Modelo híbrido foi lançado no Brasil e pode ser encontrado pelo preço de R$ 3 mil.

A Lenovo inovou mais uma vez e lançou oficialmente o notebook Yoga 500 no Brasil. Com funcionalidades que permitem até quatro formas de uso, a novidade reforma o conceito de versatilidade e atrai olhares dos consumidores pelo mundo todo.

A tela do notebook dá um giro completo e proporciona a utilização de forma tradicional, tablet, apresentação e tenda. Tradicional e tablet todos nós já conhecemos, já os outros 2 necessitam de maiores esclarecimentos. No modo apresentação, o conteúdo é exibido em tela cheia e dispensa os pré-cliques para se chegar no resultado, a modalidade é super positiva para reuniões empresariais, palestras e aulas, pois agilizam o processo. Já o modo tenda contribui para exibição confortável de conteúdos de mídias como filmes e vídeos, o usuário é favorecido pelo design de posicionamento.

O modelo mais básico custa em torno de R$ 3.000,00 e é considerado acessível pelos especialistas no assunto. Dispõe de um processador i3 da 5ª geração, tela de 14 polegadas, HD de 500 gigas e ainda 4GB de memória RAM. Para aqueles que necessitam de melhor desempenho, a customização pode ser feita através da melhoria dessas características, sendo possível chegar inclusive a um processador i7 e HD  de 1TB. O lançamento da Lenovo acompanha Windows 10, 2 entradas USB, 1 saída HDMI, leitor de memory cards e também entrada ethernet RJ45.

A fabricação do Yoga 500 é totalmente brasileira e acontece na cidade de Itu, situada no interior de São Paulo. O lançamento está disponível nas cores vermelha ou preta.

Com peso de 2 quilos e pouco mais de 2 centímetros de espessura, o notebook  híbrido veio revolucionar as formas tradicionais de uso e reinventar o conceito através da experiência do usuário.

Para quem se interessou pela novidade, é válido alertar que o notebook Yoga 500 pode ser adquirido pelo site oficial da Lenovo ou ainda por lojas físicas de varejo no Brasil. 

Por Beatriz 

Lenovo Yoga 500

Lenovo Yoga 500

Fotos: Divulgação


Média da velocidade da internet banda larga no Brasil não passa de 3 Mbps. País ficou no 89º lugar no ranking de taxa de download.

A desigualdade social no Brasil reflete em vários aspectos. Um deles é disponibilidade da internet banda larga pelo País, que varia consideravelmente nas diversas regiões.

Dados disponibilizados pelo site G1, da Globo, mostram detalhes desta diferença. Em 406 cidades do País a velocidade da banda larga disponibilizada é inferior à internet oferecida na Líbia, país de terceiro mundo em conflito. Já em 456 municípios a velocidade da web é similar a países como Japão, Suíça e Finlândia.

Os dados disponibilizados pelo site tiveram como referência os dados recentes divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Apesar de grande parte da população brasileira ter acesso a uma internet de qualidade, comparada a países referência, a média da velocidade da internet no País não passa de 3 Mbps. Com isso o país ocupa apenas o 89º lugar no ranking de taxa de download. Países como o Iraque, Sri Lanka e Kwait figuram à frente do Brasil. O primeiro lugar da pesquisa ficou com a Coreia do Sul, com uma velocidade média de 22,2 Mbps.

O mapa da banda larga brasileira mostra que os 406 municípios que obtiveram menor média, a velocidade de download gira em torno de 512 Kbps, uma velocidade ínfima se for levado em consideração as necessidades básicas e o tamanho dos arquivos disponibilizados para download na internet nos dias de hoje. Para ter uma noção, a Líbia é a lanterna do ranking mundial de velocidade de download com apenas 700 Kbps de velocidade média.

Jonas Silva, diretor de operações da Akamai, revelou ao site G1 que a discrepância é fruto da colonização brasileira, uma vez que as regiões costeiras, por terem maior população, foram mais desenvolvidas ao longo do tempo. Isso explica o motivo pelo qual as cidades do interior do país não têm a mesma banda larga dos outros municípios.

Os resultados da pesquisa revelam o que já não é novidade para ninguém, uma vez que a desigualdade e a discrepância sempre foram realidade no país e com a banda larga não seria diferente.

Por André César

Velocidade da internet





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