Atualizações do sistema serão recomendadas ela Microsoft, caso o usuário não queira utilizar a nova versão poderá fazer um downgrade e voltar ao seu sistema anterior.

Desde antes do lançamento do Windows 10, as expectativas em torno desse sistema operacional eram enormes. Isso porque a Microsoft havia prometido revolucionar o mundo da informática, integrando todos os dispositivos com seu sistema operacional. Desde os previews, liberados para os Insiders, o sistema prometia realmente cumprir tudo aquilo que a empresa prometeu.

E não foi diferente. Talvez não esperássemos um sistema tão estável, e tão rápido quanto o que foi liberado. Mas, nenhum sistema é perfeito, e o Windows 10 tem recebido diversas atualizações e melhorias no sistema.

A partir de agora, segundo o blog oficial da Microsoft (blogs.windows.com/windowsexperience/2015/10/29/making-it-easier-to-upgrade-to-windows-10), novas mudanças serão implementadas para que o Windows 10 seja cada vez melhor e mais seguro para o usuário, além de que se expanda para mais e mais computadores.

A principal grande mudança se refere justamente às atualizações automáticas. A partir de 2016, as atualizações automáticas do Windows serão descritas como “recomendadas” pela Microsoft, e, se você não quiser aquela atualização que foi baixada, você tem até 31 dias para voltar à versão anterior.

Ou seja, a atualização, antes opcional, será baixada automaticamente para quem tem computadores com os sistemas anteriores (Windows 7, Windows 8, Windows 8.1) e, depois da atualização, você tem o tempo de 31 dias para realizar o downgrade caso não opte pelo sistema.

Deixe a pirataria:

Uma outra proposta que acontecerá com a implementação das atualizações automáticas do Windows 10, é que, se você tem uma instalação pirata do Windows, poderá adquirir uma licença para seu novo Windows 10 através da Windows Store.

Esse sistema será testado, inicialmente, nos Estados Unidos. Depois, se o programa funcionar como desejam, será expandido aos poucos para outros lugares.

Essa novidade visa legalizar o sistema operacional de milhares de máquinas pelo mundo, caso realmente dê os resultados que a Microsoft deseja. Assim, milhares de usuários poderão adquirir suas licenças da tela de seus computadores.

O Windows 10 foi adotado por usuários no mundo inteiro, e, até o momento, estima-se que mais de 110 milhões de dispositivos já rodam o sistema operacional.

Entre os países que deram preferência ao novo sistema, fazendo avaliações positivas, estão Brasil, China, Estados Unidos e França.

Por Isaque Cipriano

 

Windows 10

Foto: Divulgação


Nova versão do navegador promete reduzir em até a metade a necessidade de usar a memória RAM do computador.

Navegador travando por falta de memória no computador, páginas que não carregam, são problemas que os usuários de alguns navegadores reportam com muita frequência. Mas para solucionar, ou ao menos amenizar esses problemas, a gigante da informática Google anunciou que lançará uma nova versão de seu navegador que promete reduzir em até a metade a necessidade do uso da memória RAM.

A nova versão, que receberá o nome de 45, já tem um vídeo demonstrativo, em que a Google demonstra que o uso de memória RAM desta nova versão chega a ser um quarto menor que a sua antecessora, a 43.

Se você utiliza o Google Chrome, é altamente recomendado que você vá até as definições do navegador, e já tente baixar a sua nova versão. Algumas pessoas que já testaram o novo navegador, afirmam que é uma excelente forma de liberar espaço na memória RAM do computador que pode ser usada em outras tarefas mais importantes.

Segundo a própria empresa, a inovação só é possível graças a uma nova tecnologia, que detecta se o computador está com poucos recursos e ao reabrir abas, por exemplo, descarta as que consumiriam mais memória.  O navegador também ganhou autonomia para verificar quais abas não estão em uso e utilizar a memória delas para outras tarefas do usuário. No Gmail, por exemplo, o navegador consegue liberar quase um quarto da memória que seria consumida sem necessidade.

A inovação é importante, pois a cada dia mais e mais memória é exigida de nossas máquinas. O padrão mínimo de 1 ou 2 GB pedido há poucos anos atrás já se tornou obsoleto, mas alguns usuários ainda não tiveram a oportunidade de fazer um upgrade em suas máquinas. A iniciativa do Google é válida para continuar a popularizar o uso da internet, e também fazer com que seu navegador continue sendo uma das primeiras opções dos usuários.

Mais informações podem ser conferidas no blog oficial do Google Chrome (chrome.blogspot.pt/2015/09/chrome-improvements-for-faster-and-more.html).

Por Patrícia Generoso

Google Chrome


Nova atualização do Google Chrome terá um recurso que impedirá que os vídeos sejam reproduzidos automaticamente, sem a autorização do usuário.

Quem está navegando pela internet e fica com muitas abas abertas, costuma ouvir um som, vindo de "algum lugar do computador" e aí é feita a pergunta tão conhecida: "de onde está vindo este som?".

Acontece que, quando abrimos muitas guias, pode acontecer que uma destas páginas tenha um vídeo e em certo momento ele começa a ser executado e aí é preciso que o usuário verifique cada uma das abas, até descobrir em qual delas encontra-se o tal vídeo, para então poder pausá-lo e ele não ficar incomodando.
Mas este problema está com os dias contados, pelo menos para quem utiliza o Google Chrome, que vai trazer em sua próxima atualização um recurso que vai impedir que os vídeos sejam reproduzidos de forma automática quando o usuário estiver em uma outra guia que não seja a da página onde o vídeo se encontra.
François Beaufort, executivo do Google, foi quem fez o anúncio através do Google+. De acordo com François, o vídeo somente voltará a rodar, quando o usuário voltar à aba onde este vídeo se encontra.

O problema da execução de vídeo de forma automática é uma reclamação antiga e por educação, os desenvolvedores devem deixar o vídeo parado, cabendo ao internauta a decisão de visualizar o vídeo ou não. Só que esta negra não é respeitada na maioria das vezes, principalmente por anúncios que querem, de toda forma, chamar a atenção do usuário.

Mas a intenção da nova função do Google Chrome não é só ajudar o usuário a se ver livre deste incômodo, mas também deixar o navegador mais rápido, já que ele não terá que ficar executando o vídeo, podendo empregar este seu poder no que realmente o usuário está precisando.

Mas os usuários do Google Chrome não precisam esperar a atualização chegar para contar com esta opção, basta desativar a reprodução automática de vídeos no próprio navegador. Para isso, vá em "Configurações", escolha "Privacidade", depois acesse "Configurações de Conteúdo" e, por fim, escolha a opção "Plug-ins". Agora é só marcar a opção "Deixe-me escolher quando executar o conteúdo do plugin".

Pronto! Agora você já está livre da execução automática dos vídeos.

Por Russel

Google Chrome





CONTINUE NAVEGANDO: