Facebook testa melhorias no feed de notícias



  

Um dos maiores desafios do Facebook, praticamente desde sua fundação, é acertar no algoritmo do feed de notícias. Tanto para perfis pessoais, como para administradores de página, o resultado das notícias que aparecem para os outros usuários não é cem por cento satisfatório.

Para isso, o Facebook criou uma versão especial da rede social, com alguns usuários reais convidados, formando um grupo de 30 pessoas, para que conteúdos significativos para elas apareçam em sua timeline.

Apesar do conteúdo aparecer de forma aleatória e sem classificação específica de ordem, a intenção é que o usuário observe apenas uma história/feed por vez. A meta é que esses avaliadores olhem 100 postagens por dia, sendo pagos por unidades.

Ao final de cada dia, esses mesmos convidados devem responder a oito perguntas sobre a experiência de uso de cada um e, ao término, é necessário que escrevam algo falando o que sentiram ao lerem ou visualizarem as histórias específicas de cada feed.

A pesquisa já trouxe alguns resultados. Entre eles, já foi observado que os usuários da rede social dão mais importância para conteúdos publicados por familiares ou amigos próximos, incluindo mensagens e imagens.





Outra descoberta, que pode parecer óbvia, mas não havia sido notada pelos diretores do Facebook, foi que não é sempre que uma pessoa clica em ‘Curtir’ signifique que ela tenha real interesse no que foi publicado, e sim, apenas uma maneira de tentar se aproximar da pessoa que postou o conteúdo que foi curtido.

Agora, uma constatação das pesquisas, que já havia sido notada por muitos administradores de página, e foi realmente confirmada, é que as pessoas não se interessam tanto pelos anúncios pagos pelas empresas, que muitas vezes incomodam os usuários.

Apesar de ser uma das formas do Facebook manter sua renda, é algo que não agrada aos usuários da rede social, e não estão dando retorno para as empresas, uma vez que a quantidade de aparições do anúncio não é grande, o valor cobrado é considerado alto e as pessoas raramente clicam nos anúncios.

Por Felipe Villares

Foto: divulgação



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