeto pretende utilizar o código fonte da aplicação para desenvolver um novo bytecode que nada mais é que uma instrução que é dada à "máquina virtual", porém, seria interpretado de forma muito mais rápida.
Já em testes, o Wasm chegou a ser 20 vezes mais rápido que o atual asm.js. Agora as empresas envolvidas no projeto querem padronizar o WebAssembly, mas sem exterminar com o JavaScript, alegando que esta nova plataforma chega para complementar e não para substituir a já existente.

Atualmente o WebAssembly precisa de um script que faz sua conversão para o asm.js, mas claro, neste caso há perda de desempenho porém isto seria temporário, até que os navegadores viessem a dar suporte a este novo padrão.

Por Russel

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