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A tecnologia que encontramos no mundo atual iniciou-se por meio de experimentos. Alguns afirmam, por exemplo, que o primeiro computador do mundo teve fins bélicos. “Num determinado continente, o qual cada um pode imaginar qualquer nome, situava-se o operador do instrumento; em uma ilha muito próxima, a arma. Acionava-se, portanto, um mecanismo para o lançamento do projétil, que em seu princípio apresentava margem de erros de quilômetros”.
Outro fato prega o estabelecimento do equipamento, há muitos anos, numa enorme sala, processando dados que hoje vemos em calculadoras, mas num tempo demorado, implicando, portanto e pelas primeiras peças um tanto quanto mecânicas, alto aquecimento de todo o maquinário.
Nos dias atuais existem os famosos desktops, notebooks e, mais recente ainda, netbooks. Como a inovação não cessa, há celulares cada vez mais micro e os pouco mencionados e-books. O último termo, em especial, permite a leitura de livros em formato digitalizado, mas ainda é bem desconhecido por quase 70% da sociedade brasileira, conforme menção em estudo levantado pela GfK.
David Rodrigues, diretor de Desenvolvimento de Negócios da empresa, indica que a ferramenta é bem desconhecida principalmente pelas pessoas com pouco acesso aos veículos de comunicação. Segundo o Estadão, a finalidade da pesquisa é delinear dados para as pessoas que utilizam a inovação para seu trabalho.
Por enquanto são somente três modelos vendidos no Brasil, num custo médio estimado acima de R$ 800. Dos cidadãos que dizem conhecer os e-books, aproximadamente 56% almejam adquiri-lo, desde que o preço seja rentável.
Se a moda pega no Brasil, muitos impasses ainda insolúveis poderão se aproximar de seu fim, tais como acesso mais amplo à educação e ao conhecimento. Do ponto de vista econômico, como as editoras e megastores conseguirão se valer dessa novidade? E a população de baixa renda, como poderá usufruir?
Por Luiz Felipe T. Erdei
