As câmeras de vigilância que ficavam situadas no quarto da criança foram invadidas e os hackers começaram a transmitir as imagens que eram capturadas no interior do quarto por meio de servidores livestreaming na internet.

Nunca é demais falarmos de privacidade na internet. A cada dia ela tem se tornado algo cada vez mais preocupante para as pessoas e chamado a atenção especial para uma classe ainda sem muita defesa: as crianças. Bem a pouco tempo começaram a circular na rede questionamentos sobre o Pokémon GO já que o game lançado recentemente pela Nintendo exigia permissões demais na visão de alguns para o acesso ao mesmo. Agora, os pais têm mais uma preocupação, o Minecraft.

Em Houston, no Texas (EUA) um caso chamou a atenção da mídia e serviu para abrir os olhos de muita gente por aí. Tudo por causa da invasão de privacidade. E o pior é que aqui uma criança é que foi exposta. As câmeras de vigilância que ficavam situadas no quarto da pequena foram invadidas e os hackers começaram a transmitir as imagens que eram capturadas no interior do quarto por meio de servidores livestreaming na internet. Curiosamente algo bem parecido acontece logo em um dos primeiros episódios da série de televisão CSI Cyber.

Jennifer, a mãe da criança teve uma boa ajuda do acaso e da sorte aqui. Uma outra mãe que estava há vários quilômetros de distância, Shelby Ivie, navegando pela internet acabou encontrando o livestreaming do quarto da criança. Curiosamente Shelby estava buscando por imagens (ao vivo e por satélite) de seus próprios filhos.

Por meio de um aplicativo chamado “Live Camera Viewer“ que aponta vários feeds em diversos lugares do mundo como eventos de esporte e cruzamentos de ruas é que a nossa segunda mãe acabou achando as imagens da filha de Jennifer.

Shelby não pensou duas vezes e meio que sem saber o que fazer para encontrar a mãe da criança ela começou a compartilhar o material em grupos de Houston. Com isso, as imagens acabaram chegando a Jennifer que por sua vez contratou uma firma de consultoria para ir a fundo na questão. E a firma de segurança conseguiu descobrir o culpado: o Minecraft.

Ao que parece quando a criança de oito anos baixou o Minecraft para o iPad foi questionada por um “nome de servidor”. Sem saber o que realmente era a criança buscou na internet por nomes de servidores no YouTube e acabou configurando o jogo para conectar com qualquer server.

Foi através do IP do iPad da criança que os hackers conseguiram invadir o roteador (que por sinal ainda mantinha a senha e nome padrão) e consequentemente obtiveram o acesso às câmeras do quarto da criança.

Depois do episódio a própria mãe recomenda que outras prestem mais atenção no que seus filhos andam fazendo na Internet. Ela foi radical e cortou por completo o acesso de seus filhos à internet, ao menos até que tenham consciência dos riscos aos quais estão expostos.

Por Denisson Soares

Minecraft


Serviço OneDrive da Microsoft tem seu espaço limitado dependendo dos planos que os usuários possuem.

Na madrugada do dia 3 de novembro foi anunciada pela empresa Microsoft uma alteração na prestação do serviço OneDrive, a qual não será muito bem-vinda por parte de seus usuários.

Foram tomadas algumas medidas que passarão a valer a partir de janeiro do próximo ano. A notícia tão temida é que o serviço OneDrive da Microsoft deixou de ser ilimitado. A ferramenta que anteriormente disponibilizava um armazenamento ilimitado passa agora a delimitar a quantidade de espaço para os usuários.

O motivo pelo qual essa mudança ocorreu, segundo a gigante do Vale do Silício, é que um certo número de usuários abusavam dessa liberdade, armazenando assim uma grande coletânea de filmes, séries, fotos e backups completos dos mais variados computadores. Incluindo até alguns casos onde usuários possuíam contas que ultrapassavam os 75 TB (TeraBytes) de dados armazenados em seus servidores.

Com a nova mudança os usuários do Office365 (planos: Pessoal, Home e Universitário) terão a partir de agora o total de 1 TB à disposição para armazenamento. Os assinantes que tiverem guardado no momento um volume de dados maior que o citado, serão avisados e terão a oportunidade de deixá-los na nuvem por mais 12 meses.

A empresa também cortou os planos de armazenamento de 100 GB (Gigabytes) e 200 GB para os usuários novos. Tais pacotes foram modificados pela única alternativa de 50GB que serão comercializados pelo valor de US$ 2. Os antigos usuários não terão seus planos alterados, já que a mudança tem valia apenas para os novos usuários.

Não é de se estranhar essa mudança, já que esta não é a primeira vez que a empresa faz alterações como esta. O mesmo ocorreu quando o serviço ainda era conhecido pelo nome de SkyDrive, onde o mesmo foi reduzido em 2012 de 25 GB para 7 GB.  

Por Felipe da Silva

OneDrive


QuickSight serve como auxílio para que companhias possam analisar seus dados colocados na nuvem.

Os serviços de nuvem realmente são o grande novo negócio da internet. Além de práticos, é uma maneira muito mais eficaz de guardar arquivos importantes. Sabendo dessa necessidade, a Amazon lançou um serviço que serve de auxílio para que companhias possam analisar seus dados colocados na nuvem. Muitas empresas ainda não possuem tanta segurança com arquivos armazenados na nuvem, mas o novo sistema tem vários lados positivos e que podem ajudar na organização da companhia. 

A Amazon declarou que o QuickSight (serviço de análise), é de fácil manuseio, podendo ser utilizado por uma pessoa que não seja especialista técnica mas que possua o interesse em compartilhar dados. Até o momento, foi liberada apenas uma prévia do que será o produto. A princípio trata-se de um sistema que permitirá o armazenamento em nuvem de arquivos com grandes quantidades de dados.

O sistema QuickSight terá um custo de 12 dólares mensais para consumidores que não queiram assinar um compromisso (espécie de contrato) de 1 ano, aqueles que estiverem de acordo com o compromisso mínimo de 1 ano pagarão 9 dólares mensais, totalizando 108 dólares no fim do ano. A edição do serviço destinada a empresas custará entre 18 e 24 dólares, seguindo a mesma forma de contrato anual.

O intuito é que grandes companhias possam mover seus arquivos e dados diretamente para a nuvem, esse processo faz com que menos tempo seja gasto transferindo através da internet, o que resulta em um menor custo de dados de Internet para as empresas. 

A Amazon não quer ficar para trás. Recentemente, os serviços de armazenamento em nuvem estouraram e caíram no gosto popular. Hoje, a Amazon lida com alguns concorrentes como Dropbox e Google Drive que oferecem planos parecidos por custos parecidos, levando em consideração a concorrência, o objetivo da empresa é aprimorar o seu serviço para cair ainda mais no gosto popular. O lançamento do sistema QuickSight vem no momento certo, após alguns estudos e pesquisas, foram levantadas algumas considerações e necessidades do consumidor.  

Por Jonathan Alves

Amazon QuickSight


Parceria entre as empresas criou o projeto WebAssembly, que visa melhorar os métodos já existentes que são responsáveis pelo carregamento do código em JavaScript.

O Google, a Microsoft e também o Mozilla estão com um projeto para acelerar a internet, o WebAssembly. As três empresas anunciaram quase que simultaneamente o projeto open source, ou seja, um projeto aberto que estará sendo realizado em conjunto por estas 3 gigantes da internet.

O WebAssembly, ou simplesmente "Wasm", é um projeto que propõe a criação de um novo formato binário que ficará responsável pela compilação de todas as aplicações da internet. A grande vantagem deste novo projeto é que ele permitiria que os programadores do mundo todo pudessem criar programas nas mais diversas linguagens de programação, pois atualmente só é possível desenvolver nas linguagens C e C++ para o engine "JavaScript" presente nos navegadores.

O maior objetivo do WebAssembly é conseguir melhorar os métodos já existentes que são responsáveis pelo carregamento do código em JavaScript, como o asm.js que é utilizado pelo browser Mozilla, um dos mais utilizados por internautas do mundo todo.

A diferença é que o WebAssembly, ou "Wasm" vai trabalhar de forma independente, ou seja, os navegadores não vão mais ter que lidar diretamente com o código, como é atualmente, pois esta é a forma que eles entendem a linguagem que é praticamente feita em texto. Esta linguagem em texto foi desenvolvida para os humanos, o que dificulta e atrasa o trabalho dos navegadores.

O projeto pretende utilizar o código fonte da aplicação para desenvolver um novo bytecode que nada mais é que uma instrução que é dada à "máquina virtual", porém, seria interpretado de forma muito mais rápida.
Já em testes, o Wasm chegou a ser 20 vezes mais rápido que o atual asm.js. Agora as empresas envolvidas no projeto querem padronizar o WebAssembly, mas sem exterminar com o JavaScript, alegando que esta nova plataforma chega para complementar e não para substituir a já existente.

Atualmente o WebAssembly precisa de um script que faz sua conversão para o asm.js, mas claro, neste caso há perda de desempenho porém isto seria temporário, até que os navegadores viessem a dar suporte a este novo padrão.

Por Russel

Internet





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